
Em ação de improbidade administrativa movida pelo Ministério Público Federal no Rio de Janeiro, o juiz Ricardo Levy Martins, da 11ª Vara Federal, julgou procedente e condenou o deputado federal Marco Antônio Cabral (MDB-RJ), filho do ex-governador Sérgio Cabral, preso e já condenado a mais de 180 anos de cadeia pela Operação Lava Jato. Marco Antonio Cabral foi condenado à perda da função pública, à proibição de contratar com a Administração Pública por três anos e ao pagamento de multa de R$ 337 mil. A ação foi ajuizada em 2017 "com provas" de que Marco Antônio usou sua carteira de deputado federal por 23 vezes para entrar no Presídio Bangu 8 em dias e horários proibidos para visitação. Em onze dessas "visitas irregulares, o deputado sequer estava exercendo o mandato parlamentar, porque à época atuava como secretário Estadual de Esporte e Lazer". O juiz acolheu a afirmação do Ministério Público Federal de que as visitas ao ex-governador "não tinham qualquer relação com o exercício do mandato de deputado e que representaram grave violação às regras de visitação das unidades prisionais do Estado do Rio de Janeiro".
De cordo com o procurador da República Gustavo Magno Albuquerque, autor da ação, "a sentença condenatória do deputado Marco Antônio Cabral é um belo presente de aniversário pelos 30 anos da Constituição de 1988 e reafirma a ideia fundamental de que a lei deve valer para todos". “O deputado deu 23 ‘carteiradas’ para burlar normas que devem ser respeitadas pelos visitantes de presídios e abusou das prerrogativas que recebeu do povo para o exercício do mandato parlamentar”, assinala o procurador. “A condenação é mais uma importante contribuição do Ministério Público Federal e da Justiça Federal para pôr fim à dinastia da improbidade iniciada por Sérgio Cabral, já condenado a quase 200 anos de prisão, e levada à frente por seu filho Marco Antônio.”
De cordo com o procurador da República Gustavo Magno Albuquerque, autor da ação, "a sentença condenatória do deputado Marco Antônio Cabral é um belo presente de aniversário pelos 30 anos da Constituição de 1988 e reafirma a ideia fundamental de que a lei deve valer para todos". “O deputado deu 23 ‘carteiradas’ para burlar normas que devem ser respeitadas pelos visitantes de presídios e abusou das prerrogativas que recebeu do povo para o exercício do mandato parlamentar”, assinala o procurador. “A condenação é mais uma importante contribuição do Ministério Público Federal e da Justiça Federal para pôr fim à dinastia da improbidade iniciada por Sérgio Cabral, já condenado a quase 200 anos de prisão, e levada à frente por seu filho Marco Antônio.”
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