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segunda-feira, 15 de março de 2010

Família diz que Paula Oliveira já voltou a viver no Brasil

O pai da advogada Paula Oliveira, de 28 anos, condenada em dezembro na Suíça por ter enganado a Justiça local ao simular um ataque neonazista, divulgou nota ontem (12) chamando o julgamento de Zurique de "processo kafkiano". Na nota, Paulo Oliveira mantém a versão inicial da filha de que ela foi, sim, agredida por neonazistas. Paula, que foi expulsa da Suiça, está em Pernambuco desde o início do mês. "Se a versão da polícia suíça estiver certa, tratava-se de um caso médico, e não policial; e, se a versão de Paula for a verdadeira, como ela até hoje assegura, os responsáveis pela agressão continuam impunes", diz a nota. Em fevereiro de 2009, a brasileira afirmou ter sido espancada por skinheads e teve parte do corpo retalhado por estilete.

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