sexta-feira, 2 de junho de 2017

General Etchegoyen aponta responsável pelo assassinato de Plínio Zalewski, ele disse que foi o crime organizado



No dia 17 de outubro do ano passado, uma segunda-feira, por volta das 14 horas, foi encontrado no banqueiro da sede do diretório municipal do PMDB de Porto Alegre, o corpo de Plínio Zalewski, de 53 anos, antigo militante do MR8 (Movimento Revolucionario 8 de Outubro), coordenador da campanha do então vice-prefeito à prefeitura da capital gaúcha. Plínio Zalewski morreu de maneira muito estranha, com uma faca de churrasco enterrada no pescoço, de lado a lado. Seu corpo estava nú, apresentava cortes nas mãos e nas costas, seu celular estava sem o chip, o qual se encontrava dentro da inseparável mochila que Plinio usava. A ausência do chip dentro do celular era completamente anormal para alguém que coordenava uma importante campanha eleitoral de candidato à prefeitura de capital estadual. As primeiras suposições tentaram passar a versão de suicídio, que não se sustentava. Videversus, desde o primeiro minuto deste caso, apontou que Plínio Zalewski tinha sido assassinado dentro da sede do PMDB de Porto Alegre. A pergunta continua sendo, desde aquele momento: quem matou Plínio Zalewski, e por que? Caminha-se para o oitavo mês desde aquela morte enigmática e a Polícia Civil do Rio Grande do Sul segue em um mutismo espantoso, sem ter concluído o inquérito e tampouco dá qualquer explicação à sociedade civil gaúcha. Pois agora surgiu uma explicação oficial. E partiu de ninguém menos do que do general Leo Westphalen Etchegoyen, Ministro de Estado Chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, em entrevista dada ao jornalista Roberto D'Ávila, transmitida pela GloboNews, Nessa entrevista ele diz, aos 10m15seg do video acima, que Plínio Zalewski foi assassinado pelo crime organizado dentro da sede do PMDB de Porto Alegre. O ministro não esclareceu, nessa entrevista, que tipo de quadrilha, ou bando organizado, foi o responsável pelo assassinato, se de bandidos ligados ao tráfico de drogas, de serviços públicos (como o lixo) ou de políticos. O general Etchegoyen é chefe da Abin (Agência Brasileira de Investigação) e precisa saber com certeza sobre o que afirma em público. A Polícia Civil do Rio Grande do Sul agora está obrigada, mais ainda, a dar uma satisfação para a sociedade gaúcha. 




Um comentário:

Jussara Arantes disse...

É inacreditável o nobre jornalista esperar respostas que não fosse essas!