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segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Investigação do valerioduto mineiro chega a secretário do governador Aécio Neves

A denúncia da Procuradoria Geral da República sobre o valerioduto tucano em Minas Gerais, centrada em episódios da campanha de 1998 à reeleição do ex-governador e hoje senador Eduardo Azeredo (PSDB), deve afetar o futuro político de dois aliados de primeira mão do atual governador Aécio Neves (PSDB-MG). Os tucanos Danilo de Castro e Mauri Torres, secretário estadual de Governo e líder de Aécio Neves na Assembléia Legislativa, respectivamente, avalizaram, em novembro de 2004, após as eleições municipais, empréstimo de R$ 707 mil que a agência de publicidade SMP&B, então propriedade do publicitário Marcos Valério, tomou no Banco Rural. Eles dizem ter atendido a um "pedido pessoal" de Ramon Cardoso, ex-sócio de Marcos Valério. A denúncia da Procuradoria pede que a conduta de Castro e Torres seja apurada pelo Ministério Público de Minas Gerais.

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