sábado, 20 de maio de 2017

JBS pagava propina de 4% para obter empréstimos do BNDES durante os governos Lula e Dilma, diz Joesley Batista

O frigorífico JBS exercia influência no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) por meio do ex-ministro da Fazenda, Guido Mantega, do PT, de acordo com depoimento de Joesley Batista. O empresário conta que pagava para o PT, como propina, uma taxa de 4% do valor de cada contrato aprovado no BNDES, assim como dos aportes financeiros feitos por meio da BNDESpar, o braço do banco que investe em participações de empresas e é acionista da JBS. A JBS se tornou a maior empresa de carnes do mundo com o apoio do BNDES. O faturamento da companhia saltou de R$ 4 bilhões para R$ 170 bilhões entre 2006 e 2016, impulsionado por aquisições, como a compra do frigorífico Bertin e das empresas americanas Swift e Pilgrim’s Pride, financiadas pelo BNDES. Joesley Batista disse que abriu uma conta no Exterior para fazer os depósitos referentes à propina de Mantega e que mostrava extratos para o ex-ministro da Fazenda. Mantega teria pedido a Joesley para abrir uma conta diferente quando mudou o governo de Lula para Dilma. Joesley disse que teve reuniões com os ex-presidentes Lula e Dilma para alertar que o volume de doações estava elevado e chamaria atenção.

Assine petição para o ministro Fachin cancelar a delação premiada e ordenar a prisão dos empresários bucaneiros caipiras Wesley e Joesley Batista


Convidamos todos os leitores para que assinem e compartilhem a petição pública pedindo a imediata revogação da delação premiada dos empresários bucaneiros caipiras Wesley e Joeslei Batista, absolutamente afrontante à consciência cívica de todos os brasileiros, e que tem o seguinte teor:

Excelentissimo Ministro Relator do Processo da Lava Jato no Supremo Tribunal FederalSenhor Luis Edson Fachin
Nós, brasileiros indignados, abaixo assinados, requeremos a Vossa Excelência para que, na maior presteza, anule os termos da colaboração premiada assinada com os empresários Joesley e Wesley Batista, e mais os membros da diretoria do Grupo JBS. Ao mesmo tempo, requeremos que sejam expedidas ordens de prisão dos referidos personagens, com as respectivas cartas de repatriação, para que retornem ao País e sejam recolhidos ao regime penitenciário. Entendemos absurdos e inconcebíveis os benefícios concedidos a esses bandidos confessos, que praticaram os mais vis crimes da vida republicana nacional. Incluem-se nesse rol de crimes hediondos: a) a corrupção de mais de 1.800 políticos detentores de mandatos, que conspurcaram a representação dos brasileiros, máxima expressão da soberania em nossa pátria; b) promoveram a corrupção desbragada de governantes e demais agentes públicos; 3) burlaram leis e fraudaram licitações; 4) promoveram ataque à moeda nacional contando com os conhecimentos privilegiados que tinham em face da delação premiada que negociavam; 5) promoveram gigantesca perda de valor patrimonial das empresas brasileiras listadas em bolsa, vendendo ações de empresas do seu grupo previamente à crise que eles próprios iriam desatar e que geraria perda de valor, permitindo a posteriori a recompra desses papéis, por valores muito inferiores, com a realização de enorme lucro. É afrontante em uma escala nunca antes vista neste País a concessão do benefício de ampla liberdade para semelhantes criminosos confessos, sem sequer um simples uso de tornozeleira, e o gozo de prazeres nos Estados Unidos, com os valores roubados em face da própria delação premiada. A manutenção desse acordo esdrúxulo de delação premiada com os personagens da JBS desmoraliza de vez as instituições judiciais do Brasil, especialmente do Supremo Tribunal Federal e da Procuradoria Geral da República. Em face da comoção e da indignação que toma conta do povo brasileiro, em face da necessidade de manter a paz social, faz-se necessária a imediata revogação da delação premiada de Joesley Batista, Wesley Batista e Ricardo Saud, a expedição de ordem de prisão desses personagens e o imediato afastamento dos mesmos das conduções dos negócios das empresas do grupo JBS.

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Trump desembarca na Arábia Saudita em sua primeira viagem internacional


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, aterrissou hoje (20) em Riad, capital da Arábia Saudita, para dar início a sua primeira excursão internacional desde que assumiu o cargo, onde visitará Israel, Vaticano, Bruxelas (Bélgica) e Sicília (Itália). O avião aterrissou no Aeroporto Internacional Rei Khalid às 9h50 (hora local), após ter deixado os Estados Unidos às 14h30 (hora local) de ontem. Donald Trump foi recebido pelo rei saudita Salman bin Abdulaziz, que organizou uma pequena recepção no aeroporto para o presidente norte-americano, que estava acompanhado da primeira-dama, Melania Trump. Trump se reunirá novamente com o rei saudita e outras autoridades políticas do país, com quem está previsto fechamento de importante acordos econômicos. Coincidindo com o seu primeiro dia de visita, foi organizado em Riad um fórum empresarial americano-saudita para reforçar os investimentos e o comércio bilateral. Amanhã, o chefe da Casa Branca participará de um encontro com os países do Conselho de Cooperação do Golfo (CCG) - Arábia Saudita, Kuwait, Emirados Árabes Unidos, Bahrein, Catar e Omã - bem como uma cúpula com líderes e representantes de 50 de países árabes e islâmicos. Paralelamente a estes encontros, será realizado um fórum para a luta contra o terrorismo e o extremismo, patrocinado pela coalizão militar islâmica antiterrorista, criada em 2015, com a iniciativa da Arábia Saudita, e que as autoridades de Riad querem impulsionar coincidindo com a visita do governante norte-americano. Após deixar a Arábia, Trump seguirá para Israel, Palestina e Vaticano e, posteriormente, para Bruxelas e Sicília, onde participará das cúpulas da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) e do G7 (grupo das sete maiores economias mundiais), respectivamente.

Houve armação contra o presidente Michel Temer, disso não há dúvida

Não há dúvida que o empresário bucaneiro caipira Joesley Batista "armadilhou" o presidente Michel Temer, empreendeu uma conversa traiçoeira, mentiu descaradamente para o presidente, blefando que tinha corrompido dois juízes, o que é crime, ele estava induzindo uma incriminação do presidente com uma falsidade, uma fraude. E isso é criminoso. Cadeia já para o empresário bucaneiro caipira Joesley Batista. A tese exposta acima é endossada pelo jurista e ministro Ives Gandra Martins Filho, presidente do Tribunal Superior do Trabalho. Se este impasse político no Brasil continuar, o artigo 142 da Constituição brasileira poderá ser acionado, para colocar as Forças Armadas no poder. 

Rio de Janeiro anuncia novo bloqueio nas contas do Estado por parte da União

As contas do governo do Rio de Janeiro sofreram um novo bloqueio por parte da União. O anúncio foi feito pela Secretaria de Estado de Fazenda, que informou que o bloqueio se deu a partir de ontem (19), no valor de R$ 174 milhões, em decorrência do não pagamento da dívida que o Estado tem com o governo federal. Segundo a nota da Sefaz, a previsão é que o bloqueio dure até a próxima sexta-feira (26), mas que “o período do bloqueio ao caixa pode variar de acordo com a arrecadação”. Paralelamente, o governo anunciou também ontem ter efetuado, até o momento, o pagamento dos vencimentos do mês de referência abril para 260.568 servidores ativos, inativos e pensionistas, o que representa um desembolso total líquido de R$ 1,041 bilhão. Em relação ao mesmo mês, ainda falta efetuar o pagamento de 207.210 servidores, totalizando desembolso de R$ 560 milhões líquidos. Com o bloqueio, no entanto, o governo do Rio de Janeiro informou que não tem prazo para pagar o restante do funcionalismo. Pelo balanço divulgado pela assessoria do Palácio Guanabara, até o presente momento as categorias que receberam os salários de abril foram os funcionários ativos, inativos e pensionistas da área de segurança (policiais militares e civis, bombeiros, agentes penitenciários e demais funcionários das secretarias de Segurança e Administração Penitenciária), além de órgãos a eles vinculados. Também já foram pagos os servidores ativos da educação e do Departamento Geral de Ações Sócio-educativas (Degase); ativos da Fazenda e Planejamento; Proderj; Casa Civil e Desenvolvimento Econômico e Vice-governadoria. Os inativos e pensionistas da Procuradoria-Geral do Estado também receberam, mas por meio de uma decisão judicial. Já os servidores ativos da saúde receberam 50% dos salários, com recursos próprios do estado e os servidores da Faetec receberam 50% dos salários com recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação

Kid Vinil é velado na Assembleia Legislativa de São Paulo

O corpo do músico e produtor musical Kid Vinil foi velado no salão nobre Waldemar Lopes Ferraz, o Salão dos Espelhos, na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). E saiu às 16 horas em direção ao cemitério de Vila Mariana. Antônio Carlos Senefonte morreu aos 62 anos, na tarde de ontem (19). O cantor estava em coma induzido desde o dia 15 de abril, quando passou mal logo depois de uma apresentação na cidade de Conselheiro Lafaiate (MG). Kid Vinil nasceu em 10 de março de 1955 na cidade paulista de Cedral e fez sucesso nos anos 80 com o grupo de rock Magazine, com a qual lançou músicas como Tic Tic Nervoso, Sou Boy e Come. Cantor, radialista, compositor, apresentador, jornalista e produtor musical, Kid Vinil foi vocalista das bandas Verminose, Magazine e Heróis do Brasil. Amigos, artistas, bandas e músicos como Thunderbird, Roger (do Ultraje a Rigor) e Paralamas do Sucesso, lamentaram a morte do músico nas redes sociais.

PSB decide romper com base aliada do governo Temer

A Executiva Nacional do PSB anunciou hoje (20) o rompimento com a base aliada do governo do presidente Michel Temer. A decisão foi tomada em uma reunião da cúpula do partido nesta manhã, após a divulgação, ontem (19) da íntegra das delações dos donos da empresa JBS. A legenda tem 42 parlamentares no Congresso Nacional. Ao fim da reunião, o partido divulgou uma resolução na qual defende a saída do presidente Temer. A legenda também defendeu a Proposta de Emenda à Constituição (PEC), de autoria do deputado federal Miro Teixeira (Rede-RJ), que prevê eleições diretas em caso de vacância da Presidência e da Vice-Presidência da República. Segundo o presidente do partido, Carlos Siqueira, a situação do ministro das Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, filiado à legenda, não está definida. "O ministro não é indicação do partido. Eu sugeri que ele deixasse o cargo, mas ele tem liberdade para ficar, não em nome do partido", disse. Em pronunciamento à nação esta tarde, o presidente Michel Temer disse que vai pedir ao Supremo Tribunal Federal para que o inquérito aberto contra ele seja suspenso até que verificada a autenticidade da gravação feita pelo empresário Joesley Batista, dono da JBS, de uma conversa com o presidente.

Grupo J&F não aceitou termos do acordo de leniência


O grupo J&F não aceitou os termos do acordo de leniência proposto pelo Ministério Público Federal. O negócio previa o pagamento de uma multa de R$ 11,17 bilhões em dez anos, o que corresponde a quase 6% do faturamento do grupo. A proposta venceu ontem às 23h59 e, segundo o Ministério Público Federal, e não houve acordo. Agora pode ser aberta uma nova rodada de negociações em outras bases e em termos piores do que a proposta expirada. Se não fechar acordo, as investigações seguem normalmente e, em caso de ações judiciais, a empresa arcará com as consequências. Segundo informou o Ministério Público Fedeeral, os representantes da J&F haviam oferecido pagar somente R$ 1 bilhão, que equivaleria a 0,51% do faturamento. Às 21 horas de ontem, a empresa fez uma nova proposta, de R$ 1,4 bilhão – e os procuradores recusaram. Fontes próximas à empresa entendem que a idéia seria fechar pela metade do valor proposto pelo Ministério Público Federal. É inacreditável que não passe pela cabeça desses procuradores o fechamento da empresa, o seu fatiamento e venda dos pedaços no mercado acionário, com o definitivo afastamento desses empresários bucaneiros caipiras do controle do grupo empresarial. O acordo de leniência corre em paralelo com o de delação. Se os termos propostos pelo Ministério Público Federal tivessem sido aceitos, seria a maior multa da história mundial paga por uma empresa por atos de corrupção a apenas um governo. O maior acordo foi o do grupo Odebrecht, que incluiu a Braskem, fechado no ano passado. A Odebrecht se comprometeu a pagar cerca de R$ 8 bilhões, em 23 anos, somente para o governo brasileiro. Outros R$ 3,5 bilhões foram destinados a acordos com autoridades americanas e suíças, além de US$ 185 milhões fechados com a República Dominicana. O grupo J&F também terá de negociar uma multa a ser paga para o Departamento de Justiça dos Estados Unidos. A empresa já está em tratativas com o Departamento de Justiça. Pela lei anticorrupção americana, pessoas ou empresas que têm qualquer tipo de negócio nos Estados Unidos estão sujeitas à lei. A JBS tem forte atuação no país, que representa cerca de metade do faturamento no processamento de carnes. Em carta aberta enviada ontem à imprensa pelo presidente da J&F Investimentos, o empresário bucaneiro caipira Joesley Batista, o empresário assumiu os erros, mas fez questão de afirmar que os negócios fora do Brasil seguiram preceitos éticos. Segundo alguns advogados, é uma forma de tentar evitar qualquer tipo de investigação em outros países onde atua. A JBS tem unidades espalhadas pelo mundo. A estratégia do grupo J&F foi feita tomando como base a experiência vivida pela Odebrecht. Segundo fontes próximas à empresa, seria um exemplo a não ser seguido. Porém, mais do que o acordo de leniência da Odebrecht, os executivos do grupo J&F estudaram as delações dos 77 executivos da empresa. Joesley não queria parar na prisão como Marcelo Odebrecht. A estratégia foi traçada por Joesley e pelo vice-presidente Jurídico, Francisco de Assis. Eles conseguiram, assim, a imunidade dos delatores, continuar atuando nas empresas e o pagamento de uma multa de R$ 250 milhões. Nas primeiras investigações que vieram a público, no entanto, o grupo J&F parecia inicialmente seguir o que fez a Odebrecht: negar. Com a operação Greenfield, a empresa chegou a fazer uma investigação interna na Eldorado Celulose, conduzida pelo próprio Joesley. Os resultados apresentados pela Veirano Advogados diziam que não se poderia afirmar que havia irregularidades, nem mesmo nos contratos que a Eldorado tinha com Lúcio Funaro, acusado de cobrar propina para liberar empréstimo no FI-FGTS. O resultado foi contestado pelo conselheiro da Funcef, fundo de pensão da Caixa Econômica Federal, na empresa, Max Pantoja, que entregou as suspeitas ao Ministério Público Federal. Joesley chegou a, publicamente, colocar suspeitas sobre a atitude de Pantoja. Agora, na delação, o próprio Joesley relata que os contratos com Funaro pagos pela Eldorado eram referentes a notas frias. É um criminoso vagabundo, ordinário, perigoso. Tem que estar preso. 

O empreiteiro propineiro Ricardo Pessoa foi hostilizado firmemente em restaurante paulistano


Ricardo Pessoa, da UTC, passou momentos difíceis no restaurante Nagayama, em São Paulo. Durante o jantar, um comensal ficou atrás dele o chamando de petista e dizendo que ele não poderia estar ali. Ricardo Pessoa ficou quieto. 

Michel Temer ataca o empresário bucaneiro caipira Joesley Batista e diz que vai pedir arquivamento de inquérito no STF


O presidente Michel Temer (PMDB) atacou duramente neste sábado, em pronunciamento oficial na TV, as acusações feitas pelo empresário bucaneiro caipira Joesley Batista, da JBS, desqualificou a conversa gravada pelo empresário em reunião com ele no Palácio do Jaburu, afirmou que vai pedir ao Supremo Tribunal Federal o arquivamento do inquérito contra ele e reafirmou que vai continuar no cargo. Em fala de pouco mais de três minutos, ele citou evidências de que o áudio da reunião dele com Joesley teve mais de 50 edições. “Essa gravação clandestina foi manipulada e adulterada com objetivos nitidamente subterrâneos e, incluído no inquérito sem a devida e adequada averiguação, levou muitas pessoas ao engano induzido e trouxe grave crise ao Brasil”, afirmou em pronunciamento no Palácio do Planalto. Ele disse que, em razão das dúvidas sobre a autenticidade das gravações, ele vai entrar com um pedido no STF para arquivamento do inquérito aberto contra ele pelo ministro Edson Fachin após pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que viu evidências de três crimes por Temer: obstrução da Justiça, corrupção passiva e organização criminosa. “Por isso, no dia de hoje, estamos entrando com petição no colendo STF para suspender o inquérito proposto até que seja verificada em definitivo a autenticidade da gravação clandestina”, disse. No pronunciamento, ele também criticou fortemente Joesley. “O autor do grampo está livre e solto passeando pelas ruas de Nova York”, disse. “Não passou nem um dia na cadeia, não foi preso, não foi julgado e não foi punido. E, pelo jeito, não será”, disse. Ele também atacou o empresário por ter comprado grande quantidade de dólares às vésperas da divulgação de sua delação. “Ele especulou contra a moeda nacional”, afirmou. De acordo com Temer, o que Joesley fala sobre ele em sua delação premiada não está no áudio entregue ao Ministério Público Federal. “O que ele fala em seu depoimento não está no áudio. E que está no áudio mostra que ele estava insatisfeito com o meu governo. Essa é a prova cabal de que meu governo não estava aberto a ele”, afirma o presidente sobre as reclamações do empresário em relação a demandas em órgãos do governo. Temer diz, ainda, que “no caso central de sua delação, o pagamento de propina para agilizar demanda no Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), fica patente o fracasso de sua ação”. “O Cade não decidiu a questão suscitada por ele. O governo não atendeu aos seus pedidos”, disse. Para o presidente, “não se sustenta a acusação de corrupção passiva”. Na delação, Joesley afirma que pagou propina ao deputado federal Rodrigo Loures (PMDB-PR), indicado por Temer para ser seu interlocutor nas demandas do empresário junto ao governo. A propina seria para destravar uma questão no Cade envolvendo uma termelétrica do grupo JBS em Cuiabá. Segundo Temer, não só o Cade, mas outros órgãos do governo, como o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico) e a Petrobras, fecharam as portas para quem obtinha facilidades anteriormente. “Estamos acabando com os velhos tempos da facilidade aos oportunistas e isso está incomodando muito”, afirmou o presidente. “Estão querendo me tirar do governo para voltar aos velhos tempos em que faziam tudo o que queriam.” Sobre ter recebido o empresário à noite (por volta das 22h30), em sua residência oficial, o Palácio do Jaburu, sem que a reunião constasse de sua agenda, ele disse que não há irregularidade alguma. “Eu o ouvi à noite, assim como ouvi vários empresários, intelectuais e outros setores no Palácio do Planalto, no Alvorada, no Jaburu ou em São Paulo. Trabalho rotineiramente até depois da meia-noite”, disse. Em relação à acusação de que teria assentido e dado aval à compra do silêncio, por meio de propina, do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ), ele disse que “não existe isso na gravação, mesmo tendo sido ela adulterada”. “E não existe, porque nunca comprei o silêncio de ninguém”, disse. “Nunca fiz nada para a obstrução do Judiciário. Ou seja, houve falso testemunho à Justiça.” Sobre o fato de o empresário ter dito que havia conseguido ajuda de um procurador e de dois juízes federais para suas causas e ele ter respondido “ótimo, ótimo”, Temer afirma que achou que era bravata de Joesley. “Não acreditei na narrativa do empresário de que ele tinha comprado juiz etc. Ele é um conhecido falastrão, exagerado. Depois, disse [na delação] que tinha inventado essa história. Ou seja, era fanfarronice”, afirmou. Para ele, o escândalo atrapalhou a retomada da economia que o seu governo vinha promovendo. “O Brasil, que tinha saído da mais grave crise econômica de sua história, vive agora dias de incerteza”, disse, citando a recuperação do PIB, o fim da recessão e a queda da taxa de juros, além das reformas trabalhista e da Previdência que vem tentando aprovar no Congresso. “Eles (empresários da JBS) tentam macular, não só a reputação moral do presidente da República, mas tentam invalidar esse país”, afirmou. No final, voltou a dizer que o havia dito no primeiro pronunciamento após o escândalo, na quinta-feira: não vai renunciar ao cargo. “O Brasil não sairá dos trilhos, vou continuar à frente do país’, disse.

Temer anuncia recurso ao STF para anular inquérito "viciado" por provas criminosas e ataca duramente o empresário bucaneiro caipira Joesley Batista

O presidente Michel Temer anunciou que ainda hoje protocolará ação própria no STF para invalidar o inquérito aberto contra ele, já que a prova principal que deu suporte a ele foi obtida de modo ilícito e que além disto foi adulterada 50 vezes. Uma gravação adulterada 50 vezes provoca evidentes descontextualizações de qualquer diálogo - e é ato criminoso. Joesley mentiu, prestou falso testemunho, e a PGR, na melhor da hipóteses prevaricou ao não periciar o áudio antes de enviá-lo ao STF, como base de prova material para o pedido de inquérito contra Temer.  O presidente Michel Temer acaba de falar para os jornalistas reunidos no Palácio do Planalto, sabendo que se dirigia aos brasileiros. Blazer escuro, camisa branca sem gravata, o presidente falou durante 12 minutos para atacar duramente o empresário Joesley Batista, a quem tratou como "falastrão", "embusteiro", "mentiroso" e "criminoso": "Ele comete crimes de toda ordem, ganha bilhões especulando com dólar e ações ao se antecipar à divulgação dos áudios, e agora passeia livre, leve e solto em Nova Iorque". Michel Temer só atacou a PGR e o STF obliquamente ("Houve grande planejamento para o grampo e para a divulgação"). Ele também atribuiu a crise a grupos "interessados em voltar a roubar dinheiro público e quebrar o País", mas não disse que estava referindo-se ao PT e aos empresários escolhidos para obter facilidades nos contratos de obras e serviços, tudo em troca de propina.

Conta-propina do poderoso chefão da organização criminosa petista Lula e da mulher sapiens Dilma no Exterior tinha US$ 150 milhões

Quem diz é o empresário bucaneiro caipira Joesley Batista. Dinheiro foi pago em troca de repasses do BNDES à JBS, e, segundo o empresário, sabiam de tudo. Dilma emitiu nota dizendo que é tudo mentira e que não existem provas. Em reunião com Guido Mantega ocorrida no final de 2010, este pediu ao depoente que abrisse uma nova conta, que se destinaria a Dilma. O depoente perguntou se a conta já existente não seria suficiente para os depósitos dos valores a serem provisionados, ao que Guido respondeu que esta era de Lula, fato que só então passou a ser do conhecimento do depoente. O depoente indagou se Lula e Dilma sabiam do esquema e Guido confirmou que sim”, anotaram os procuradores na transcrição do depoimento do empresário bucaneiro caipira Joesley Batista. No acordo de delação premiada que fechou com a Operação Lava Jato, o empresário Joesley Batista revela como funcionava o esquema de propinas no BNDES durante os governo petistas de Lula e Dilma Rousseff. Segundo o empresário, o acesso do grupo JBS a aportes bilionários do banco estatal e de fundos de pensão foi comprado à custa de milionárias propinas que tinham Lula e Dilma como destinatários. O dinheiro sujo era pago, segundo o empresário, para garantir que nenhum pleito do grupo fosse atrapalhado por burocratas do governo. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, era o responsável por receber os pleitos e negociar a propina devida em cada operação. Foi por ordem de Mantega que o empresário abriu no exterior duas contas para depositar a propina que, diz ele, era destinada a Lula e Dilma. Esses saldos somavam, em 2014, cerca de 150 milhões de dólares”, afirmou Joesley na delação.

Áudio contra Temer foi montado e adulterado; PF, PGR, STF e Rede Globo devem explicações

O advogado Antônio Cláudio Mariz de Oliveira, contratado ontem por Michel Temer disse ao Estadão ter "informações seguras" sobre a existência de adulterações e montagens no áudio da conversa entre Michel Temer e Joesley Batista. Ele avisou que pedirá a perícia da gravação divulgada pelo STF. PF, PGR, STF e Globo terão que se explicar.

Fita com grampo de Temer foi adulterada 50 vezes, diz perito contratado pela Folha de S.Paulo


O Palácio do Planalto também mandou periciar a gravação. O novo escândalo coloca na linha de tiro o procurador Janot, o ministro Fachin e a Rede Globo. A Procuradoria Geral da República disse que a Polícia Federal não foi chamada para periciar a fita. A fita com o grampo da conversa entre Joesley Batista e Michel Temer foi mesmo adulterada, tal como desconfiava o presidente. Foram 50 cortes diferentes na conversa entre os dois. A revelação é da Folha de São Paulo, que contratou o perito Ricardo Caires dos Santos, que trabalha para o Tribunal de Justiça de São Paulo. Outro perito, Ricardo Molina, constatou 40 cortes (montagens) na fita. A Procuradoria Geral da República (Rodrigo Janot) que vazou a gravação para a Globo, disse ao jornal que a gravação foi entregue tal como a Procuradoria Geral da República recebeu e que sua autenticidade poderá ser checada durante o processo. A declaração é ima temeridade,já que a Procuradoria Geral da República passou tudo para o jornalista Lauro Jardim como se a fita fosse verdadeira, o que produziu uma crise política de dimensões oceânicas e um gigantesco assalto ao Tesouro Nacional.

Comandos militares reúnem-se com Michel Temer e dizem ao povo que estão ao lado da Constituição


Os comandos das três Forças Militares (Marinha, Exército e Aeronáutica) fizeram questão de garantir, neste momento de crise política sua total subordinação aos preceitos constitucionais, em notas divulgadas neste sexta-feira. A manifestação ocorreu horas depois de um encontro com o presidente Michel Temer e num momento de instabilidade política. Nos textos, os comandantes militares disseram que foram "convocados" para o encontro onde se discutiu a conjuntura atual. O cuidado foi para evitar interpretações de que o encontro com Temer poderia ser um apoio ao presidente neste momento. Temer se reuniu com os três comandantes e ainda com o ministro da Defesa, Raul Jungmann, e com o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Sergio Etchegoyen. Em nota, o comandante do Exército, general Villas Bôas, "reafirma que a atuação da Força Terrestre tem por base os pilares da estabilidade, legalidade e legitimidade, e ressalta a coesão e unidade de pensamento entre as Forças Armadas". O general ainda fez questão de deixar clara sua posição nas redes sociais. No Twitter, escreveu que esteve com Temer e que reafirmou o "compromisso perene com a Constituição e em prol da sociedade". Na mesma linha, a nota da Aeronáutica é assinada pelo chefe do Centro de Comunicação Social da Aeronáutica, brigadeiro Antonio Ramirez Lorenzo. A nota diz que o encontro foi para "tratar da conjuntura política". "Como de praxe em reuniões já realizadas entre esses atores, prevaleceram a unidade de pensamento e o estrito cumprimento das normas legais, características inerentes às Forças Armadas Brasileiras", diz a nota. Com o mesmo tom, a Marinha divulgou nota sobre o encontro, destacando que fora "convocada" pelo ministro da Defesa. Segundo o texto, foi " discutida a conjuntura atual e destacada a total subordinação das Forças aos ditames constitucionais".

Janot em situação complicada, Procuradoria Geral da República reconhece que não houve perícia da gravação do bucaneiro caipira Joesley Batista



Documento oficial da Procuradoria-Geral da República reconhece que o áudio da gravação feita pelo empresário bucaneiro caipira e delator Joesley Batista da conversa que manteve com o presidente da República, Michel Temer, não foi submetido a uma perícia rigorosa. O fac simile ao lado foi disponibilizado no blog do jornalista Josias Souza, do UOL. O documento tenta justificar a irresponsável e precipitada divulgação do grampo criminoso feito por Joesley Batista, que junto com Janot e Fachin armaram uma cilada para o presidente Michel Temer. Janot e Fachin abriram a guarda, municiando não apenas Temer, mas dando armas para que os inimigos da Lava Jato venham com tudo. No Senado, foro para julgar Fachin e Janot, mais de 50% dos parlamentares querem acabar com toda a Lava Jato. PMDB, PSDB e PT estão unidos há bastante tempo nessa missão, co,mo revelou Aécio Neves na gravação feita por Joesley Batista. A principal prova na qual a Procuradoria Geral da Republica e Fachin bsearam-se para abrir inquérito contra Temer e lançar o País em grave comoção política e social, está contaminada por grave ilegalidade e por crime evidente. Boa coisa não sairá desse imbroglio todo. O contrato de delação premiada firmado com o empresário bucaneiro caipira Joesley Batista é absolutamente inacreditável. 

Temer vai falar à Nação nesta tarde, Janot, Fachin e Joesley na mira do governo

O presidente Michel Temer fará novo pronunciamento público na tarde deste sábado. Ele vai para cima de Rodrigo Janot, Edson Fachin e Joesley Batista. A descoberta de que o grampo feito por Joesley foi adulterado em 50 trechos, desautorizou a Procuradoria Geral da República, o Supremo Tribunal Federal e JBS, transformando o vilão em vítima.

Advogado da delação do bucaneiro caipira Joesley Batista foi braço-direito de Rodrigo Janot até dois meses atrás


O cenário torna-se a cada hora mais perturbador e desconfortável para o Procurador Geral da República, Rodrigo Janot, e para o ministro Edson Fachin, nomeado pela mulher sapiens petista Dilma Rousseff. A grande explicação para o muito escandaloso e ultra vantajoso acordo do empresário bucaneiro caipira com a Operação Lava Jato, na parte comandada pela Procuradoria Geral da República, em Brasília, foi a contratação de Marcelo Miller, hoje advogado. Foi ele quem assessorou o empresário bucaneiro caipira Joesley Batista nas negociações com os antigos colegas. Miller era um dos principais braços-direitos de Rodrigo Janot no Grupo de Trabalho da Lava Jato até março deste ano. Sua decisão "de deixar o Ministério Público Federal para migrar para a área privada, que pegou a todos no Ministério Público Federal de surpresa, veio a público em 6 de março, véspera da conversa entre o empresário bucaneiro caipira Joesley Batista e Michel Temer, gravada pelo empresário, no Palácio do Jaburu, que deu origem à delação. Miller passou a atuar no escritório Trench, Rossi & Watanabe Advogados, do Rio de Janeiro, contratado pela JBS para negociar a leniência, acordo na área cível complementar à delação". Isto tudo talvez explique e justifique porque Wesley, Joesley e Saur "não precisarão ficar presos, não usarão tornozeleira eletrônica, poderão continuar atuando nas empresas, poderão morar fora do Brasil e teriam, inclusive, anistia nas demais investigações às quais respondem".

CVM abre processo para investigar compra de dólares pela JBS

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) abriu processo para investigar o frigorífico JBS, pivô das delações envolvendo o presidente Michel Temer, que vieram à tona na noite da última quarta-feira, 17. Ontem, após a divulgação das delações, foram publicadas notícias na imprensa de que o frigorífico teria se beneficiado por saber previamente que o escândalo estouraria e que teria reflexos nas ações da empresa e no câmbio. No site da CVM, consta apenas a informação de abertura de dois processos nos últimos dois dias – um na quarta-feira, 17, e outro ontem, 18. A autarquia não informa o motivo da abertura dos processos. A autarquia comunicou apenas que divulgará detalhes das investigações em breve. Ao todo, a CVM abriu seis processos em nome da JBS neste ano, dois deles nesta semana. O ganho da JBS com a compra de dólares na última quarta-feira, 17, no mercado é mais que suficiente para a companhia quitar a multa fechada no âmbito do acordo de leniência. Se a cifra foi de US$ 750 milhões e há quem diga que chegou a US$ 1 bilhão somente ontem, o resultado foi de US$ 170 milhões, considerando a alta da moeda americana nesta quinta-feira, 18. A ação da JBS declinou nesta sexta-feira pelo sétimo pregão consecutivo e já acumulou queda em torno de 25% neste ano. 

VIDEO DE DELAÇÃO DA JBS - 07abril2017 - Joesley Mendonça Batista - Parte 1

VIDEO DE DELAÇÃO DA JBS - 07abril2017 - Joesley Mendonça Batista - Parte 2

VIDEO DE DELAÇÃO DA JBS - JBS 3MAI/1


Joesley Batista fala sobre a influência do ex-ministro da Fazenda, Guido Mantega, no BNDES, em favor da JBS. Foi por ordem de Mantega que Joesley abriu no Exterior duas contas para depositar a propina que era destinada aos ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff. No total, o valor depositado nas duas contas chegou a 150 milhões de dólares.

VIDEO DE DELAÇÃO DA JBS - JBS 3MAI/2

VIDEO DE DELAÇÃO DA JBS - JBS 3MAI/3

VIDEO DE DELAÇÃO DA JBS - JBS 3MAI/4

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Presidente do PMDB gáucho, o ficha suja Alceu Moreira, recebeu propina da JBS, junto com o petista Paulo Ferreira e mais os deputados federais Onyx Lorenzoni e Jerônimo Goergen


Pelo menos quatro políticos gaúchos são citados pela JBS por terem recebido vantagem indevida da empresa. Os deputados federais  Alceu Moreira (PMDB), Onyx Lorenzoni (DEM), Jerônimo Goërgen (PP) e o também ex-deputado feederal e ex-tesoureiro nacional do PT, o "carnavalesco" Paulo Ferreira são citados por Joesley Batista e seu executivo Ricardo Saud. Alceu Moreira é presidente do PMDB gaúcho, foi eleito recentemente por unanimidade quando todo o partido sabia que ele é um ficha suja, conforme atesta a certidão acima do Conselho Nacional de Justiça, em seu Cadastro Nacional das Pessoas Condenadas por Improbidade Administrativa e Inelegibilidades. Onyx Lorenzoni e Jerônimo Goergen receberam o dinheiro no Rio Grande do Sul, entregue pelo presidente da Associação Brasileira de Exportadores de Carne Bovina, Antônio Jorge Camardelli. A JBS relata um pagamento de R$ 200 mil em espécie para o ficha suja Alceu Moreira no dia 27 de agosto de 2014. O mesmo valor, também em dinheiro vivo, foi entregue a Onyx Lorenzoni em 12 de setembro de 2014. No mesmo dia, Jerônimo Goërgen aparece como tendo recebido R$ 100 mil. Outros R$ 200 mil foram destinados a petista carnavalesco Paulo Ferreira em 2 de outubro de 2014, por meio de pagamento de nota avulsa emitida pela Gráfica e Editora Comunicação Impressa, Os delatores citam inclusive o número da nota fiscal, 6.883. Segundo os executivos, os pagamentos foram feitos para financiar, via o ilegal (fraudulento) caixa 2 e doação oficial, as campanhas eleitorais. Em geral, os pedidos chegavam a Saud, que submetia a doação a Joesley, a quem cabia autorizar os repasses. Os pagamentos serviriam para que os políticos ajudassem a empresa e não criassem antipatia aos interesses do grupo. "Se o senhor me permitir, gostaria de chamar de reservatório da boa vontade", explica Saud aos procuradores no video de sua delação premiada. Paulo Ferreira e Alceu Moreira aparecem ainda numa planilha da JBS, batizada de "Repasse não contabilizado a partidos políticos". Há 14 políticos nesta lista. Entre eles, além dos gaúchos, aparecem os nomes do ministro das Cidades, Bruno Araújo (PSFB-PE), o governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), o senador Fernando Bezerra Coelha (PSB-PE) e os ex-ministros Geddel Vieira Lima (PMDB-BA ) e Brizola Neto (PDT-RJ). Na planilha, não há menção aos valores repassados a cada político nem as datas em que os pagamentos teriam sido efetuados. No depoimento à Procuradoria-Geral da República, o executivo da JBS, Ricardo Saud, relata que o modelo de pagamento era definido por cada político, podendo ser tanto em doação oficial de campanha ou em caixa 2, por notas fiscais avulsas ou em dinheiro vivo. Paulo Ferreira é citado outra vez no depoimento do dono da JBS, Joesley Batista. O empresário cita um repasse de R$ 30 milhões ao ex-ministro Antonio Palocci a pretexto de financiamento da campanha de Dilma Rousseff à Presidência em 2010. Não há detalhamento da participação de Ferreira nesse pagamento. À época, ele havia deixado o cargo de tesoureiro do PT e estava em campanha para deputado federal, eleição na qual ficou como suplente.

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VIDEO DE DELAÇÃO DA JBS - 27abril2017 - TD Complementar Joesley Mendonca

VIDEO DE DELAÇÃO DA JBS - 10maio2017 - Sr Joesley Mendonça Batista

VIDEO DE DELAÇÃO DA JBS - 04maio2017 - Wesley Mendonça Batista - Termo 01

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VIDEO DE DELAÇÃO DA JBS - Delação JBS - 10maio2017 - Wesley Mendonça Batista