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segunda-feira, 19 de novembro de 2007
Relato de um típico caso de assédio moral no Banco do Brasil (7)
Até 2001, o advogado Julio Cesar Ausani esteve sempre ligado ao Nujur, atuando em milhares de processos, e cumprido dezenas de missões, algumas delas em assuntos sigilosos do Banco do Brasil. Até aí, tudo normal. Faz parte das atribuições. Ocorre que a inveja corporativa e a perseguição político-ideológica se puseram em ação quando o advogado Ausani, em 1994 e 1995, começou a ganhar um destaque nacional, atuando junto ao Congresso Nacional e ministérios, em Brasília, a pedido da direção geral do Banco do Brasil. Ausani foi um dos intermediadores para o avanço das discussões e afinal aprovação da lei que flexibilizou a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), permitindo a contratação de cooperativas de trabalho em todo o País.
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