A crise econômica na Venezuela fez com que mais da metade dos médicos, em sua maioria de hospitais públicos, deixasse o país entre 2012 e 2017, diz relatório de um grupo de ONGs. Segundo o documento, nesse período, “22 mil médicos venezuelanos emigraram”, o que representa uma perda de ao menos 55% sobre o total de 39.900 registrado pela Organização Pan-Americana de Saúde em 2014. O relatório afirma também que, de 30 milhões de venezuelanos, 18,7 milhões – 62,3% – não têm garantias de acesso a diagnósticos nem a tratamentos. É esse desastre – político, econômico e humanitário – das ditaduras de Hugo Chávez e Nicolás Maduro que o PT não renega. Ao contrário, continua apoiando.
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