O vereador carioca Josinaldo Francisco da Cruz, o "Nadinho de Rio das Pedras" (DEM), e o policial civil Raphael Moreira Dias, são procurados pelo assassinato do inspetor de polícia Félix dos Santos Tostes, em fevereiro deste ano, no Rio de Janeiro. A Justiça decretou na quinta-feira a prisão preventiva dos acusados e a equipe da Delegacia de Homicídio-Oeste está realizando buscas na região de Recreio dos Bandeirantes, Rio das Pedras e Taquara, área considerada reduto eleitoral do acusado, para prendê-lo. Segundo a Polícia Civil, o advogado dos acusados informou que eles se apresentarão à polícia nesta segunda-feira. De acordo com o Ministério Público do Rio de Janeiro, a disputa pelo controle da região denominada Rio das Pedras seria o motivo do assassinato. O inspetor foi morto quando manobrava seu carro saindo da garagem do prédio onde morava. Uma Blazer preta parou em frente ao carro utilizado pelo policial, três homens desceram do veículo e dispararam vários tiros contra a vítima. O Ministério Público acusa o vereador Nadinho de ter contratado dois policiais civis para o crime, além de outras pessoas, ainda não identificadas. O político é acusado ainda de fornecer detalhes do cotidiano de Tostes para possibilitar o crime. Além do vereador e do policial civil foragido, outro policial, André Luiz da Silva Mavar, preso desde fevereiro, foi indiciado pelo inquérito policial que concluiu pela participação dos dois acusados na quinta-feira. Assine Vitor Vieira Jornalismo
segunda-feira, 26 de novembro de 2007
Vereador carioca é procurado por assassinato de inspetor de polícia no Rio de Janeiro
O vereador carioca Josinaldo Francisco da Cruz, o "Nadinho de Rio das Pedras" (DEM), e o policial civil Raphael Moreira Dias, são procurados pelo assassinato do inspetor de polícia Félix dos Santos Tostes, em fevereiro deste ano, no Rio de Janeiro. A Justiça decretou na quinta-feira a prisão preventiva dos acusados e a equipe da Delegacia de Homicídio-Oeste está realizando buscas na região de Recreio dos Bandeirantes, Rio das Pedras e Taquara, área considerada reduto eleitoral do acusado, para prendê-lo. Segundo a Polícia Civil, o advogado dos acusados informou que eles se apresentarão à polícia nesta segunda-feira. De acordo com o Ministério Público do Rio de Janeiro, a disputa pelo controle da região denominada Rio das Pedras seria o motivo do assassinato. O inspetor foi morto quando manobrava seu carro saindo da garagem do prédio onde morava. Uma Blazer preta parou em frente ao carro utilizado pelo policial, três homens desceram do veículo e dispararam vários tiros contra a vítima. O Ministério Público acusa o vereador Nadinho de ter contratado dois policiais civis para o crime, além de outras pessoas, ainda não identificadas. O político é acusado ainda de fornecer detalhes do cotidiano de Tostes para possibilitar o crime. Além do vereador e do policial civil foragido, outro policial, André Luiz da Silva Mavar, preso desde fevereiro, foi indiciado pelo inquérito policial que concluiu pela participação dos dois acusados na quinta-feira.
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