O pedido do bandido corrupto Lula a Cármen Lúcia para tirar da 13ª Vara Federal de Curitiba a ação do sítio de Atibaia foi rejeitado em maio por Dias Toffoli, na mesma ação e com os mesmos argumentos agora reapresentados. Na sentença que condenou o petista ontem, a juíza Gabriela Hardt também rebateu a tese de que a reforma do sítio não teria relação com o esquema de corrupção na Petrobras. Citou decisão de Sérgio Moro na qual reitera que havia uma “conta geral” de propinas devidas pela Odebrecht e OAS ao PT em razão dos contratos obtidos na estatal. “Em depoimento prestado em 20/04/2017 ao MPF, Emílio Alves Odebrecht revelou reunião com o ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 30/12/2010, que teve por pauta, entre outros assuntos, a reforma do sítio. No depoimento declarou que a reforma seria uma retribuição do Grupo Odebrecht pela atuação dele ‘em prol da organização’, com referência expressa em seguida à atuação dele em favor da Odebrecht no setor petroquímico, Braskem, e na Petrobrás".
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