O procurador-geral de Justiça de São Paulo, Fernando Grella, pediu na última quinta-feira à 1ª Vara de Fazenda Pública a quebra do sigilo bancário do presidente do Tribunal de Contas do Estado, Eduardo Bittencourt Carvalho. Bittencourt é investigado pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos a pedido de autoridades brasileiras, que buscam informações sobre contas ilegais atribuídas a ele naquele país. Em depoimento, Ruy Imparato, que trabalhou durante anos com o conselheiro, afirmou que ele remeteu cerca de US$ 15 milhões para o Lloyds TSB Bank de Miami. A polícia investiga ainda a sociedade mantida entre Bittencourt e empresa "offshore" Justinian Investment Holdings Limited, sediada em paraíso fiscal do Caribe. Os dois foram sócios em uma fazenda em Corumbá (MS), avaliada em R$ 1 milhão.Assine Vitor Vieira Jornalismo
sábado, 15 de novembro de 2008
Procuradoria pede quebra de sigilo bancário de presidente do Tribunal de Contas de São Paulo
O procurador-geral de Justiça de São Paulo, Fernando Grella, pediu na última quinta-feira à 1ª Vara de Fazenda Pública a quebra do sigilo bancário do presidente do Tribunal de Contas do Estado, Eduardo Bittencourt Carvalho. Bittencourt é investigado pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos a pedido de autoridades brasileiras, que buscam informações sobre contas ilegais atribuídas a ele naquele país. Em depoimento, Ruy Imparato, que trabalhou durante anos com o conselheiro, afirmou que ele remeteu cerca de US$ 15 milhões para o Lloyds TSB Bank de Miami. A polícia investiga ainda a sociedade mantida entre Bittencourt e empresa "offshore" Justinian Investment Holdings Limited, sediada em paraíso fiscal do Caribe. Os dois foram sócios em uma fazenda em Corumbá (MS), avaliada em R$ 1 milhão.
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Vitor Vieira Jornalismo
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