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terça-feira, 18 de dezembro de 2018

Cúpula da Renault mantém Ghosn na presidência do grupo automobilístico francês

O conselho administrativo da Renault ratificou na quinta-feira (13) Carlos Ghosn, preso no Japão por ocultar parte de sua renda, como presidente da multinacional. Ghosn permanece como presidente e diretor-geral, como havia sido anunciado em 20 de novembro, explicou o principal fabricante de automóveis francês, que "não está em posição de decidir" sobre as acusações contra ele. O conselho de administração declarou que o fabricante francês chegou à "conclusão preliminar, à conformidade dos elementos de remuneração do presidente-gerente geral da Renault e das condições de sua aprovação de acordo com as disposições legais", referindo-se a às apurações iniciadas após a prisão de Ghosn no Japão. Os administradores da Renault designaram provisoriamente a Thierry Bolloré como diretor-geral do grupo. No Japão, Ghosn foi demitido como presidente dos conselhos de administração da Nissan e da Mitsubishi após o escândalo. Detido em 19 de novembro em Tóquio, o presidente da Renault e da Aliança Renault-Nissan-Mitsubishi está preso desde então. Ele foi indiciado na segunda-feira por esconder dinheiro por cinco anos, e sua detenção provisória foi prolongada com base em novas alegações. A detenção provisória se estende agora até 20 de dezembro, data que poderá ser prorrogada por mais 10 dias.

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