A preocupação com um eventual terceiro mandato do presidente Lula foi a tônica do jantar que na quinta-feira os principais líderes do PSDB. O temor parte sobretudo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e do governador de São Paulo, José Serra. "Há uma convicção de que esse movimento é crescente", afirmou um dos participantes do encontro. Diante desse cenário, os tucanos devem reforçar as conversas internas para tentar interromper qualquer tipo de ação que leve ao terceiro mandato. A principal ação será no Congresso, adotando uma oposição mais firme em relação ao governo de Lula. O grupo, formado por Fernando Henrique, Serra, o governador de Minas, Aécio Neves, e os senadores Sergio Guerra (PE), Tasso Jereissati (CE) e Arthur Virgílio (AM), pensou em fazer uma nota para expressar a posição contrária à mudança de regras eleitorais pelo atual governo. Mas, entenderam que isso só ajudaria a reforçar o debate no PT, dando mais visibilidade ao assunto. Menos apreensivos que Fernando Henrique e Serra estavam o governador mineiro e o novo presidente do PSDB, Sérgio Guerra. Ambos acham que não há espaço político para "um golpe" dessa natureza. Eles avaliam que o próprio presidente Lula barraria esses movimentos por conta de seu passado ao lado dos setores democráticos e progressistas. Esses dois “anjinhos” ainda vão fazer do Brasil uma imensa Venezuela. Os brasileiros se preparem: chega de intermediação, Caracas para capital do Brasil, em vez de Brasília.Assine Vitor Vieira Jornalismo
sexta-feira, 23 de novembro de 2007
PSDB reforça conversas para barrar tentativa de terceiro mandato de Lula
A preocupação com um eventual terceiro mandato do presidente Lula foi a tônica do jantar que na quinta-feira os principais líderes do PSDB. O temor parte sobretudo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e do governador de São Paulo, José Serra. "Há uma convicção de que esse movimento é crescente", afirmou um dos participantes do encontro. Diante desse cenário, os tucanos devem reforçar as conversas internas para tentar interromper qualquer tipo de ação que leve ao terceiro mandato. A principal ação será no Congresso, adotando uma oposição mais firme em relação ao governo de Lula. O grupo, formado por Fernando Henrique, Serra, o governador de Minas, Aécio Neves, e os senadores Sergio Guerra (PE), Tasso Jereissati (CE) e Arthur Virgílio (AM), pensou em fazer uma nota para expressar a posição contrária à mudança de regras eleitorais pelo atual governo. Mas, entenderam que isso só ajudaria a reforçar o debate no PT, dando mais visibilidade ao assunto. Menos apreensivos que Fernando Henrique e Serra estavam o governador mineiro e o novo presidente do PSDB, Sérgio Guerra. Ambos acham que não há espaço político para "um golpe" dessa natureza. Eles avaliam que o próprio presidente Lula barraria esses movimentos por conta de seu passado ao lado dos setores democráticos e progressistas. Esses dois “anjinhos” ainda vão fazer do Brasil uma imensa Venezuela. Os brasileiros se preparem: chega de intermediação, Caracas para capital do Brasil, em vez de Brasília.
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