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domingo, 19 de maio de 2013

Ministério Público Estadual denunciou outro suspeito de fraudar leite no Rio Grande do Sul


Mais um núcleo responsável pela coleta, transporte e distribuição à indústria do leite, no Rio Grande do Sul, torno8u-se alvo dos promotores gaúchos. Segundo o Ministério Público Estadual, uma nova denúncia de adulteração de leite será apresentada à Justiça nos próximos dias. A descoberta faz parte da Operação Leite Compen$ado, deflagrada no último dia 8, por meio de parceria com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Na sexta-feira, 12 pessoas foram denunciadas pela fraude descoberta no núcleo de Ibirubá, um dos três sob suspeita. Se a Justiça Estadual acatar a denúncia, cada uma delas deverá responder por crimes de formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e adulteração de produto alimentício cuja composição pode provocar danos à saúde ou ter o seu valor nutritivo diminuído. Os nomes divulgados pelo Ministério Público são os seguintes: João Cristiano Pranke Marx, Angelica Caponi Marx, João Irio Marx, Alexandre Caponi, Daniel Riet Villanova, Paulo Cesar Chiesa, Arcidio Cavalli, Rosilei Geller, Natalia Junges, Cleomar Canal, Egon Bender e Senald Wachter. Ao leite cru eram adicionados água, uréia e formol (produto cancerígeno). A água utilizada era retirada de um poço artesiano e análises feitas indicaram que o produto estava contaminado por coliformes fecais (cocô).

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