Eleita senadora por São Paulo com 18,6% dos votos válidos, Mara Gabrilli (PSDB) já deixou claro que não deve seguir a onda que apoia Jair Bolsonaro (PSL). Mara Gabrilli apoiou o movimento #EleNão, organizado por mulheres em repúdio à candidatura de Bolsonaro, hoje apoiado por seu aliado João Doria (PSDB). Apesar disso, ela adota tom ainda mais crítico em relação ao PT. Na economia, ela prega enxugamento do Estado. "Com relação ao Bolsonaro, ele é meu colega de Câmara, me convidou para ser vice dele, mas para eu apoiá-lo algum dia a gente precisa conversar muito e precisa rever muitas das posições deles que são muito opostas às minhas. Então, assim, acho que tenho esperança. Se ele quiser, ele pode melhorar, mas para melhorar a gente precisa conversar muito." "Deixo claro que o PT não vou apoiar nunca na minha vida. Até porque eu sou originária do ABC e minha família foi vítima do esquema de corrupção do PT. Eu sou uma pessoa que presto muita atenção em exemplos. E hoje eu fico muito frustrada de ver um presidiário coordenando uma campanha de dentro da cadeia, porque acho que é um péssimo exemplo para as crianças, para os jovens brasileiros assistir aquilo e achar que ser presidiário é super legal."

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