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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Guido Mantega diz que inadimplência não preocupa e pede a bancos que emprestem mais
Michel Temer vai acumular presidência da Câmara e do PMDB para impedir disputa no partido
Fatah e Hamas fecham acordo de reconciliação
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
Corpo de Sérgio Naya é liberado pela polícia e segue para Minas Gerais
Europa fecha acordo sobre regulação financeira antes da cúpula do G20
Opep estuda novo corte de produção do petróleo
Leia o artigo de Diogo Mainardi na revista Veja – “Sartre do Hamas”
“Hamas, Hamas, os judeus na câmara de gás”. O bordão foi entoado na Holanda, durante uma passeata organizada por grupos de esquerda para protestar contra a batalha de Gaza. Dois parlamentares do Partido Socialista participaram da passeata. O antissemitismo? Foi tomado pela esquerda. Gadi Luzzato Voghera é autor de um ensaio sobre o assunto, "Antissemitismo à esquerda", da editora Einaudi. Professor da universidade de Veneza, judeu e esquerdista, ele comparou a cumplicidade da esquerda européia com o Hamas à cumplicidade da esquerda européia com o stalinismo. Assim como os intelectuais de esquerda, no passado, se recusaram a condenar o totalitarismo de Stalin e o caráter assassino de seu regime, os intelectuais de esquerda, atualmente, acobertam o totalitarismo do Hamas e o caráter terrorista de seu regime - são os Jean-Paul Sartre do Hamas. O antissemitismo de esquerda é camuflado como antissionismo. Para poder colaborar abertamente com os assassinos do Hamas, os antissemitas de esquerda falsificaram a história, associando os terroristas palestinos aos grupos anticolonialistas do século passado ou ao movimento contra o apartheid na África do Sul, como se Israel fosse um império colonial ou um regime segregacionista. Pior: eles igualaram Gaza ao gueto de Varsóvia, como se Israel fosse a monstruosidade nazista. Em nome do antissionismo, a esquerda acolheu alegremente o despotismo do Hamas, o fundamentalismo religioso, a opressão das mulheres e a retórica genocida contra os judeus. De setembro para cá, o antissemitismo de esquerda ganhou o impulso da crise financeira internacional. De acordo com uma pesquisa realizada em sete países europeus, 31% dos entrevistados culparam os judeus pelos desastres da economia mundial. É o retorno em grande escala daquele arraigado preconceito antissemita do judeu agiota, do judeu conspirador, do judeu inescrupuloso, do judeu golpista. Agora é a vez do judeu do subprime, do judeu dos ativos tóxicos, do judeu capitalista. Os novos Protocolos dos Sábios do Sião afirmam que o neoliberalismo é obra de judeus apátridas, como Bernard Madoff, e que só a esquerda pode extirpá-lo, com um vigoroso Pogrom keynesiano de investimentos estatais. A esquerda nem sempre foi assim. Eu, como Tristram Shandy, relato o que aconteceu antes de meu nascimento, quando ainda estava acomodado no útero materno. Passei a gravidez num kibbutz, em Israel. O kibbutz Ashdot Iaakov, pertinho do mar da Galiléia, aos pés das colinas de Golan. Data: 1962. Lá estou eu, boiando no líquido amniótico. Lá está ela, minha mãe, aos 27 anos, grávida de mim, trabalhando na creche do kibbutz. Lá está ele, meu pai, colhendo uvas no vale do Jordão. E lá está ele, meu irmão, aprendendo hebraico na escola. Nenhum deles era - ou é - judeu. O que faziam num kibbutz? Experimentavam a vida comunitária, aquele ideal socializante de irmandade e de partilha dos bens. O ideal socializante, agora, é outro: - Hamas, Hamas, os judeus na câmara de gás.Marolinha - BNDES não tem como interferir nas demissões da Embraer
Marolinha - Sindicalistas ameaçam para a Embraer por causa das demissões
Sindicalistas foram ao Palácio do Planalto na sexta-feira pedir a interferência do presidente Lula nas demissões de 4.200 empregados da Embraer, mas acabaram recebidos apenas por um assessor. Eles ameaçam parar a empresa se as demissões não forem revertidas. "Nós achamos que não basta o presidente ficar indignado. Ele tem que tomar uma medida efetiva que exija que a empresa readmita os trabalhadores ou então reestatize a companhia", disse Luiz Carlos Prates, secretário-geral da Coordenação Nacional de Lutas (Conlutas – está confederação pertence ao PSOL). A Embraer anunciou na última quinta-feira a demissão de 4.200 funcionários no Brasil e em mais três países justificando a medida em função da crise financeira internacional. Para o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e Região, Adilson dos Santos, o governo tem como bloquear a situação uma vez que a Embraer recebe empréstimos do BNDES. Santos afirma que se a empresa não voltar atrás na decisão, "nós vamos ter que mobilizar os trabalhadores e parar a Embraer". Santos viu falta de consideração no fato de o presidente Lula não receber os sindicalistas. Lula vai receber a direção da Embraer em Brasília na próxima quarta-feira para discutir os cortes.Marolinha - Lula sabia de demissões na Embraer desde a última segunda-feira
Marolinha – Lula cai na real e admite que agora é tsunami
Organização terrorista libanesa Hizbollah ataca Israel com míssel
PMDB orienta Furnas a trocar comando de fundo de pensão
Egito abre passagem na fronteira com Gaza por 48 horas
As autoridades egípcias anunciaram no sábado a passagem fronteiriça de Rafah, entre a faixa de Gaza e o Egito, e a manterá aberta até esta segunda-feria. A abertura das passagens permitirá o retorno à faixa de Gaza de vários pacientes que foram tratados fora de Gaza, assim como a travessia ao Egito de jornalistas e delegações humanitárias e médicas que tinham entrado na faixa de Gaza. O posto fronteiriço de Rafah, o único entre o Egito e a faixa de Gaza, foi fechado em junho de 2007, em coordenação com Israel, que na mesma época impôs um bloqueio econômico à região.Inquérito da Polícia Federal liga Sarney a desvios da empreiteira Gautama
Jovens italianos mandam carta a Lula pela extradição do terrorista Cesare Battisti
Presidente da Bolívia denuncia infiltração da CIA em petrolífera estatal
Senador usou verba em fábrica fantasma
O empresário Roberto Cavalcanti (PRB-PB), senador recém empossado, já foi cobrado sobre os processos de que é alvo na Justiça Federal. Após o carnaval, poderá ter de explicar o envolvimento de uma de suas empresas, a Companhia Sulamericana de Brinquedos, em um processo administrativo na Sudene (nº 28110.35.079/84-dv), órgão vinculado ao Ministério da Integração Nacional, por indícios de desvio de verbas federais do Fundo de Investimento do Nordeste (Finor). O Ministério da Integração Nacional confirma que a empresa, aberta em fevereiro de 1985, recebeu, de 1991 a 2000, repasses de R$ 8,8 milhões. Deveria ser uma fábrica de brinquedos e artefatos de plástico para uso doméstico, mas nunca produziu uma única boneca. O projeto de implantação foi aprovado em 27 de novembro de 1987, e os primeiros recursos liberados quatro anos depois. O valor corrigido chegaria a R$ 66 milhões. Relatório da Sudene de dezembro de 2000 constatou, porém, que a obra estava paralisada. Havia só galpões ainda inativos. Os repasses foram suspensos, mas a investigação percorre as gavetas da burocracia há oito anos, sem solução. A partir da constatação final de paralisação do projeto, em 2002, foram suspensos os repasses. Cavalcanti passou a receber sucessivas notificações para se defender, sem conclusão do processo instaurado, até hoje. É uma maravilha...... Agora, então, que o cara se tornou senador...... Ministro Carlos Lupi quer implodir representação dos patrões no Codefat
Petrobras dá início ao sonho de exploração do campo de Tupi
Embarques de minério de ferro para a China serão recordes no primeiro trimestre
New York Times suspende pagamento de dividendos
Depois de hipotecar sua sede e vender anúncio na primeira página, rompendo uma longa tradição, o jornal The New York Times decidiu suspender o pagamento de dividendos a acionistas na última quinta-feira. É a primeira vez em 40 anos que o jornal toma essa medida. A decisão, segundo o jornal, é devido à queda nas receitas. “A decisão prevê que a empresa trabalhe com mais flexibilidade financeira dada a atual conjuntura econômica e as perspectivas incertas do negócio”, disse o presidente Arthur Sulzberger Jr. Os dividendos deveriam ter sido pagos em outubro passado. Em maio de 2007, a empresa havia elevado o dividendo trimestral a 23 centavos de dólar. Em novembro passado, o New York Times Co. cortou o dividendo para 6 centésimos de dólar. O valor decrescente fez com que a empresa suspendesse os pagamentos.Azul lança no serviço mais duas aeronaves Embraer
Crise fecha mais um pequeno banco nos Estados Unidos
Um pequeno banco do Estado do Oregon é a mais nova vítima da crise que atinge o setor nos Estados Unidos. O Silver Falls Bank é o 14º a fechar as portas só neste ano de 2009, segundo a Corporação Federal de Seguro de Depósito, órgão regulador bancário do país. Sediado em Silverton, o Silver Falls Bank tinha US$ 131,4 milhões em ativos e US$ 116,3 milhões em depósitos. A Corporação Federal de Seguro de Depósito aprovou um acordo com o Citizens Bank, do mesmo Estado, que assumirá o total dos depósitos. O Citizens Bank também aceitou comprar US$ 13 milhões em ativos, com a Corporação Federal absorvendo o restante. O órgão avalia em US$ 50 milhões o custo da falência, a segunda no Oregon em uma semana.Filial da GM no Canadá pede ajuda para manter produção
A subsidiária canadense da (GM) General Motors apresentou na sexta-feira um plano de reestruturação das operações da empresa no país e pediu ajuda econômica às autoridades canadenses para continuar produzindo veículos no país. A GM Canada não especificou o valor solicitado aos governos federal e da província de Ontário, mas se comprometeu a manter, entre 2009 e 2014, uma parcela de produção no país entre 17% e 20% do que produzir nos Estados Unidos. Em dezembro, o Canadá se comprometeu a fornecer ao setor automobilístico doméstico 25% da ajuda que recebessem das autoridades norte-americanas. Após o compromisso inicial de Washington de entregar US$ 17,4 bilhões a GM e Chrysler, o Canadá disse que ajudaria as duas empresas com algo mais de US$ 3 bilhões. Na terça-feira, a General Motors (na foto, seu edifício sede, em Chicago) apresentou seu plano de reestruturação nos Estados Unidos e disse que o número final de ajuda pública poderia rondar os US$ 30 bilhões. O valor deixaria as ajudas canadenses a General Motors em torno dos US$ 6 bilhões. A GM levou na quinta-feira um grande golpe após a montadora sueca Saab apresentar declaração de insolvência, claro sinal de que pode falir em decorrência da crise financeira. STJ tranca ação penal contra casal de bispos da Igreja Renascer por sonegação fiscal
Promotoria de Alagoas denuncia seis por "limpeza social" em presídios
José Serra lança pacote de recolocação de demitidos da Embraer
Marolinha - Itaú demite cem funcionários da área de investimentos
STJ permite que filho de Sarney tenha acesso a inquérito que investiga crimes financeiros
A 6ª Turma do Superior Tribunal de Justiça concedeu habeas-corpus permitindo que Fernando Sarney tenha acesso aos autos do inquérito que tramita na 1ª Vara Federal da Seção Judiciária do Maranhão. Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), é empresário e administra os negócios da família no Maranhão. O habeas-corpus também beneficia Teresa Cristina Murad Sarney. O filho de Sarney é citado em inquérito que apura uso de caixa dois na campanha da senadora Roseana Sarney (PMDB-MA) ao governo do Estado, em 2006. No habeas-corpus, a defesa de Fernando Sarney alegou que o investigado tem o direito de conhecer a acusação e de ser assistido por advogado. A defesa também alegou que suspeita que o sigilo do inquérito possa estar sendo violado pela Polícia Federal. Reportagem do jornal Folha de S. Paulo transcreveu um telefonema entre Sarney e Fernando captado por uma escuta legal feita pela Polícia Federal. Na gravação, os dois aparecem discutindo o uso de duas empresas de comunicação da família, a TV Mirante (afiliada da Rede Globo) e o jornal "O Estado do Maranhão", para veicular denúncias contra rivais na política maranhense que integram o grupo do atual governador, Jackson Lago (PDT). Fernando é o principal alvo da Operação Boi Barrica, que investiga movimentações financeiras suspeitas de empresas da família Sarney no período eleitoral de 2006. O grampo foi feito pela PF nos telefones de Fernando, que sacou R$ 2 milhões nos dias 25 e 26 de outubro daquele ano, três dias antes do segundo turno. Deputada italiana critica carta com pedido de perdão do terrorista Cesare Battisti
A deputada italiana Margherita Boniver, membro da coalizão Povo da Liberdade, do primeiro-ministro Silvio Berlusconi, criticou na sexta-feira o pedido de perdão feito pelo terrorista Cesare Battisti em uma carta lida na quinta-feira no Congresso brasileiro pelo senador José Nery (PSOL-PA). "Impressiona-me a atitude de Cesare Battisti, que chega ao paradoxo de apelar à Itália cristã. Além do pudor, Battisti perdeu evidentemente também a memória", disse a parlamentar. Margherita ironizou a atitude do terrorista, que no texto pediu aos cidadãos italianos que apelassem “a seu lado cristão” para perdoar os atos cometidos por ele durante o período em que aderiu à luta armada. "Se, como espero, for extraditado para a Itália, Battisti deverá cumprir a sua pena nas prisões italianas, e não nas do Vaticano", afirmou a deputada. O ex-membro do grupo Proletários Armados pelo Comunismo foi condenado à prisão perpétua em seu país por quatro assassinatos ocorridos no fim da década de 1970.Lula diz a ministros que pretende acelerar ações sociais do governo federal
Por mais de cinco horas, o presidente Lula ouviu na sexta-feira um relato minucioso sobre todos os projetos sociais realizados pelo governo federal em 16 ministérios. Para Lula, é fundamental intensificar as reuniões individuais com os ministros e secretários-executivos para acelerar as ações sociais do governo federal. Nos próximos dias deverá ser anunciado o pacote nacional de habitação cuja meta é construir 1 milhão de moradias populares até o final de 2010. É óbvio que é um pacote-fantasia, o governo Lula não construirá nem 10 casas. É mais um programa de papel. A ministra chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, fez uma exposição a Lula e aos demais colegas sobre a proposta para o pacote. O objetivo das medidas é criar alternativas de financiamentos a juros menos elevados para que os trabalhadores de baixa renda tenham condições de ter acesso ao crédito mobiliário. Paralelamente, o presidente exige que as construções sejam de qualidade. domingo, 22 de fevereiro de 2009
Ditador Hugo Chávez reconhece que Venezuela enfrenta panorama muito difícil
O presidente venezuelano, o tiranete caribenho Hugo Chávez, reconheceu na sexta-feira que seu país enfrenta um panorama econômico "muito difícil", devido à forte queda do preço do petróleo. Mas, Chávez afirmou que, apesar da crise fiscal vivida na Venezuela, quinto maior exportador mundial de petróleo, seu governo "revolucionário" manterá a despesa social, que representa 48% do orçamento nacional de 2009, segundo dados oficiais. "O preço do petróleo venezuelano está muito baixo, por volta de US$ 36,00 e em nosso orçamento nacional está em US$ 60,00 por barril", disse o ditador em ato militar transmitido em cadeia nacional obrigatória de rádio e televisão. "A receita proveniente das exportações de petróleo está pela metade, e isso para a Venezuela é muito difícil", reconheceu o ditador, que até agora tinha afirmado que seu país estava blindado contra o impacto da crise mundial.Netanyahu aceita convite oficial para cargo de primeiro-ministro de Israel
CGU diz que não vê nenhuma irregularidade no encontro de prefeitos
TRE de São Paulo rejeita contas de campanha do PT de 2004
Dólar fecha semana a R$ 2,39, na maior cotação deste ano
A elevada aversão ao risco que dominou o ambiente de negócios da semana empurrou o dólar comercial para sua maior cotação do ano. Nas últimas operações da sexta-feira, a moeda norte-americana foi vendida por R$ 2,392, em alta de 1,70%. Analistas citam duas explicações para justificar a alta das cotações nos últimos dias. Primeiro, a preocupação do mercado internacional com a solvência de grandes bancos norte-americanos e europeus. A gravidade da situação chegou a tal ponto que o termo "estatização", impensável até há alguns meses, tornou-se um termo corrente no debate entre especialistas de repercussão mundial. Nesse quadro, há a fuga dos investidores para os títulos do Tesouro norte-americano, ainda vistos como um "porto seguro" em um cenário turbulento. Profissionais de mercado também destacam a ação de grandes agentes financeiros, que detém contratos futuros de moeda, e que ganham com a desvalorização do real. Esses agentes financeiros aproveitam o quadro de nervosismo generalizado para puxar as cotações da moeda norte-americana e auferir ganhos.
Produtores rurais argentinos realizam nova paralisação comercial
Fiat obtém linha de crédito de 1 bilhão de euros
Vale do Rio Doce quer aproveitar a crise e reduzir custos de projetos
Estados Unidos podem estatizar bancos temporariamente
Bancos na União Européia têm US$ 23 trilhões em títulos sob risco de calote
Avon prevê cortar até 3.000 empregados nos próximos quatro anos
A empresa norte-americana de cosméticos Avon informou na sexta-feira que vai estender seu programa de reestruturação, congelando salários e contratações, e aumentar a contratação de representantes de vendas, uma vez que com um dólar mais forte os produtos estão mais caros para os clientes no Exterior. Muitos varejistas foram atingidos pela valorização do dólar forte, incluindo a Avon, que tem uma grande presença internacional. O diretor de vendas da maior empresa de cosméticos do mundo informou que 77% das vendas ocorrem fora dos Estados Unidos. Avon, que lançou um plano de reestruturação há alguns anos, informou ao longo dos próximos quatro anos o programa irá afetar entre 2.500 a 3.000 vagas em todo o mundo. A companhia espera que seu programa de reestruturação inicial resulte na poupança anual de US $ 900 milhões.Gasto de brasileiros no Exterior cai 24% em janeiro com crise e dólar em alta
Deputados gastam R$ 4,8 milhões da verba indenizatória no recesso parlamentar
Governo holandês descarta nova injeção de capital no grupo financeiro ING
O ministro das Finanças da Holanda, Wouter Bos, descartou na sexta-feira que o grupo financeiro ING, que atua nos segmentos de bancos e seguros, precise de uma nova injeção de capital, após as ações da instituição terem caído mais de 12% na Bolsa de Amsterdã. A ING "é uma empresa saudável, e isso é confirmado pela atitude dos poupadores e clientes", afirmou Bos em entrevista após reunião do Conselho de Ministros. No fechamento da Bolsa de Amsterdã, na sexta-feira, as ações da ING encerraram o dia com queda de 12,3%; durante o pregão, chegaram a cair 16%. O jornal econômico "Het Financieele Dagblad" disse em seu site que a queda no valor das ações deve-se a boatos no mercado financeiro de que a ING não poderá continuar pagando os juros de suas obrigações. A VEB (Associação para os Interesses dos Acionistas) emitiu um comunicado no qual pede à ING que esclareça sua postura sobre o pagamento dos juros das obrigações. A ING anunciou hoje a colocação de uma emissão de bônus de cinco anos avalizada pelo governo holandês, dentro do mecanismo de garantia de créditos estabelecido pelas autoridades de Haia. Para combater a crise, o grupo já recebeu no último mês de outubro uma injeção de capital de 10 bilhões de euros (cerca de US$ 12,8 bilhões) por parte do governo holandês e deve receber em breve nova ajuda estatal. Na última quarta-feira (18) o ING anunciou um prejuízo líquido de 729 milhões de euros (cerca de US$ 937 milhões) em 2008, contra um lucro líquido de 9,2 bilhões de euros (cerca de US$ 11,8 bilhões) um ano antes.Morales aceita supervisão internacional sobre aplicação da nova Constituição
Arrecadação menor reduz superávit primário do governo Lula em 72%
Número de passageiros de empresas aéreas no Brasil cresce para 28 milhões
Netanyahu pede reunião com Livni para discutir coalizão
Pouco depois de aceitar a tarefa de tentar formar o próximo governo de Israel, Binyamin Netanyahu, líder do conservador partido Likud, arranjou um encontro com sua maior rival, Tzipi Livni, líder do centrista e governante Kadima, para este domingo, para negociar uma coalizão. Livni, que rejeitou na manhã de sexta-feira participar de uma coligação em torno de Netanyahu, alertou o líder do Likud, por telefone, que ele já sabe sua posição e que nada impede o encontro, segundo o jornal israelense "Haaretz". O presidente de Israel, Shimon Peres, anunciou na sexta-feira que Netanyahu foi o escolhido para tentar formar um governo de coalizão com a maioria no Parlamento. O líder do Likud tem agora 42 dias para oficializar as alianças que obteve desde as eleições legislativas do último dia 10. Na eleição, o Likud ficou em segundo lugar, com 27 cadeiras, uma a menos que o centrista e governante Kadima. Contudo, Netanyahu foi fortalecido pela vitória significativa do bloco da direita, que declarou apoio ao líder do Likud em reuniões com o presidente Peres na quinta-feira. A grande questão para Netanyahu é saber se a coalizão que vai sustentar o novo governo conseguirá se manter em um cenário externo adverso às ideias defendidas pelos partidos de direita, ou se aceita as condições de Livni para uma configuração mais centrista do novo gabinete.Jornalista suíço é investigado por vazamento de informações sobre advogada brasileira
Deputado catarinense diz que refúgio ao terrorista Battisti ameaça relação de Brasil com a Itália
Parlamentares italianos criticam "pedido de perdão" do terrorista Cesare Battisti
O líder da coalizão PDL (Povo da Liberdade) no Senado italiano, Maurizio Gasparri, criticou na sexta-feira a carta do terrorista Cesare Battisti, na qual o italiano pede perdão aos cidadãos de seu país pelos atos que cometeu durante a luta armada. No texto, lido na quinta-feira pelo senador brasileiro José Nery (PSOL-PA) no plenário, Battisti pede que os italianos os perdoem e que a Itália mostre seu "lado cristão", pois o "perdão é um ato de nobreza". "Queremos perguntar a Battisti de que coisa a Itália deveria perdoá-lo. Pelos homicídios brutais que ele cometeu? Se for por isso, então significa que ele admite os crimes. E, se admite, está disposto a vir para a Itália pedir publicamente desculpa pelas atrocidades que cometeu?", questionou Gasparri. "Onde estava sua fé cristã enquanto matava inocentes? Ao invés de escrever cartas ridículas, comece a cumprir sua pena na prisão do nosso país. Talvez assim, com a devida humildade, Battisti poderá novamente pedir perdão aos familiares das pessoas que ele e seus companheiros mataram", afirmou o líder da bancada do PDL no Senado. O documento de oito páginas, escrito à mão pelo italiano que está preso desde 2007 no Brasil, foi levado a plenário na última quinta-feira pelo senador Eduardo Suplicy (PT-SP), que pediu a Nery que o lesse. "Cesare Battisti ainda quer se mostrar franco, diferente dos seus companheiros que estão cumprindo a pena pelos brutais homicídios cometidos. Sua carta é uma astúcia vergonhosa, a extrema tentativa de fugir de um retorno à Justiça italiana", disse a deputada Michaela Biancofiore (PDL). Para ela, "pedir perdão à Itália cristã sem um real arrependimento pelos vários homicídios, é absolutamente inaceitável".Brasil produzirá matéria-prima para insulina a partir de 2011
Arrecadação de impostos cai 7,26% em janeiro e soma R$ 61,4 bilhões
Dívida externa cai para US$ 199,5 bilhões
TSE concede licença a Joaquim Barbosa para tratamento de saúde
Turbinas eólicas fornecem energia ecológica no Alasca
Para além dos barcos de pesca, das casas confortáveis e dos tanques de combustível diesel que marcam a aldeia esquimó de Tooksook Bay, na costa do Mar de Bering, três imensas turbinas eólicas se erguem por sobre a tundra. Uma das paisagens mais ásperas dos Estados Unidos está se provando terreno fértil para a energia ecológica. À medida que aumenta o interesse por formas mais limpas de geração de energia em todo o país, o Alasca rapidamente se torna um campo de testes para novas tecnologias e vem oferecendo uma improvável experiência de apoio à energia renovável em um Estado produtor de petróleo. Os defensores da energia renovável dizem que o Alasca, com suas costas expostas a ventos fortes, seus rios inexplorados e seus grandes recursos em força das marés e das ondas, poderia rapidamente se tornar um líder nacional no campo da energia renovável. O Estado gera quase 24% de sua eletricidade de fontes renováveis (quase exclusivamente hidrelétricas) e a governadora Sarah Palin anunciou no mês passado que seu objetivo era chegar aos 50% até 2025. A Associação Elétrica de Kotzebue, no noroeste do Alasca, foi a primeira a demonstrar o valor da energia eólica para projetos em larga escala de energia, em 1997. Desde então, nove outras comunidades rurais instalaram turbinas e há dezenas de outras contemplando projetos. Uma revisão estadual concluída em 2008 determinou que a energia eólica era técnica e talvez financeiramente viável em mais de 100 aldeias do Alasca, de acordo com Martina Dabo, a coordenadora de programas de energia eólica na Autoridade de Energia do Alasca, uma organização pública que tem por missão reduzir o custo da energia. A Northern Power Systems, uma empresa fabricante de turbinas eólicas em Barre, Vermont, vem aproveitando o novo interesse do Alasca no vento. A empresa projetou sua turbina de 100 kilowatts para operação no Polo Sul, que não é um grande mercado, mas agora tem turbinas em oito aldeias do Alasca, incluindo Tooksook Bay.sábado, 21 de fevereiro de 2009
Embraer demite 220 em Botucatu
Governo colombiano nega que chefe das Farc esteja à beira da morte
O ministro de Defesa colombiano, Juan Manuel Santos, descartou a hipótese de que o chefe militar das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia, organização terrorista e traficante de cocaína) corra risco de morte nas florestas do sul do país, mas confirmou que ele está doente e cercado pelo Exército. O jornal "El Nuevo Herald" havia informado na sexta-feira que "Mono Jojoy", apelido do terrorista Jorge Briceño Suárez, estaria à beira da morte em um acampamento clandestino da selva colombiana, devido a uma diabetes crônica tratada erroneamente. "Tudo é certo, menos que esteja agonizando, nós da inteligência não temos informação disso. Sabemos que está doente, acabado, cercado, porque a pressão militar sobre ele é implacável, mas que esteja agonizando é uma informação que não temos", disse. A publicação informa que há dois anos o estado de saúde de Mono Jojoy é grave e piorou, e ele se encontraria atualmente em uma fase terminal. "Mono Jojoy está puro osso. Não tem comida nem remédios e seus subordinados precisam carregá-lo quando têm que trocá-lo de acampamento", informou o jornal.