Dias Toffoli negou um pedido apresentado pelo Senado no fim do ano passado para ter de volta equipamentos para identificar escutas ambientais e grampos telefônicos em gabinetes. Apreendidas em 2016 na Operação Métis, as maletas antigrampo ainda estão no Supremo Tribunal Federal e foram pedidas para que a Polícia Legislativa pudesse fazer varreduras antes da posse de Jair Bolsonaro. O Senado disse que a medida era essencial para a segurança do presidente, “notadamente para evitar a espionagem das informações de inteligência da Policia do Senado Federal e da organização da segurança para o dia da posse presidencial e também dos senadores eleitos”. De plantão no STF, Dias Toffoli considerou que o pedido não era urgente e o encaminhou para que Edson Fachin, relator do caso, o analise após o recesso. No dia 13 de fevereiro, o plenário vai julgar a validade da operação, que investiga policiais legislativos que estariam atrapalhando a Lava Jato.
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