A FIA (Federação Internacional de Automobilismo) e a Associação das Equipes de F-1 (FOTA) realizaram uma reunião na última quinta-feira, em Heathrow, na Inglaterra, e chegaram a um acordo para tentar antecipar para este ano algumas medidas que visam diminuir os altos custos da categoria. "Mesmo antes da crise econômica mundial o atual modelo da F-1 não é viável", afirmou Max Mosley, presidente da FIA, em carta aos membros da associação. "Temos um campeonato excessivamente baseado na vontade da indústria automobilística mundial para seguir gastando cifras enormes de dinheiro na F-1. Seria uma loucura continuar assim”, acrescentou ele. Entre o que ficou acordado em Heathrow está a limitação imediata de testes aerodinâmicos e o corte significativo nos gastos com motores e caixas de câmbio.Assine Vitor Vieira Jornalismo
sábado, 10 de janeiro de 2009
FIA e equipes definem mais cortes de custos na Fórmula 1
A FIA (Federação Internacional de Automobilismo) e a Associação das Equipes de F-1 (FOTA) realizaram uma reunião na última quinta-feira, em Heathrow, na Inglaterra, e chegaram a um acordo para tentar antecipar para este ano algumas medidas que visam diminuir os altos custos da categoria. "Mesmo antes da crise econômica mundial o atual modelo da F-1 não é viável", afirmou Max Mosley, presidente da FIA, em carta aos membros da associação. "Temos um campeonato excessivamente baseado na vontade da indústria automobilística mundial para seguir gastando cifras enormes de dinheiro na F-1. Seria uma loucura continuar assim”, acrescentou ele. Entre o que ficou acordado em Heathrow está a limitação imediata de testes aerodinâmicos e o corte significativo nos gastos com motores e caixas de câmbio.
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Vitor Vieira Jornalismo
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