O assessor especial da Presidência da República para assuntos internacionais, Marco Aurélio “Top Top” Garcia, explicou-se sobre o que pensa a respeito das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), organização terrorista e traficante de cocaína. Em carta encaminhada ao vice-presidente da Comissão de Relações Exteriores, senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG), Marco Aurélio “Top Top” Garcia disse que suas declarações sobre o assunto induziram o parlamentar a entender de forma equivocada sua posição: "É possível que uma leitura truncada e ligeira de minhas declarações tenham lhe induzido a equívocos". Segundo ele, o governo brasileiro se abstém de "caracterizar" ações armadas estrangeiras. E mais, ele diz que o governo Lula “não age como agência classificadora". A carta de Marco Aurélio “Top Top” Garcia foi uma resposta ao discurso proferido pelo senador Eduardo Azeredo na última quarta-feira, quando este desafiou o “clone de chanceler” a "rever" sua opinião sobre as Farc, como fez o presidente da Venezuela, Hugo Chávez. Assine Vitor Vieira Jornalismo
domingo, 15 de junho de 2008
Marco Aurélio “Top Top” Garcia diz em carta que suas declarações sobre as Farc foram mal-entendidas
O assessor especial da Presidência da República para assuntos internacionais, Marco Aurélio “Top Top” Garcia, explicou-se sobre o que pensa a respeito das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), organização terrorista e traficante de cocaína. Em carta encaminhada ao vice-presidente da Comissão de Relações Exteriores, senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG), Marco Aurélio “Top Top” Garcia disse que suas declarações sobre o assunto induziram o parlamentar a entender de forma equivocada sua posição: "É possível que uma leitura truncada e ligeira de minhas declarações tenham lhe induzido a equívocos". Segundo ele, o governo brasileiro se abstém de "caracterizar" ações armadas estrangeiras. E mais, ele diz que o governo Lula “não age como agência classificadora". A carta de Marco Aurélio “Top Top” Garcia foi uma resposta ao discurso proferido pelo senador Eduardo Azeredo na última quarta-feira, quando este desafiou o “clone de chanceler” a "rever" sua opinião sobre as Farc, como fez o presidente da Venezuela, Hugo Chávez.
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