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terça-feira, 21 de agosto de 2018

Gilmar Mendes e Dias Toffoli votam para manter solto doleiro gaúcho Agnus Dei, alvo da Operação Câmbio Desligo

O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal, pediu vista nesta terça-feira vista no processo em que a Procuradoria Geral da República reivindica a revogação da soltura do empresário gáucho Athos Albernaz Cordeiro, suspendendo, assim, o julgamento na Segunda Turma . Athos Albrnaz Cordeiro ficou conhecido como "Agnus Dei" durante a CPI da Segurança Pública, na Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul, durante o governo do "Exterminador do Futuro", o petista Olívio Dutra. "Agnus Dei" era a alcunha dele na caderneta apreendida com o operador do PT gaúcho naquele governo, chamado Diògenes de Oliveira (ex-terrorista, responsável pelo assassinato do capitão americano Charles Chandler, em São Paulo). Diógenes de Oliveira era dono de uma agência de turismo, a Pangea,, no bairro Cidade Baixa, em Porto Alegre. Quando sua agência foi invadida por uma força tarefa da CPI da Segurança, foi encontrada a caderneta. Athos Albernaz Correa, o "Aguns Dei", foi durante muitos anos o presidente do sindicato das empreiteiras gaúchos construtoras de obras públicas. Assim como o delator premiado Alexandrino de Alencar, da empreiteira baiana corrupta e propineira, Athos Cordeiro era tão conhecido como aquele, pelo mundo político do Rio Grande do Sul. "Agnus Dei" foi solto pelo ministro Gilmar Mendes no mês passado. O próprio Gilmar Mendes, claro, e Dias Toffoli, votaram pela manutenção da decisão de soltura. Edson Fachin e Celso de Mello se posicionaram no sentido contrário. Portanto, há um empate parcial em 2 a 2. E o voto de Lewandowski será o desempatante. 

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