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terça-feira, 20 de novembro de 2007

Relato de um típico caso de assédio moral no Banco do Brasil (22)

Os quatro sherlocks parlapatões seguiram para Jaguari, e lá chegando foram direto à casa de Volmir Minuzzi, ex-funcionário do Banco do Brasil, da agência de São Vicente do Sul, que havia aplicado um golpe mais do que milionário nas contas do Pasep, através daquela agência, e em seguida saído do Banco do Brasil por meio de um plano de demissão voluntária. Sem qualquer dúvida, quando o golpe foi descoberto, a primeira coisa que o Jurídico do Banco do Brasil deveria ter feito seria a comunicação para a Polícia Federal, ainda mais que havia a desconfiança que ele tivesse agido em quadrilha, devido ao volume dos valores desviados da instituição. Já havia sido feito um levantamento detalhado de sua movimentação financeira, tanto no Banco do Brasil como na Caixa Econômica Federal, onde havia aberto contas, nos nomes de “laranjas” (personagens fictícios), nas quais depositava os valores desviados do Pasep. O Banco do Brasil também já sabia a lista de seus bens móveis e imóveis, o que era necessário para fundamentar uma ação judicial com o pedido de indisponibilidade de bens, que precederia o ajuizamento de uma queixa-crime, e ainda o pedido de prisão preventiva.

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