O governo colombiano autorizou na noite de quinta-feira a libertação de terroristas e traficantes de cocaína das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) se estes entregarem antes um grupo de reféns, entre eles a ex-candidata à Presidência, Ingrid Betancourt. A medida está contida em um decreto assinado pelo presidente Álvaro Uribe e anunciado pelo alto comissário para Paz da Presidência da Colômbia, Luis Carlos Restrepo, em um comunicado lido no Palácio do Governo, em Bogotá. "Entende-se que haverá um acordo humanitário quando o grupo armado fora da lei liberte as pessoas seqüestradas que se encontram em seu poder", diz o comunicado. Segundo Luis Carlos Restrepo, a proposta do governo ao grupo rebelde representa "um mecanismo imediato para o acordo humanitário". "Não há limite quanto ao crime cometido, nem quanto à pena que essas pessoas devem cumprir nas prisões", disse Restrepo. Até então, o governo de Uribe insistia em somente aceitar a libertação de guerrilheiros que não tivessem cometido crimes considerados graves. A mudança de postura ocorre em meio à crescente pressão para a libertação de Ingrid Betancourt (na foto), que foi seqüestrada pelas Farc em 23 de fevereiro de 2002, que está gravemente doente, sofrendo de hepatite B e leishmaniose. Na quinta-feira, o defensor público da Colômbia, Volmar Pérez, fez um apelo aos terroristas e traficantes de cocaína das Farc para que permitam a entrada no cativeiro de uma missão humanitária com medicamentos para Ingrid Betancourt.Assine Vitor Vieira Jornalismo
sábado, 29 de março de 2008
Presidente da Colômbia autoriza libertação de terroristas das Farc em troca de reféns
O governo colombiano autorizou na noite de quinta-feira a libertação de terroristas e traficantes de cocaína das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) se estes entregarem antes um grupo de reféns, entre eles a ex-candidata à Presidência, Ingrid Betancourt. A medida está contida em um decreto assinado pelo presidente Álvaro Uribe e anunciado pelo alto comissário para Paz da Presidência da Colômbia, Luis Carlos Restrepo, em um comunicado lido no Palácio do Governo, em Bogotá. "Entende-se que haverá um acordo humanitário quando o grupo armado fora da lei liberte as pessoas seqüestradas que se encontram em seu poder", diz o comunicado. Segundo Luis Carlos Restrepo, a proposta do governo ao grupo rebelde representa "um mecanismo imediato para o acordo humanitário". "Não há limite quanto ao crime cometido, nem quanto à pena que essas pessoas devem cumprir nas prisões", disse Restrepo. Até então, o governo de Uribe insistia em somente aceitar a libertação de guerrilheiros que não tivessem cometido crimes considerados graves. A mudança de postura ocorre em meio à crescente pressão para a libertação de Ingrid Betancourt (na foto), que foi seqüestrada pelas Farc em 23 de fevereiro de 2002, que está gravemente doente, sofrendo de hepatite B e leishmaniose. Na quinta-feira, o defensor público da Colômbia, Volmar Pérez, fez um apelo aos terroristas e traficantes de cocaína das Farc para que permitam a entrada no cativeiro de uma missão humanitária com medicamentos para Ingrid Betancourt.
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