O ministro da Fazenda, Guido Mantega, reiterou na quarta-feira que o governo Lula não deverá fazer novas concessões para garantir a aprovação da prorrogação da CPMF até 2011. E cobrou da oposição no Senado uma posição "coerente". Segundo o ministro, o governo já fez uma redução "substancial" do imposto do cheque, o que considera uma "solução de equilíbrio". Pela proposta do governo, a alíquota de 0,38% da CPMF sofreria uma redução anual de 0,02 ponto percentual até chegar a 0,30% em 2011. "Nós já fizemos tudo que foi possível. Eu acredito que, com essa proposta, até a oposição poderá ser sensibilizada para a aprovação", disse Mantega. Ele acrescentou que não descarta os votos da oposição no plenário, onde são necessários 49 para a aprovação do imposto do cheque. A prorrogação da CPMF foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal na terça-feira, por 12 votos a nove. Assine Vitor Vieira Jornalismo
sexta-feira, 16 de novembro de 2007
Mantega diz que governo já fez todas as concessões e espera sensibilizar oposição sobre CPMF
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, reiterou na quarta-feira que o governo Lula não deverá fazer novas concessões para garantir a aprovação da prorrogação da CPMF até 2011. E cobrou da oposição no Senado uma posição "coerente". Segundo o ministro, o governo já fez uma redução "substancial" do imposto do cheque, o que considera uma "solução de equilíbrio". Pela proposta do governo, a alíquota de 0,38% da CPMF sofreria uma redução anual de 0,02 ponto percentual até chegar a 0,30% em 2011. "Nós já fizemos tudo que foi possível. Eu acredito que, com essa proposta, até a oposição poderá ser sensibilizada para a aprovação", disse Mantega. Ele acrescentou que não descarta os votos da oposição no plenário, onde são necessários 49 para a aprovação do imposto do cheque. A prorrogação da CPMF foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal na terça-feira, por 12 votos a nove.
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