
O ministro Edson Fachin, do Supremo, negou seguimento – julgou inviável – ao Habeas Corpus 166371 , no qual a defesa do ex-gerente de Empreendimentos da Petrobrás, Márcio de Almeida Ferreira, pedia a anulação da ação penal em que acabou condenado pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, no âmbito na Operação Lava Jato. Em fevereiro de 2018, o ex-gerente da estatal petrolífera foi condenado pelo então juiz federal Sérgio Moro a 10 anos e três meses de reclusão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. O Ministério Público Federal no Paraná denunciou, na mesma ação penal, Márcio de Almeida Ferreira e outros cinco investigados por propina de R$ 150 milhões relacionada à Área de Gás e Energia da estatal. O caso chegou ao Supremo após o Superior Tribunal de Justiça negar habeas corpus, destacando que as instâncias ordinárias concederam acesso aos dados solicitados e permitiram a ampla defesa. No Supremo, os advogados do executivo alegavam que "a integralidade dos acordos de colaboração que implicariam seu cliente não teria sido franqueada à defesa". Segundo Fachin, a questão levantada no HC foi objeto de análise na sentença, na qual o juízo de primeiro grau assentou que outros elementos probatórios alegados pela defesa diziam respeito a fatos envolvendo outras pessoas e empresas, ainda sob investigação, e não compõem o objeto da ação penal.
As instâncias antecedentes, apontou o relator, assentaram que todos os atos de colaboração referentes à ação penal instaurada contra Ferreira foram liberados à defesa técnica. Para o ministro, a existência de elementos de provas relacionados a outros contextos não é circunstância apta a invalidar a sentença condenatória, ainda pendente de recurso de apelação. De acordo com o ministro, os autos não demonstram a existência de elementos de prova relacionados ao objeto da ação penal e que tenham sido sonegados à defesa. O relator destacou que o habeas corpus não é meio processual adequado para desconstituir as premissas analisadas pelas instâncias próprias.
Um comentário:
O PT é um partido bregaço, Kitsch político, atrasado, com cabeça no século XX. Baranguérrimo; hiper defasado. Cafonérrimo. Só atura isso, quem é atrasado.
O PT sempre (ou melhor: já durante um bom tempo e bem longo) viveu de clichês publicitários, apenas e nada mais. O PT é de uma pobreza enorme sem os clichês e frasezinhas. . A entrevista não foi diferente. Ao estilo de:
“Muito engana-me, que eu compro”
Nós todos apreciamos consumir alguma coisa, com certa constância. Então isso é bom.
Eis:
Vive o PT© de clichês publicitários bem elaborados por marqueteiros.
Nada espontâneo.
Mas apenas um frio slogan (tal qual “Danoninho© Vale por Um Bifinho”/Ou: “Fiat® Touro: Brutalmente Lindo”). Não tem nada a ver com um projeto de Nação.
Eis aqui a superficialidade do PETISMO:
0.“Coração Valente©”
1.“Pátria Educadora™” [Buá; Buá; Buá].
2.“Haddad agora é verde-amarelo®” [rsrsrs].
3.“A Copa das Copas ®”
4.“Fica Querida©”
5.“Impeachment Sem Crime é Golpe™” [lol lol lol]
6. "Pronatec©, transformando a Vida de Milhões de brasileiros ™"[kkk].
7.“Foi Golpe™”
8.“Fora Temer©”
9.“Ocupa Tudo®”
10.“Lula Livre®”
11.“®eleição sem Lula é fraude” [kuá!, kuá!, kuá!].
12.“O Brasil Feliz de Novo ™”
13.“Lula é Haddad Haddad é Lula®” [kkkk]
14.“Ele não®”.
15.“Controle social da mídia” (hi! hi! hi!): desejo do petismo.
16.“LUZ PARA TODOS™” (KKKKK).
17. (…e agora…):
“Ninguém Solta a Mão de Ninguém ©”
18.
“SKOL®: a Cerveja que desce RedondO”.
PT© é vigarista e
é Ersatz.
PT Vive de ótimos e CALCULADOS mitos publicitários.
É o tal de: “me engana que eu compro”.
Produtos disfarçados, embalagens mascaradas e rótulos mentirosos. PT!
Saúde! Alta-Cultura! Segurança! Educação!
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