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sexta-feira, 2 de novembro de 2018

Sobre a inaceitável censura judicial a Ana Campagnolo em Santa Catarina

Anos atrás eu escrevi artigo me insurgindo de forma enfática contra a decisão de censura que havia sido tomada pelo então juiz federal Sérgio Moro contra um bloqueiro petista. Ninguém há de me chamar de esquerdista, ou qualquer coisa similar, mas me insurgi contra o que considerei uma censura arbitrária e indevida de um juiz de Direito. Da mesma forma me insurjo agora contra a decisão do juiz Giuliano Ziembowicz, da Vara da Infância e da Juventude de Florianópolis, que determinou "a retirada imediata" das redes sociais de manifestações da deputada eleita Ana Caroline Campagnolo (PSL), sobre o comportamento de professores em sala de aula. No meu entender, essa decisão judicial é absolutamente ilegal, arbitrária, violadora de direitos fundamentais inscritos na Constituição Brasileira, uma censura inaceitável, uma agressão ao direito de livre pensar, livre manifestar. Se o Ministério Público e o juiz entendem que Ana Carolina Campagnolo está cometendo um crime, então que promovam um processo contra ela e façam isso ser comprovado. Mas não podem promover tão violento ataque ao direito constitucional de livre manifestação do pensamento. A coisa é ainda mais absolutamente inaceitável porque a Internet está repleta de exemplos diários de professores atentando contra os seus alunos, em sessões diárias de doutrinação marxista, comunista, petista. psólica, etc... Crianças são seres indefesos, submetidos na sala de aula à autoridade e domínio do professor, que não podem se contrapor a essa autoridade, por variados motivos, e devem ser preservadas dessas sessões de doutrinação comuno-petista. Essas doutrinações não podem ser protegidas sob o manto da "liberdade de expressão da atividade intelectual, científica e de comunicação" citada na decisão judicial. Ao contrário, o que esses doutrinadores comuno-petistas fazem na sala de aula é um crime contra crianças e adolescentes porque se constituem em crime contra vulneráveis, pessoas incapazes ou impossibilitadas de defesa. Essa garota de 27 anos, que se elegeu deputada estadual na primeira eleição que disputou, pelo PSL, conquistando a expressiva acolhida de 34.824 votos de catarinenses, em 282 municípios de Santa Catarine, tem que ser respeitada pelos poderes de Estado. Ana Campagnolo merece minha total solidariedade na defesa de seu direito de expressão e de oposição à atuação desses doutrinadores comuno-socialistas em sala de aula. Censura contra ela não pode ser aceita. Jornalista Vitor Vieira - Editor de Videversus

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