Videversus continua recebendo documentos, de variadas fontes, relatando irregularidades praticadas pelo empresário Ronei Martins Ferrigolo, atual presidente da Procergs (Companhia de Processamento de Dados do Estado do Rio Grande do Sul), no exercício de cargo de direção da companhia. Agora Videversus tomou conhecimento de um documento devastador. Trata-se de e-mail, datado de 15 de junho de 2007, enviado por pessoa em função técnica da Secretaria da Fazenda para a Procergs, apontando que não existe documentação na empresa comprovando que o atual presidente, o empresário Ronei Martins Ferrigolo, cursou o MBA que foi pago pela empresa, ou seja, MBA pago com dinheiro público. Diz o e-mail: “......Caso 1 : Diretor Ferrigolo – não consta em sua pasta o Certificado de conclusão do curso (não há qualquer menção quanto ao trabalho entregue, .......”. O e-mail entra em mais detalhes, mas o relatado é suficiente para mostrar que o então diretor Ronei Ferrigolo tratou de recursos públicos (como beneficiário) de maneira absolutamente irregular. Não entregou o certificado do curso que diz ter feito; não entregou cópia do trabalho de conclusão do MBA; não há, na sua pasta, até a data acima mencionada, qualquer documento referente à instituição na qual teria cursado o MBA (pós-graduação) pago pela Procergs; não há qualquer comprovação da ligação desse MBA com atividades da Procergs, de forma que comprovasse a utilidade do mesmo para os negócios da companhia. E por aí vai. No dia 15 de junho de 2007, às 15h32m, o presidente ainda era Pedro Gabril. O empresário Ronei Ferrigolo assumiu a presidência da Procergs no dia 17 de setembro. Depois que Videversus passou a mostrar as suas intenções privatistas, e outras situações que mostram a ubiqüidade de sua ação, envolvendo os negócios da Processor e da Citale, já com o empresário Ronei Ferrigolo na presidência, a sua pasta na empresa ganhou uma página extra, o certificado do MBA. Mas, mesmo este não prova nada, porque não foi expedido por entidade educacional regular. Fica evidente que o empresário Ronei Ferrigolo, na presidência da Procergs, está usando do cargo para “tapar os furos” que deixou para trás. O secretário da Fazenda, Aod Cunha de Moraes Junior, também professor universitário, acha isso normal? O que tem a dizer o secretário da Fazenda, superior hierárquico da Procergs, e seu diretor da Despesa, o petista Mateus Bandeira? A Procergs é muito importante para ser tratada com descaso. Essa companhia perpassa toda administração pública gaúcha. No seu data-center repousam, com sigilo e com toda segurança, informações de todos os campos do governo, Polícia Civil, Brigada Militar, Secretária da Saúde, bancos de dados da arrecadação, da folha de pagamento, os cadastros da Secretaria da Educação, etc....Ela é o pulmão invisível do governo. Dá para ver que é uma companhia competente, porque sobrevive às irregularidades patrocinados pelo seu presidente e ex-diretor.Assine Vitor Vieira Jornalismo
segunda-feira, 5 de novembro de 2007
Empresário Ferrigolo não apresentou certificado do MBA pago pela Procergs
Videversus continua recebendo documentos, de variadas fontes, relatando irregularidades praticadas pelo empresário Ronei Martins Ferrigolo, atual presidente da Procergs (Companhia de Processamento de Dados do Estado do Rio Grande do Sul), no exercício de cargo de direção da companhia. Agora Videversus tomou conhecimento de um documento devastador. Trata-se de e-mail, datado de 15 de junho de 2007, enviado por pessoa em função técnica da Secretaria da Fazenda para a Procergs, apontando que não existe documentação na empresa comprovando que o atual presidente, o empresário Ronei Martins Ferrigolo, cursou o MBA que foi pago pela empresa, ou seja, MBA pago com dinheiro público. Diz o e-mail: “......Caso 1 : Diretor Ferrigolo – não consta em sua pasta o Certificado de conclusão do curso (não há qualquer menção quanto ao trabalho entregue, .......”. O e-mail entra em mais detalhes, mas o relatado é suficiente para mostrar que o então diretor Ronei Ferrigolo tratou de recursos públicos (como beneficiário) de maneira absolutamente irregular. Não entregou o certificado do curso que diz ter feito; não entregou cópia do trabalho de conclusão do MBA; não há, na sua pasta, até a data acima mencionada, qualquer documento referente à instituição na qual teria cursado o MBA (pós-graduação) pago pela Procergs; não há qualquer comprovação da ligação desse MBA com atividades da Procergs, de forma que comprovasse a utilidade do mesmo para os negócios da companhia. E por aí vai. No dia 15 de junho de 2007, às 15h32m, o presidente ainda era Pedro Gabril. O empresário Ronei Ferrigolo assumiu a presidência da Procergs no dia 17 de setembro. Depois que Videversus passou a mostrar as suas intenções privatistas, e outras situações que mostram a ubiqüidade de sua ação, envolvendo os negócios da Processor e da Citale, já com o empresário Ronei Ferrigolo na presidência, a sua pasta na empresa ganhou uma página extra, o certificado do MBA. Mas, mesmo este não prova nada, porque não foi expedido por entidade educacional regular. Fica evidente que o empresário Ronei Ferrigolo, na presidência da Procergs, está usando do cargo para “tapar os furos” que deixou para trás. O secretário da Fazenda, Aod Cunha de Moraes Junior, também professor universitário, acha isso normal? O que tem a dizer o secretário da Fazenda, superior hierárquico da Procergs, e seu diretor da Despesa, o petista Mateus Bandeira? A Procergs é muito importante para ser tratada com descaso. Essa companhia perpassa toda administração pública gaúcha. No seu data-center repousam, com sigilo e com toda segurança, informações de todos os campos do governo, Polícia Civil, Brigada Militar, Secretária da Saúde, bancos de dados da arrecadação, da folha de pagamento, os cadastros da Secretaria da Educação, etc....Ela é o pulmão invisível do governo. Dá para ver que é uma companhia competente, porque sobrevive às irregularidades patrocinados pelo seu presidente e ex-diretor.
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