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domingo, 18 de novembro de 2007

Ainda sobre o empresário Ronei Ferrigolo, presidente da Procergs

No final de 2006, quando a Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul apreciou o projeto de aumento de impostos, enviado pelo ex-governador Germano Rigotto (PMDB), a pedido da governadora eleita Yeda Crusius (PSDB), as galerias do plenário do Poder Legislativo gaúcho se encheram de empresários, com vistosos adesivos colados ao peito, bradando contra o aumento dos impostos. Entre eles estava Ronei Martins Ferrigolo, dono da empresa Citale (representante de grandes empresas produtoras de softwares de segurança). O projeto foi barrado. Agora, 11 meses depois, na semana passada, quando mais uma vez o projeto de aumento de impostos de Yeda Crusius voltou a ser barrado pela Assembléia Legislativa, faltou um empresário nos protestos: Ronei Martins Ferrigolo, agora presidente da Procergs (Companhia de Processamento de Dados do Estado do Rio Grande do Sul). A presença dele não foi muito sentida, porque lá estavam seus grandes representantes: José Paulo Dornelles Cairoli, presidente da Federasul (Federação das Associações Comerciais do Estado do Rio Grande do Sul), instituição responsável por sua indicação para a presidência da Procergs; e o empresário Renato Turk Faria, grande amigo pessoal do empresário Ferrigolo, outro responsável pela sua indicação para o cargo na Procergs, como presidente do Sindicato das Empresas de Processamento de Dados do Estado do Rio Grande do Sul. Ronei Martins Ferrigolo gasta cerca de R$ 450,00 mensais para pagar suas mensalidades de diretor na Federasul. Poderia exibir os cheques comprobatórios do pagamento de suas mensalidades?

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