Jair Bolsonaro disse que conversou com Sergio Moro sobre como a Polícia Federal passará a avaliar a “efetiva necessidade” para conceder a posse de armas. “Por exemplo: o número de óbitos por 100 mil habitantes, por arma de fogo, seja igual ou superior a 10, essa comprovação de efetiva necessidade é um fato superado, vai poder comprar sua arma de fogo. Homem do campo vai ter direito também”. O cidadão comum continuaria a ter direito a apenas duas armas. Agentes de segurança poderiam ter 4 ou 6. O mercado será aberto para outras fabricantes, segundo o presidente. O decreto, disse o presidente, sai ainda em janeiro.
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