O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, disse nesta sexta-feira que um possível déficit do balanço de pagamentos do País não afetaria a economia. O balanço de pagamentos reflete as transações do País com o Exterior, incluindo ingressos financeiros. Em setembro, essa conta teve superávit de US$ 607 milhões e, no ano, de US$ 73,743 bilhões. Essa sobra de dólares, no entanto, está menor na comparação com os últimos anos. Economistas já temem um possível déficit nessa conta a partir de 2009. Disse Henrique Meirelles: "Isso não envolve maiores problemas com o dinamismo da economia brasileira. Temos um volume de reservas significativo e adotamos um regime de câmbio flutuante, que ajusta nossas cotações da moeda em função exatamente das expectativas de fluxo". O presidente do Banco Central reiterou que a economia está sólida e que o setor produtivo é competitivo no mercado internacional. E afirmou que o crescimento vem sendo impulsionado pela demanda doméstica, o que afasta o País das incertezas que envolvem a economia internacional. Assine Vitor Vieira Jornalismo
sábado, 24 de novembro de 2007
Henrique Meirelles diz que déficit de balanço de pagamentos não afetaria economia
O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, disse nesta sexta-feira que um possível déficit do balanço de pagamentos do País não afetaria a economia. O balanço de pagamentos reflete as transações do País com o Exterior, incluindo ingressos financeiros. Em setembro, essa conta teve superávit de US$ 607 milhões e, no ano, de US$ 73,743 bilhões. Essa sobra de dólares, no entanto, está menor na comparação com os últimos anos. Economistas já temem um possível déficit nessa conta a partir de 2009. Disse Henrique Meirelles: "Isso não envolve maiores problemas com o dinamismo da economia brasileira. Temos um volume de reservas significativo e adotamos um regime de câmbio flutuante, que ajusta nossas cotações da moeda em função exatamente das expectativas de fluxo". O presidente do Banco Central reiterou que a economia está sólida e que o setor produtivo é competitivo no mercado internacional. E afirmou que o crescimento vem sendo impulsionado pela demanda doméstica, o que afasta o País das incertezas que envolvem a economia internacional.
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