
O procurador Ivan Marx (cabeça central da famigerada operação político-policial Rodin, no Rio Grande do Sul, comandada pelo peremptório petista Tarso Genro), agora atuando no Ministério Público Federal em Brasília, trabalha na denúncia criminal contra alvos da operação Bullish e mapeou um dano superior a R$ 2 bilhões causados pela JBS ao Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES). Deflagrada em maio de 2017, a Bullish mirou irregularidades em aportes de mais de R$ 8 bilhões do banco na empresa do grupo J&F, cujos principais acionistas são os irmãos bucaneiros açougueiros Wesley e Joesley Batista. Enquanto a denúncia criminal deve ter como alvo os irmãos Batista, os ex-ministros Guido Mantega e Antônio Palocci e funcionários do banco, uma ação civil vai cobrar o dano superior a R$ 2 bilhões da empresa do setor de alimentos e proteína animal. O grupo J&F assinou um acordo de leniência com a Procuradoria da República em Brasília, mas o procurador Ivan Marx não participou do acordo. Pelo pacto, a empresa já teria se comprometido a pagar cerca de R$ 1,7 bilhão, mas negou ter corrompido funcionários e ter sido beneficiada por decisões internas. Atualmente, o acordo está sendo renegociado e os procuradores envolvidos aguardam o Supremo Tribunal Federal decidir se irá rescindir os acordos de colaboração dos executivos da empresa.
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