No final de 2006, quando a Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul apreciou o projeto de aumento de impostos, enviado pelo ex-governador Germano Rigotto (PMDB), a pedido da governadora eleita Yeda Crusius (PSDB), as galerias do plenário do Poder Legislativo gaúcho se encheram de empresários, com vistosos adesivos colados ao peito, bradando contra o aumento dos impostos. Entre eles estava Ronei Martins Ferrigolo, dono da empresa Citale (representante de grandes empresas produtoras de softwares de segurança). O projeto foi barrado. Agora, 11 meses depois, na semana passada, quando mais uma vez o projeto de aumento de impostos de Yeda Crusius voltou a ser barrado pela Assembléia Legislativa, faltou um empresário nos protestos: Ronei Martins Ferrigolo, agora presidente da Procergs (Companhia de Processamento de Dados do Estado do Rio Grande do Sul). A presença dele não foi muito sentida, porque lá estavam seus grandes representantes: José Paulo Dornelles Cairoli, presidente da Federasul (Federação das Associações Comerciais do Estado do Rio Grande do Sul), instituição responsável por sua indicação para a presidência da Procergs; e o empresário Renato Turk Faria, grande amigo pessoal do empresário Ferrigolo, outro responsável pela sua indicação para o cargo na Procergs, como presidente do Sindicato das Empresas de Processamento de Dados do Estado do Rio Grande do Sul. Ronei Martins Ferrigolo gasta cerca de R$ 450,00 mensais para pagar suas mensalidades de diretor na Federasul. Poderia exibir os cheques comprobatórios do pagamento de suas mensalidades? Assine Vitor Vieira Jornalismo
domingo, 18 de novembro de 2007
Ainda sobre o empresário Ronei Ferrigolo, presidente da Procergs
No final de 2006, quando a Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul apreciou o projeto de aumento de impostos, enviado pelo ex-governador Germano Rigotto (PMDB), a pedido da governadora eleita Yeda Crusius (PSDB), as galerias do plenário do Poder Legislativo gaúcho se encheram de empresários, com vistosos adesivos colados ao peito, bradando contra o aumento dos impostos. Entre eles estava Ronei Martins Ferrigolo, dono da empresa Citale (representante de grandes empresas produtoras de softwares de segurança). O projeto foi barrado. Agora, 11 meses depois, na semana passada, quando mais uma vez o projeto de aumento de impostos de Yeda Crusius voltou a ser barrado pela Assembléia Legislativa, faltou um empresário nos protestos: Ronei Martins Ferrigolo, agora presidente da Procergs (Companhia de Processamento de Dados do Estado do Rio Grande do Sul). A presença dele não foi muito sentida, porque lá estavam seus grandes representantes: José Paulo Dornelles Cairoli, presidente da Federasul (Federação das Associações Comerciais do Estado do Rio Grande do Sul), instituição responsável por sua indicação para a presidência da Procergs; e o empresário Renato Turk Faria, grande amigo pessoal do empresário Ferrigolo, outro responsável pela sua indicação para o cargo na Procergs, como presidente do Sindicato das Empresas de Processamento de Dados do Estado do Rio Grande do Sul. Ronei Martins Ferrigolo gasta cerca de R$ 450,00 mensais para pagar suas mensalidades de diretor na Federasul. Poderia exibir os cheques comprobatórios do pagamento de suas mensalidades?
Nenhum comentário:
Postar um comentário