segunda-feira, 10 de julho de 2017

Petrobras reduz em 2% preço da gasolina nas refinarias


A Petrobras reduziu o preço da gasolina vendida nas suas refinarias às distribuidoras em 2% e do diesel, em 1,7%. O reajuste entra em vigor nesta terça-feira (11). O anúncio foi feito no site da companhia. Esse é o quinto reajuste, neste mês, para os dois produtos. Houve reduções em quatro deles, sendo as maiores no dia 1º, quando os preços para a gasolina tiveram redução de 5,9% e os de diesel, de 4,8%. A única alta no período foi no dia 4 de julho, de 1,8% para a gasolina e 2,7% para o diesel. As alterações em julho foram anunciadas após a empresa divulgar, no dia 30 de junho, a revisão da política de preços do diesel e da gasolina comercializados em suas refinarias. Segundo a empresa, era para aumentar a frequência de ajustes nos preços, que passou a vigorar no dia 3 de julho.

Com isso, a área técnica de marketing e comercialização da companhia passou a ter competência para fazer ajustes nos preços, a qualquer momento, inclusive diariamente, desde que os reajustes acumulados por produto estejam, na média Brasil, dentro de uma faixa determinada de -7% a 7%, respeitando a margem estabelecida pelo Grupo Executivo de Mercado e Preços (GEMP). Reajustes fora desta faixa precisam ser autorizados pelo grupo.

A revisão da política de preços foi determinada após a avaliação do GEMP de que os ajustes que vinham sendo praticados, desde o anúncio da nova política em outubro de 2016, não estavam sendo “suficientes para acompanhar a volatilidade crescente da taxa de câmbio e das cotações de petróleo e derivados, recomendando uma maior frequência nos ajustes”. Para a companhia, a revisão da política “permitirá maior aderência dos preços do mercado doméstico ao mercado internacional no curto prazo e possibilitará a companhia competir de maneira mais ágil e eficiente”.

Ex-CEO da MtGox será julgado por Bitcoins desaparecidos no Japão

O ex-CEO da casa de câmbio de Bitcoin MtGox será julgado nesta terça-feira (11) em Tóquio pelo desaparecimento de milhões de dólares da moeda virtual de seus cofres digitais. O francês Mark Karpeles - outrora líder da maior plataforma de câmbio de Bitcoin do mundo, que viveria numa cobertura cujo aluguel custa 11 mil dólares - enfrenta acusações de fraude e manipulação de dados. Aos 32 anos, ele foi preso em agosto de 2015 e libertado sob fiança quase um ano depois, acusado de fraudar dados e embolsar milhões em Bitcoins. A MtGox, que dizia controlar 80% do tráfego global de Bitcoins, fechou em 2014 após admitir que 850 mil moedas, equivalente a cerca de 480 milhões de dólares à época, tinham desaparecido de seus cofres virtuais. Em um primeiro momento, a empresa alegou que uma falha no software permitiu que hackers roubassem as moedas virtuais. Karpeles, mais tarde, anunciou ter encontrado cerca de 200 moedas numa "carteira fria" - um dispositivo de armazenamento, como um cartão de memória, que não é conectado a outros computadores.

Baseada em Tóquio, a MtGox declarou falência pouco após o desaparecimento do dinheiro, gerando a revolta de investidores que pediam respostas e minando a reputação da moeda digital. Karpeles, que diz estar trabalhando como consultor de TI, publica bastante nas redes sociais e já comentou questões acerca de Bitcoins, mas não fala sobre o seu caso. Com o escândalo da MtGox, o Japão aprovou uma lei estipulando que todas as trocas em moedas virtuais devem ser reguladas pela Agência de Serviços Financeiros.

As moedas digitais são geradas a partir de complexas cadeias de interações entre uma grande rede mundial de computadores e não são aceitas por nenhum governo ou banco central. Apesar do fim da MtGox e das preocupações acerca da segurança, o Bitcoin e suas centenas de moedas digitais concorrentes têm se tornado cada vez mais populares e aceitas por vendedores no mundo todo. O valor do Bitcoin sofreu grande volatilidade em sua curta vida, saltando de alguns centavos de dólar para os cerca de 2.500 dólares atuais.

Número de CPFs negativados cresce 1,5 milhão no primeiro semestre de 2017

Com a recuperação lenta da atividade econômica e do emprego, o número de consumidores inadimplentes aumentou no primeiro semestre do ano. De acordo com dados da Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL) e do SPC Brasil, a quantidade de CPFs negativados no País chegou a 59,76 milhões no final de junho, um volume 1,5 milhão superior ao do final do ano passado e equivalente a 39,6% da população com idade entre 18 e 95 anos. Contra junho do ano passado, porém, há uma redução de 0,83%. "A estimativa de devedores vem se mantendo próxima ao patamar dos 59 milhões desde o segundo trimestre do último ano. Isso acontece porque, se as dificuldades do cenário recessivo fazem crescer o número de devedores, a maior restrição do crédito e a queda na propensão do consumo por parte das famílias agem na direção contrária, limitando o crescimento da inadimplência", avaliou o presidente da CNDL, Honório Pinheiro.

A inadimplência é mais forte no grupo de consumidores que têm entre 30 e 39 anos. Segundo o levantamento da entidade, mais da metade dessa população (50,44%) estava com o nome incluído em listas de proteção ao crédito, num total de 17,2 milhões de pessoas. A inadimplência também é alta nos grupos de 40 a 49 anos (47,79%) e de 25 a 29 anos (46,58%). "Assumindo que a economia e o consumo irão se recuperar de forma lenta e gradual, a estimativa deve permanecer ainda oscilando em torno dos 60 milhões de negativados ao longo dos próximos meses, sem mostrar um avanço expressivo", completou Pinheiro.

A maior parte dos devedores está na região Sudeste, com 25,8 milhões de negativados, ou 39,45% da população adulta nesses Estados. Em seguida, aparece o Nordeste, com 15,7 milhões de inadimplentes, ou 39,4% dos consumidores. O Sul tem 7,9 milhões de negativados (35,31% dos CPFs), o Norte tem 5,4 milhões de devedores (45,98% da população adulta) e o Centro-Oeste aparece com 5 milhões de inadimplentes (43,32% dos consumidores).

Já o volume das dívidas caiu 5,34% em junho em relação ao mesmo mês do ano passado. Além disso, todos os setores apresentaram redução no número de pendências nessa comparação. A maior queda de dívidas ocorreu com o setor de comunicação (-13,13%) seguido pelo comércio (-4,46%), os bancos (-2,57%) e os serviços básicos de água e luz (-1,18%). Os bancos ainda seguem como os maiores credores de dívidas em atraso no País, concentrando 48,54% do total. Em seguida, aparecem o comércio (20,42%), comunicação (13,81%) e água e luz (7,96%).

Vendas de cimento despencaram em 8,8% no primeiro semestre no Brasil

As vendas de cimento no País atingiram 4,45 milhões de toneladas em junho, queda de 8,6% em relação ao mesmo mês do ano passado, de acordo com dados preliminares divulgados nesta segunda-feira, 10, pelo Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (Snic). Com isso, as vendas no primeiro semestre de 2017 fecharam em 26,0 milhões de toneladas, um recuo de 8,8% em relação ao mesmo período de 2016. Nos últimos 12 meses encerrados em junho, as vendas acumuladas totalizaram 54,9 milhões de toneladas, 9,8% menores do que nos 12 meses anteriores. O presidente do Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (Snic), Paulo Camillo Penna, avaliou que os resultados alcançados no primeiro semestre estão em linha com as projeções da instituição e mostram sinais de desaceleração na trajetória de queda do consumo.

Penna acrescentou que o setor vive a expectativa de resultados melhores nos próximos seis meses: "Tradicionalmente, o consumo de cimento tem melhor desempenho no segundo semestre. Nossa estimativa é fecharmos o ano com queda acumulada entre 5% e 9%", estimou, em nota. O sindicato calcula que o setor já acumula um enxugamento de 23% no nível de vendas no mercado interno entre dezembro de 2014 (último ano em que o setor cresceu) e junho de 2017. Isso vem pressionando para baixo os preços do cimento, enquanto a elevação da ociosidade das indústrias tem impactado os custos fixos das produtoras do insumo. 

Além disso, o setor também vem sofrendo impactos em seus componentes de custos de produção e distribuição (combustíveis, energia elétrica e frete), cujos preços acumulam aumentos entre 20% e 40% no período, afirma a entidade.

Balança comercial tem superávit de US$ 1,045 bilhões na primeira semana de julho

A balança comercial brasileira registrou um superávit de US$ 1,045 bilhão na primeira semana de julho (dias 1 a 9), de acordo com dados divulgados pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços nesta segunda-feira, 10. O saldo positivo é resultado de exportações de US$ 4,055 bilhões e importações de US$ 3,010 bilhões. Pela média diária de exportações, houve crescimento de 4,3% nas vendas ao Exterior na primeira semana julho em relação ao mesmo mês em 2016. Os embarques de produtos básicos cresceram 13,2% e as vendas de semimanufaturados aumentaram 10,6%. Já as exportações de manufaturados caíram 5,9%. Na mesma comparação, as importações subiram 7,6%, com destaque para bebidas e álcool (49,2%), siderúrgicos (46,6%) combustíveis e lubrificantes (45,8%) e borracha e obras (38,2%). Em 2017, a balança comercial acumula superávit de US$ 37,261 bilhões, resultado de exportações de US$ 111,765 bilhões e importações de US$ 74,504 bilhões. No acumulado do mesmo período em 2016, o saldo era positivo em US$ 23,846 bilhões.

Vai a leilão a mansão do ex-banqueiro Edemar Cid Ferreira, do falido Banco Santos


Com lance inicial de R$ 76,8 milhões, a nababesca mansão que Edemar Cid Ferreira, ex-dono do falido Banco Santos, construiu no Morumbi, em São Paulo, será leiloada no dia 17 de agosto. A decisão é do juiz Paulo Furtado de Oliveira Filho, da 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais, e foi publicada nesta segunda-feira (10). Em 2005, o Banco Central decretou a falência do Banco Santos. Edemar Cid Ferreira foi condenado a 21 anos de prisão por lavagem de dinheiro e formação de quadrilha, mas acabou absolvido em 2016. E somente agora, 12 anos depois, é que a Justiça está tomando uma providência que já deveria ter sido executado há no mínimo dez anos. Mais de 700 obras de arte de artistas brasileiros e estrangeiros pertencentes ao banqueiro já forma a leilão.

Ministério Público do Trabalho, OAB e CNBB, instituições esquerdistas regressistas, pedem que Senado rejeite reforma trabalhista


Um grupo de 14 entidades esquerdistas regressistas, reacionárias, defensoras do status quo, assina nota conjunta que aponta uma série de "inconstitucionalidades" na reforma trabalhista. A proposta de revisão da legislação trabalhista será votada amanhã no plenário do Senado. A legislação trabalhista brasileira é tremendamente atrasada, antiga, autoritária, paternalista, promulgada na ditadura do Estado Novo de Getúlio Vargas, diretamente derivada da "Carta del lavoro" fascista do regime de Benito Mussolini na Itália. Isso é que é idolatrado pela esquerdopatia nacional. 

“O texto está contaminado por inúmeras, evidentes e irreparáveis inconstitucionalidades e retrocessos de toda espécie, formais e materiais”, diz documento assinado pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), o sindicato comuno-petista religioso Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e o aparelhão filopetista Ordem dos Advogados Brasil (OAB), entre outras entidades. O Ministério Público do Trabalho é aquela instituição da qual faz parte a procuradora Paula Rousseff Araújo, a filha da "mulher sapiens petista" Dilma Rousseff. 

Um dos pontos criticados é o eixo central da reforma, que faz com que o negociado prevaleça sobre o legislado, dando força para as negociações coletivas. As entidades lembram que a reforma permite essa possibilidade fora das hipóteses taxativamente autorizadas pelo artigo 7º da Constituição. Outro problema é a limitação pecuniária das indenizações por danos morais, baseada nos salários das vítimas. “O que viola o fundamento republicano da dignidade da pessoa humana e, por propiciar tratamento distinto a situações idênticas, a garantia fundamental da isonomia", diz o texto reacionário, defensor do status quo fascista getulista. 

O texto também critica a proibição do exame, pela Justiça do Trabalho, do conteúdo de convenções e acordos coletivos, limitando-se à análise a seus aspectos formais. “O que torna tais normas coletivas os únicos negócios jurídicos do País totalmente imunes à jurisdição", lastimam-se os esquerdóides regressistas. As entidades também apontam como inconstitucional a instituição de regime ordinário de prorrogação da jornada de trabalho por acordo individual. Essa mudança só poderia ser feita por meio de acordo ou convenção coletiva. 

Veja quem assina o documento: Ronaldo Curado Fleury – Procurador-geral do Trabalho (MPT); Claudio Pacheco Prates Lamachia – Presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB); Cardeal Sergio da Rocha – Presidente da CNBB; Guilherme Guimarães Feliciano – Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (ANAMATRA); Roberto Carvalho Veloso – Associação dos Juízes Federais do Brasil (AJUFE) e Coordenador da Frente Associativa da Magistratura e do Ministério Público (FRENTAS); Jayme Martins de Oliveira Neto – Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB); Norma Angélica Cavalcanti – Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (CONAMP); Ângelo Fabiano Farias da Costa – Associação Nacional dos Procuradores do Trabalho (ANPT); José Robalinho Cavalcanti – Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR); Elísio Teixeira Lima Neto – Associação do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (AMPDFT); Clauro Roberto de Bortolli – Associação Nacional do Ministério Público Militar (ANMPM); Fábio Francisco Esteves – Associação dos Magistrados do Distrito Federal e Territórios (AMAGIS DF); Roberto Parahyba Arruda Pinto – Associação Brasileira de Advogados Trabalhistas (ABRAT); Carlos Fernando da Silva Filho – Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (SINAIT). É a fina flor do corporativismo estatal predominante no Brasil, que não quer modificações modernizadores de nenhum jeito. Essas forças são o retrato do Estado Novo getulista redivivo. 

Em sua delação premiada de enganação, o "porquinho" corrupto trotskista Palocci pede ao STJ para deixar a cadeia


O "porquinho" corrupto trotskista Antonio Palocci, em franco processo de delação premiada, de enganação, porque não entrega Lula nem Dilma, apresentou ao STJ um habeas corpus, com pedido de liminar, para responder a ação em liberdade. Ele já foi condenado a 12 anos de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro. Não há ninguém no mundo da organização criminosa petista que conheça tanto os crimes de Lula e Dilma como ele, mas se nega a fazer revelações essenciais. E o Ministério Público Federal, organização tomada pelo pensamento petista, aceita essa lorota que ele apresenta. A defesa argumenta que Palocci não representa risco à sociedade e que a clausura, à esta altura, equivale a uma antecipação da pena, já que ele está recorrendo da decisão que o levou para a cadeia. Ele apresenta mais do que risco, ele é um perigo total enquanto solto. Caberá à presidente do tribunal, ministra Laurita Vaz, bater o martelo sobre o pleito. É a mesma ministra que mandou o médico monstro Roger Abdelmassih, estuprador serial, condenado a 181 anos de cadeia, a cumprir a pena em sua mansão, em São Paulo. Assim não dá!!!!