
Não param de surgir à tona as lambanças produzidas pela gestão do ex-presidente renunciante Paulo Argolo Mendes e de sua vice, atual presidente do Sindicato dos Médicos do Rio Grande do Sul, o Simers. Agora o editor de Videversus, jornalista Vitor Vieira, tem o depoimento do ex-motorista do sindicato, Marcelo (o nome inteiro não é revelado para evitar represálias contra o profissional), demitido por ter se visto envolvido em uma situação constrangedora no círculo das relações da médica Maria Rita de Assis Brasil, e que aciona o Simers na Justiça. Neste longo depoimento, o motorista Marcelo afirma com toda a segurança que a agora presidente comunista Maria Rita de Assis Brasil utilizava largamente da estrutura do sindicato Simers para a concretização de todos os seus compromissos pessoais dos quais ela não conseguia se desincumbir.
Nessa parte de seu depoimento, o motorista Marcelo diz o seguinte:
"ela move os pauzinhos dela. Ela é bem discreta. A gente sabe que ela tá comprando imóveis, mas tudo que ela diz é que é de processos trabalhistas".
E continua o motorista Marcelo, que era pau para toda obra da atual presidente do Simers, a comunista Maria Rita de Assis Brasil:
Prossegue ainda o motorista Marcelo, que prestou serviço à então vice-presidente do Simers, até se ver envolvido em uma situação constrangedora, não produzida por ele, mas que ocasionou a sua demissão:
por exemplo, usa o carro, o motorista, que era eu, para levar a mãe, levar filha, para cuidar da casa. Tudo. Tudo que ela não consegue fazer ela vai fazer com o Sindicato. Levava por exemplo, a Manuela nas consultas uma vez por semana. Todo processo da casa era cuidado por mim. Desde a compra de carne que ela comprava num mercado que era longe, eu ia lá e comprava.
E continua:
E detalha melhor o sistema de pagamento das compras para a casa da médica Maria Rita de Assis Brasil:
Muitas vezes quando eu comprava carne (em um açougue no bairro Sarandi), acabava meu dinheiro. A carne dela é file mignon. Ia lá comprar filé mignon, quatro cinco peças, dava 200 e poucos reais e acabava o dinheiro que eu tinha na carteira, dai ia lá e pegava, tipo, dez jantas (diárias do sindicato para pagar as refeições do motorista), as coisas que tinha pra pegar lá para repôr o valor que eu tinha na minha carteira. Era esse o processo que eu usava.
Ou seja, o sindicato, o Simers, pagava os "filés" que o motorista comprava para ela. Videversus continuará revelando o conteúdo desta longa gravação. A verdade faz bem à saúde.
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