domingo, 22 de novembro de 2015

Que Macri resista ao populismo

Mauricio Macri derrotou o kirchnerismo. O Brasil ainda precisa vencer o lulopetismo, assim como a Venezuela precisa vencer o bolivarianismo, essa variante falsamente metafísica do chavismo. Que Mauricio Macri resista às pressões populistas que tentarão derrotá-lo no dia a dia. Se tudo der certo, a Argentina pode ser o nosso farol, bem como o dos venezuelanos.

Mauricio Macri, de centro-direita, é eleito presidente da Argentina

Mauricio Macri, candidato da coligação Mudemos ("Cambiemos"), foi eleito neste domingo (22) presidente da Argentina. Com votos de 83% das seções eleitorais apurados, Macri vencia com 52,63% da preferência do eleitorado argentino, enquanto seu adversário Daniel Scioli, peronista populista, candidato da presidente Cristina Kirchner, que conduz um governo corrupto e muito incompetente, tinha 47,37% da preferência eleitoral. Macri fazia 11.054.630 e Scioli ia atrás, com 9.950.743 votos. 


Em discurso em seu centro de campanha, Scioli disse que já parabenizou o novo presidente argentino em telefonema e desejou-lhe sorte. Em seguida, fez referência a programas do atual governo. "Deixamos o país com as taxas mais baixa de desemprego e de endividamento. Uma Argentina de oportunidades, de cara para o futuro, com a ciência e a tecnologia como política de Estado", afirmou. Macri discursou a seguir, sendo ovacionado pelos seguidores, quando gritou: "Si, se puede. Es acá, es ahora, vamos Argentina, el país se construye", diz Mauricio Macri no encerramento de seu discurso de vitória em Buenos Aires. Em seu "bunker", mais de 900 pessoas promoviam um clima de festa com ares de show de rock e música caribenha. 

Scioli llamó a Macri y reconoció la derrota

"Sos un justo ganador", le dijo, según revelaron a Clarín fuentes del búnker de Cambiemos


El candidato Daniel Scioli vota junto a su esposa Karina y su hija Lorena

Daniel Scioli llamó hace instantes a Mauricio Macri, lo felicitó por el desempeño electoral y reconoció su derrota. Era el llamado que esperaban en el búnker de Cambiemos en Costa Salguero antes de proclamar a Macri como el nuevo presidente a partir del 10 de diciembre. "Daniel lo felicitó y le dijo que era un justo ganador", dijeron en el macrismo, según una alta fuente a la que tuvo acceso Clarín. Curiosamente, era el acuerdo que habían hecho antes de la elección entre operadores de ambos espacios. Por eso Macri no salió a celebrar su triunfo antes, pese a que la tendencia pareció irreversible desde temprano. La relación entre Scioli y Macri, pese a que son amigos hace muchos años, venía dañada por el tono con el que el candidato kirchnerista encaró el último tramo de la campaña. "Me decepcionó. Terminó siendo el más kirchnerista. Miente, miente, miente para que algo quede", había dicho Macri en Jujuy, donde hizo el cierre de campaña.

Mauricio Macri eleito na Argentina, derrota o peronismo populista corrupto da dinastia kirchnerista




Boa margem de vantagem para Macri, vitória quase certa, chega ao fim o populismo peronista tremendamente corrupto da dinastia Kirchner

De acordo com o Clarín, todas os institutos de pesquisa, inclusive os mais governistas, dão vitória a Mauricio Macri por margens que variam de 6% a 20%. Os primeiros números oficiais serão divulgados às 20h30, horário de Brasília. O resultado deve ser confirmado três horas depois.

Bélgica: operação antiterrorista em curso

A polícia belga faz neste momento uma operação antiterrorista em Molenbeek, ninho jihadista, nos arredores de Bruxelas, bem como em vários bairros da capital do país. As autoridades pediram que os meios de comunicação e as redes sociais fizessem silêncio sobre o assunto.

Moça israelense morre em ataque de terrorista com faca; polícia mata três terroristas palestinos


Uma moça israelense de apenas 20 anos foi morta a facadas, e três terroristas palestinos foram mortos a tiros em uma série de incidentes no território ocupado da Cisjordânia neste domingo (22), em meio a oito semanas sangrentas promovidas pelo terrorismo islâmico palestino. O terrorista palestino que atacou a jovem, que morreu no hospital após não resistir aos ferimentos na cabeça e no pescoço, foi atingido por disparos de soldados israelenses logo após o ataque às 15 horas locais (9 horas em Brasília). Horas antes, uma terrorista adolescente palestina morreu da mesma forma: foi atingida por disparos após tentar esfaquear duas mulheres. Em mais um incidente, um outro terrorista palestino tentou atropelar israelenses nos arredores de Jericó e, em seguida, saiu do carro com uma faca para atacá-los. Os policiais o mataram a tiros. Uma onda de violência nas ruas desde o começo de outubro tem desafiado a segurança de Israel e alarmado seu principal aliado, os EUA, cujo secretário de Estado, John Kerry, visitará a região nesta semana. Desde outubro, 83 terroristas palestinos foram eliminados, parte deles enquanto atacavam civis ou militares de Israel, enquanto 19 israelenses e um estudante americano foram mortos por ataques terroristas palestinos, por meio de facadas, tiros ou atropelamentos.

Vaca premiada a caminho do matadouro

José Carlos Bumlai tem dívidas de 1,2 bilhão de reais. BNDES e Banco do Brasil já pediram a falência de seu grupo. Na entrevista à Folha de S. Paulo, porém, ele diz que ainda conta com seus embriões para se salvar: "Meus filhos vão apresentar um novo plano de recuperação e vamos sair dessa". Não vai, não. A vaca premiada de Bumlai - Lula - está a caminho do matadouro.


Bumlai e embrião de Bumlai

Para acabar de vez com Lula

Mauro Marcondes, o lobista que depositou R$ 2,5 milhões nas contas da empresa do caçula de Lula, está negociando uma delação premiada com o Ministério Público em Brasília. Segundo Lauro Jardim, as conversas ainda estão no início, mas podem resultar numa "bomba atômica". Além de Lulinhazinho, espera-se que o conteúdo atômico da delação acabe de uma vez com o próprio Lula.

Um ano longo

A recessão parou o Brasil. O Estadão fez as contas e descobriu que 15 montadoras de veículos já somaram 840 dias sem atividade em 2015. Só numa fábrica de caminhões da Mercedes-Benz, a produção foi interrompida por quatro meses. O fenômeno atinge principalmente o ABC paulista, onde o PT nasceu e domina politicamente. Que a população local se vingue nas eleições de 2016.

Pilar Rahola: "El Estado Islámico vive ahora del prestigio del éxito"

Esta entrevista feita pelo site argentino InfoBae com a intelectual espanhola Pilar Rahola, catalã, é muito importante. Está em espanhol, mas não tenha medo de enfrentar a leitura, o espanhol é praticamente igual ao português, com umas pequenas diferenças. O que você não entender, busque no Google Tradutor. É bem fácil. Pilar Rahola tem uma especial qualidade de colocar as coisas nos seus verdadeiros lugares. Como, por exemplo, quando diz que o mundo está sofrendo agora a ameaça de uma onda islamototalitária, como foram o comunismo e o nazismo no século 20. Leia já, com atenção, você vai aprender bastante. Recomendo!!!!

Por: Natán Skigin nskigin@infobae.com
La periodista española aseguró que "ISIS es el mal en estado puro", aunque advirtió: "La ideología totalitaria está institucionalizada en dictaduras de Medio Oriente". También analizó la situación política en Venezuela

Primera parte de la entrevista de Pilar Rahola con Infobae

Al escribir La republica islámica de España, Pilar Rahola creyó que ya no iba a tener nada más para decir sobre el radicalismo musulmán. Pero al terminarlo sintió que se había equivocado. Que, en realidad, poco se había escrito sobre lo que llama el "totalitarismo islámico", que cada vez generaba más muertos. Entonces se embarcó en un nuevo proyecto y, cuando lo terminó, lo tituló ¡Basta!. Horas después de presentarlo el viernes en España estallaron los atentados terroristas en París. La escritora y periodista española llegó a la Argentina para presentar su nuevo libro. En diálogo con Infobae y a dos semanas de las elecciones en Venezuela, también se refirió en el país caribeño. "Leopoldo López es el preso político más preso político de toda Latinoamérica. Es un escándalo que tengamos pudriéndose en una cárcel a un hombre por sus ideas políticas. Es una persecución represora", aseguró la ex vice alcaldesa de España. 
–En su nuevo libro usted asegura que el "islamofascismo es Hitler con petróleo e internet". ¿Por qué odian tanto a Occidente?
–El siglo XX sufrió dos grandes ideologías totalitarias que destruyeron la vida de millones de personas y a Europa: el estalinismo, de largo recorrido y mucha muerte, y el nazismo, con la destrucción no sólo de Europa, sino con la matanza de todo un pueblo, el judío, y de muchísima gente más. El totalitarismo heredero de esas dos corrientes ideológicas que actualmente nos amenaza es el islamofascismo, una ideología totalitaria que se articula en la presión ideológica, por un lado, y en la violenta, por el otro. No sólo tenemos que perseguir y matar a los ejércitos de Daesh (acrónimo del Estado Islámico en árabe), porque tenemos también del otro lado a determinados líderes que dicen a los ciudadanos musulmanes de cualquier lugar del mundo que tienen que odiar a los infieles, a los judíos y destruir la democracia. Esos son el enemigo. Los ideólogos y los que ejecutan. No sólo enviando bombas a Siria contra ISIS vamos a destruir al enemigo. Si no acabamos con el fenómeno ideológico que seduce a miles y miles de personas, todo lo que hagamos con bombas no servirá de nada.
–Pero, ¿cómo se combate el fenómeno ideológico?
–Cometería un error si pensamos que el problema es ISIS, que es un drama enorme, terrorífico, trágico. Es el mal en estado puro. ¿Qué hay que hacer con ellos? Vencerlos, no convencerlos. Al Estado Islámico no se lo convence. Estoy a favor de una victoria militar sobre el ejército de los Daesh. Pero el problema real es la cantidad ingente de millones de dólares que países miembros de la ONU y emires de ámbitos vinculados al petrodólar dedican a radicalizar, fanatizar y destruir cualquier atisbo de modernidad de sus ciudadanos musulmanes. La ideología totalitaria está institucionalizada en las dictaduras de Medio Oriente, sobrecargada de dinero y con una capacidad tecnológica que no dedican su esfuerzo a las democracias y a las libertades sino a la esclavitud del feudalismo y el fanatismo. Es un error la venta del alma libre a las dictaduras del petrodólar. Y la izquierda del mundo no levanta la voz contra el totalitarismo. No he escuchado una sola manifestación contra ISIS, contra la esclavitud de la mujer en Arabia Saudita. Han traicionado la libertad.
–¿Qué escenario geopolítico internacional prevé tras los atentados en París?
–Los atentados en París nos han impresionado mucho, pero también nos había impresionado Atocha, y ya llevamos más de diez años. La matanza de París es tan horrible como todas. Cada vez que hay una barbaridad no impresionamos, pero sin embargo ellos llevan montañas de muertos. Y continuamos haciendo lo que no debemos. Reaccionamos a golpe de tiro. Me parece bien una defensa armada y militar, pero ¿el presidente Francia le va a pedir a las naciones musulmanes que se implique en la lucha a favor democracia? ¿Se van a impedir los discursos salafistas? ¿La ONU le va a sacar la presidencia de la Comisión de Derechos Humanos a Arabia Saudita? ¿De qué sirve la ONU? ¡Que se vaya de vacaciones eternas! Hay que dejar de considerar normal que haya un montón de dictaduras normales feudales y fascistas que alimentan el fanatismo. Si no somos combativos con esto, no vamos a vencer este fenómeno, que va a matar más. Esto es la guerra.
–¿Por qué el atentado de París causa mayor conmoción que el de otros sitios del mundo?
–Los europeos somos hipócritas porque parece que sólo existen los hechos cuando pasan en nuestro territorio. Porque el atentado de AMIA tuvo poca repercusión en Europa porque fue en el Cono Sur, estaba lejos. Los yihadistas saben que matar en Washington, Nueva York, Londres o París es matar en el corazón de los medios. Es matar en la CNN.

Pilar Rahola durante la entrevista con Infobae. En sus manos tiene su nuevo libro, "¡Basta!"

–¿Existe algún vínculo entre los atentados y la crisis de los refugiados?
–Yo no la hago. Por supuesto, entre los refugiados se nos puede colar algún terrorista, pero la mayoría de los que están vinculados al terrorismo yihadista vuelan en primera, no van en trenes por las calles o buques en pleno invierno. Un yihadista no va por ahí. O está en casa, donde ha ido creciendo su odio, o viaja en primera. La inmensa mayoría de los refugiados huyen del Estado Islámico que nunca fueron yihadistas.
–La referencia era a cómo los refugiados huyen también los terroristas.
–Los refugiados son todas víctimas. Entre ellos puede haber algún verdugo por la desesperación, pero cuando alguien huye de la tragedia de la guerra no huye para convertirse en un pequeño Daesh. Están creciendo los populismos a derecha e izquierda. El de derecha considera que el inmigrante es peligroso. Pero no hay que criminalizar a esa gente que huye de la muerte. El Estado Islámico vive ahora del prestigio del éxito.
–¿Qué significa?
–De cara a gente joven que busca ideología, que está desconcertada, estos tipos tienen un éxito bárbaro: acaban de poner de rodillas a París. Por ejemplo, los apuñalamientos en Israel no están controlados por Hamas, que ha tenido el monopolio del terrorismo antiisraelí. Pero le aparece un fenómeno de jóvenes sin perspectivas a los que siempre se les dijo que Israel es lo peor. Pero Hamas no tiene éxito. En cambio, hay unos hombres al otro lado de las montañas que tienen éxito. ¿Qué hacen los jóvenes? Se mimetizan. Los ideólogos del ISIS les dijeron: "La yihad eres tú. No hace falta organizarse. Toma un cuchillo". Esta es la capacidad que tiene el Estado Islámico de seducir. Pero para seducir, tiene que tener éxitos. Por eso, cuando tiene un retroceso militar, atentan para volver a subir la imagen de vencedor.
–Recién mencionaba la escalada de violencia en Israel. ¿Es esta una nueva intifada?
–Es pronto para hablar de la tercera intifada. Cada vez que hay un ataque contra un israelí, las organizaciones palestinas lo aplauden. Pero no es suyo. Estamos ante un repunte de violencia que irá peor. Es significativo que Hamas y Hezbollah hayan denunciado los atentados de París. Hamas es sunita, se alimenta del discurso salafista. La ideología de Hamas y la del Estado Islámico es absolutamente paralela. Hamas no había previsto que hubiera jóvenes que pasaran de Cisjordania y Gaza mimetizando las acciones del Daesh.
–Usted está a favor de la independencia catalana de España. ¿Por qué Cataluña debería separarse?
–Yo estoy a favor de una transición democrática y pacífica hacia un Estado propio. Somos una nación con orgullo, con más de 1.000 años de historia, con un idioma que ha sido muy pisoteado, pero que tenemos en ley y que continuamos hablándolo a pesar de 300 siglos de represión contra él. La situación económica de Cataluña es cada vez más peligrosa por la vampirización de los recursos catalanes que ha hecho España. Y con una cerrazón permanente para entendernos, para pactar con nosotros. Los catalanes somos pactistas, combatientes. Esta es una revolución de saco y corbata, de clases medias. Si he llegado a este punto es porque estamos muy hartos. España nos trata como un pueblo colonizado. Pero allí vamos a estar dándole un cauce democrático. Estamos viviendo un choque de democracias entre el Parlamento catalán y el español.

"É tudo improviso"

Dora Kramer, na sua coluna no Estadão, revela um episódio espantoso. Leiam, por favor: "É tudo improviso. Na quarta-feira, às 10 horas, o ministro da Fazenda esteve com o senador Romero Jucá e ouviu dele a sugestão para que o governo lançasse a ideia de criação de fundos garantidores de investimentos feitos por meio de parcerias público-privadas, com recursos obtidos por estados e municípios mediante aval da União. Momentos depois, em audiência na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, Joaquim Levy anunciou a medida – sem o crédito de autoria – como objeto de estudo em andamento no governo." Ou seja, o "grande formulador" Joaquim Levy roubou uma ideia desse economista brilhante chamado Romero Jucá e, como se não bastasse, disse que ela estava sendo estudada pelo governo. Isso deveria rebaixar ainda mais a nota do Brasil.

Querem queimar as reservas

As reservas em dólar ainda não foram afetadas pela crise, mas o populismo lulista não desiste. Gerson Camarotti informa que, para reaquecer a economia com o crédito fácil conforme queria Lula, auxiliares de Dilma defendem o uso de um terço dos US$ 360 bilhões em caixa. Há algumas semanas, Gustavo Franco, ex-presidente do Banco Central, chamou alternativas do tipo de tolice tóxica. Levy é contra, ou o dólar dispararia assustadoramente. Mas esse argumento não deve desanimar quem andou escondendo dinheiro no Exterior.

241 milhões em risco

Para o Banco Mundial, 241 milhões de latinos correm o risco de caírem na pobreza. De acordo com o Estadão, esse fenômeno deve estimular a informalidade no trabalho em mais da metade da população da América Latina. Além da dependência da China, que já não cresce como antes, o motivo estaria na falta de uma alternativa para a queda do preço das commodities. O Brasil, ao lado da Venezuela, se adianta. Enquanto a extrema pobreza está há três anos estagnada na região, por aqui ela já sobe.