domingo, 15 de novembro de 2015

A islamofobia como medo

Em setembro, entrevistado pelo jornal The Guardian, por ocasião do lançamento do romance "Submissão" na Inglaterra, o escritor francês Michel Houellebecq disse o seguinte: "Provavelmente, sou islamofóbico, mas a palavra 'fobia' significa medo, em vez de ódio. O medo do terrorismo. Mesmo que os terroristas sejam pouco numerosos, gente pouco numerosa pode ter muito poder. Frequentemente, são as minorias mais decididas que fazem a história".

Detalhes da tempestade

O Ministério da Defesa francês divulgou um comunicado explicando que o bombardeio dessa noite de domingo contou com o apoios das forças americanas. Foram despejadas vinte bombas em Raqqa, na Síria. Os ataques destruíram um centro de comando, um centro de recrutamento jihadista, um depósito de munições e um campo de treinamento. É um começo. E é muito pouco. 

Morreu Ione Sirotsky, a matriarca do Grupo RBS, agora a disputa será intensa


Morreu aos 88 anos, na madrugada deste domingo, a viúva de Maurício Sirotsky Sobrinho, fundador do Grupo RBS, Ione Pacheco Sirotsky. Ela morreu em casa e a causa não foi divulgada. Em comunicado, a empresa ressaltou que "Dona Ione foi uma personagem decisiva em toda a história do Grupo RBS" e que atuou diretamente na formatação do braço social do Grupo. Mãe do presidente do Conselho de Administração, Nelson Sirotsky, e avó do presidente executivo, Eduardo Sirotsky Melzer, Ione deixa quatro filhos: Nelson Pacheco Sirotsky, Pedro Pacheco Sirotsky, Suzana Sirotsky Melzer e Sonia Sirotsky. O velório e o enterro foram realizados no Cemitério da União Israelita, em Porto Alegre.

‘É uma devassa estatal num partido político’, reage defesa de ex-tesoureiro do PT


O criminalista Luiz Flávio Borges D’Urso requereu a exclusão de três números de telefones – inclusive da sede nacional do PT -, da quebra de sigilo ordenada pelo juiz federal Sérgio Moro, da Operação Lava Jato. D’Urso é advogado de defesa do ex-tesoureiro nacional da legenda, João Vaccari Neto – preso desde março por suspeita de arrecadar propinas para o PT em forma de doação eleitoral. Entre os números que o advogado quer que sejam excluídos da devassa que pega largo período – entre 2010 e 2014, alcançando três campanhas eleitorais – está o 3243-1313, linha-tronco da sede do PT, situada à Rua Silveira Martins, Centro de São Paulo. A decisão do juiz Moro, de 9 de novembro, atendeu pedido do Ministério Público Federal que investiga Vaccari e pessoas próximas a ele no esquema de corrupção instalado na Petrobrás entre 2004 e 2014. No papel de tesoureiro da agremiação, ele frequentava o diretório nacional. Por este motivo, os procuradores da República que integram a força-tarefa da Lava Jato incluíram o telefone geral do PT no pedido de quebra de sigilo. Os procuradores assinalam que o PT era ’empregador’ de Vaccari. Para D’Urso, no entanto, a medida não encontra respaldo ‘uma vez que não foi apresentada qualquer justificativa com relação à necessidade ou envolvimento dos titulares das mesmas (linhas), ou ainda, de sua utilização pelo acusado (Vaccari) em fatos relacionados ao presente processo’. “O que nós pedimos é que o foco das provas de acusação ficasse adstrito aos elementos que constam do processo. Não pode o Estado vasculhar vidas e pessoas estranhas para tentar ver se encontra algum elemento ilícito. Se houvesse uma indicação objetiva, fazendo referência àquele telefone específico justificaria a quebra do sigilo para aquele número específico”, argumenta Luiz Flávio Borges D’Urso. O criminalista avalia que ‘no caso dos autos o que se viu foi o lançamento de uma rede com uma grande quantidade de números de telefone que não dizem respeito diretamente a Vaccari’. “Isso me parece absolutamente impróprio, não só com relação à defesa do Vaccari, mas com relação aos limites legais que o Estado tem que observar na sua investigação”, alerta D’Urso. Segundo o criminalista, ‘o que chama mais a atenção é a autorização de quebra do sigilo de um telefone que é linha-tronco de um partido’. “Se houve a referência de um telefone específico para se buscar uma prova específica vá lá, mas não foi isso que aconteceu. Isso representa uma devassa estatal num partido político. Me parece que é algo que vai muito além do interesse da investigação específica daquele processo.” D’Urso não defende o PT. Ele é advogado exclusivamente de João Vaccari Neto. “Estou incumbido da defesa do Vaccari. O partido fala pelo partido.” Mas a quebra do sigilo do telefone geral do partido do governo, na interpretação do criminalista, ‘é uma coisa pueril, abstrata’. “PT empregador? Ora, o Vaccari foi, durante um período, funcionário do Banespa (antigo Banco do Estado de São Paulo). Amanhã, então, será pedida a quebra do sigilo da linha-tronco do banco para saber com quem ele conversou? A quebra de sigilo vai identificar quem estava fazendo uso daquele telefone? O que vai ser identificado é que aquele número geral estabeleceu contatos telefônicos com outros números, mas não será identificado o usuário do telefone geral. Essa prova me parece completamente fora de propósito". D’Urso pondera que sua análise é especificamente jurídica. “Essa prova requerida e deferida (quebra do sigilo telefônico) me parece um excesso, um despropósito no que diz respeito à questão do Vaccari. Não entro no mérito específico partidário, não me cabe.Fiz o requerimento e vamos ver como o juiz (Sérgio Moro) vai decidir. Vou aguardar a decisão. Se ele (Moro) mantiver (a quebra do sigilo) vamos examinar". O advogado é taxativo: “Não existe nada, não há uma prova sequer contra Vaccari. A única coisa que se verifica são informações de delatores. Não há prova de absolutamente nada a corroborar as acusações que estão sendo feitas contra Vaccari". Coitadinho do Vaccari... tão injustiçado!!!!

Exército nas ruas

A partir de terça-feira, quatro mil militares ajudarão a policiar Paris. Outros seis mil soldados serão distribuídos pelas principais cidades da França.

1.600 jihadistas

O governo francês estima que haja 1.600 jihadistas de nacionalidade francesa na Síria.

A Interpol procura este terrorista islâmico, a pedido das forças policiais da Bélgica


Mesquita em cidade francesa tenta se desvincular de terrorista

A pequena Chartres, a 100 km de Paris, amanheceu sob o olhar das autoridades francesas e de dezenas de jornalistas. Segundo o prefeito da cidade, Jean-Pierre Gorges, um dos autores dos atentados de sexta (13) em Paris viveu em Chartres pelo menos até 2012.
 

Trata-se de Ismail Omar Mostefai, 29, identificado como um dos três atiradores da casa de show Bataclan, onde foram mortas 89 pessoas (do total de 129 incluindo outros ataques). Na manhã deste domingo (15), lideranças da mesquita apontada pela mídia francesa como a que ele frequentava, tentaram se desvincular do terrorista. Não à toa: o espaço religioso deve ser alvo de investigação, assim como já ocorre com os familiares de Mostefai. "Não lembro dele. Frequento há mais de quatro anos e nunca o vi aqui", disse à Folha Ismel Snussi, 35, escalado pela mesquita para protegê-la do assédio da imprensa. "É muito triste tudo isso, obviamente não podemos concordar com o que ele fez, isso não é islamismo", disse Snussi. Um comunicado deve ser divulgado ainda neste domingo (25) pela mesquita.
 

A cinco quilômetros dali fica a casa onde Mostefai viveu com a família. Os vizinhos confirmam que ele viveu no local, mas obviamente querem distância de qualquer assunto ligado a um dos autores do massacre de Paris. Mostefai lançou um ataque suicida e foi identificado pelo dedo encontrado em meio aos restos mortais. Segundo a mídia francesa, ele já foi condenado por pequenos delitos entre 2004 e 2010, como dirigir sem carteira e agressão, mas nunca chegou a cumprir pena em prisão. Em 2010, teria entrado numa lista de alvos das autoridades por suposto envolvimento com radicalização religiosa, mas não teria sido investigado por vínculos com terrorismo. De acordo com relatos da imprensa local, Mostefai chegou a passar três meses na Síria entre 2013 e 2014.

Atirador francês que invadiu casa de show e matou dezenas em Paris passou meses na Síria


Um dos três responsáveis pelo ataque a tiros na casa de shows Bataclan, em Paris, o terrorista Ismail Omar Mostefai, de 29 anos, foi incluído na lista de radicais islâmicos do governo francês em 2010 e passou pelo menos três meses na Síria entre 2013 e 2014. O francês de origem argelina foi o único dos autores da série de atentados da última sexta-feira (13)identificado pelas autoridades. Ele se suicidou após detonar o cinto de explosivos que levava consigo durante o ataque. Mostefai nasceu na periferia de Paris em 22 de novembro de 1985. Entre seus 19 e seus 25 anos, foi condenado por crimes de menor potencial ofensivo, como dirigir sem carteira e agressão, mas não chegou a ser preso. Segundo o jornal "Le Monde", ele foi incluído na lista de suspeitos de radicalização islâmica em 2010. François Molins, procurador de Paris, disse que, embora estivesse na relação, Mostefai não fazia parte de nenhum grupo. Ele parou de trabalhar em 2012 e, segundo vizinhos, era pouco visto em seu bairro. No final do ano seguinte, entrou na Síria após cruzar a fronteira com a Turquia. Ele ficou no país árabe por pelo menos três meses. Neste período, ganhava força na Síria a Estado Islâmico do Iraque e do Levante, que em julho de 2014 transformou-se em Estado Islâmico. Ao voltar para Paris, reunia-se com frequência com grupos salafistas. A polícia ainda não sabe que ligação Mostefai teria com os demais terroristas, que papel ele tinha no grupo e como se deu a organização para o atentado. Na noite de sábado (14), o pai e o filho do atirador foram presos pelos agentes. Membros das investigações disseram que os irmãos do terrorista ficaram surpresos com a participação de Mostefai no ataque, apesar de eles terem se afastado há anos. 


Dos sete autores do atentado, seis morreram ao detonarem seus cintos de explosivos, três deles durante ataques. O outro foi morto a tiros pela polícia durante tiroteio na casa de shows Bataclan. Não há informações confirmadas sobre os demais. Ao lado de um dos homens-bomba que fez um ataque próximo ao Stade de France, foi encontrado um passaporte de um homem sírio de 25 anos cujo nome não foi divulgado. As autoridades da Grécia confirmam que o dono do passaporte chegou ao país através da ilha de Leros, no mar Egeu, como refugiado. Não se sabe, porém, se o autor era o dono do documento. Segundo François Molins, os sete portavam os fuzis AK-47 e bombas de peróxido de amônia, também conhecido como TATP. O composto volátil e leve foi o mesmo usado pela Al Qaeda na série de atentados de Londres de 2005. Testemunhas afirmam que eles pareciam ter treinamento com as armas, em mais um sinal de uma ação orquestrada com antecedência. "Não eram pessoas que descobriram ontem a manusear armas de guerra. Eles eram extremamente determinados e carregavam com frequência seus fuzis", disse Julien Pearce, jornalista do canal Europe 1 que estava no Bataclan.

Comissão vai apurar explosão de foguete na base de Alcântara

Uma falha no motor de um foguete suborbital causou uma explosão na plataforma de lançamento do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão, no início da tarde desta sexta-feira, 13. O veículo estava na rampa de lançamento e não chegou a decolar. Não houve feridos. Uma comissão técnica será formada para apurar as causas do incidente. O foguete seria lançado no encerramento da Operação São Lourenço, "a principal atividade de lançamento e rastreio de engenhos aeroespaciais previstas para este ano no Programa Nacional de Atividades Espaciais (PNAE)". O objetivo da operação era testar o Satélite de Reentrada Atmosférica (SARA), uma plataforma destinada a experimentos no espaço para o desenvolvimento de produtos nas áreas de engenharia e eletrônica. Na fase final do experimento, pesquisadores brasileiros poderiam realizar estudos científicos e tecnológicos por até dez dias em ambiente de microgravidade. Também seria testado no veículo um GPS de aplicação espacial desenvolvido pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) com apoio do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE) e da Agência Espacial Brasileira. A simulação de lançamento do foguete M foi realizada na quinta-feira "com sucesso", de acordo com informações do CLÃ. A Operação São Lourenço era realizada desde 22 de outubro pelo IAE em parceria com o Comando Geral de Operações Aéreas, o Departamento de Controle do Espaço Aéreo e a Marinha do Brasil. A Agência Espacial Alemã (DLR) e o Centro Espacial da Suécia (SSC) atuavam no apoio à operação de equipamento de solo. O foguete VS-40 já foi lançado duas vezes no Brasil, todas no CLA e uma vez na Noruega, em junho de 2012, em apoio ao programa de microgravidade da Agência Espacial Europeia (ESA). Em 2003, um acidente na simulação da Operação São Luís provocou a morte de 21 técnicos e engenheiros que preparavam a missão para colocar em órbita dois satélites brasileiros: o microssatélite meteorológico SATEC, do Instituto de pesquisas Espaciais (Inpe), e o nanossatélite UNOSAT da Universidade do Norte do Paraná. Três dias antes do lançamento, o Veículo Lançador de Satélites (VLS) explodiu. 

Em Cuiabá, Bolsonaro se diz contra terra para índios e cota para negros


Em Cuiabá, na sexta-feira, o deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) disse ser contra a vitimização de negros, gays e índios e cotas para afrodescendentes. Segundo ele, o País é de miscigenação e, por isso, não deve haver privilégios para determinadas pessoas. "Não sou contra negros. A minha briga é contra cotas. Somos um povo miscigenado, somos iguais e não podemos criar privilégios", frisou, ao passo que defendeu a integração dos índios aos 'brancos'. Na avaliação dele, o País corre o risco ao reservar grandes áreas de terra aos indígenas. "Temos uma área maior que a região Sudeste demarcada para índios e os índios devem ser integrados a nós. Criamos em 1985, no final do governo José Sarney, o projeto Calha Norte para vivificar o Norte do nosso País e agora está demarcada como terra indígena. Estamos perdendo toda a região Norte por pessoas que não querem se inteirar do risco que estamos tendo de ter presidentes índios com borduna nas mãos", declarou. Uma das justificativas apresentadas por ele contra a destinação de áreas para comunidades indígenas é o "prejuízo para o agronegócio", além de prejudicar outros interesses comerciais. "A política ambiental é péssima em nosso País. Se quiser fazer uma hidrelétrica, em Roraima ou no Vale do Ribeiro, por exemplo, é impossível, tendo em vista a quantidade de terra indígenas, quilombolas, estação ecológica, parques nacionais. Tem que colocar um fim nessa política xiita que está sufocando o Brasil", afirmou o parlamentar. Em entrevista à rádio Centro América FM, na sexta-feira (13), Bolsonaro alegou ter votado a favor do deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ) a presidência da Câmara dos Deputados por falta de opção. Afirmou que a idéia era votar contra o PT: "Voto em qualquer um contra o PT, porque o PT tem um projeto absoluto de poder, dentro desse contexto". Também se manifestou sobre a chegada de estrangeiros no País, que, na análise do parlamentar, pode fazer parte de uma estratégia do atual governo para se perpetuar no poder com a ajuda de imigrantes. "São 44 mil haitianos no Brasil e a Dilma Roussef escancarou a porta para os refugiados do norte da África e por volta de 11 mil cubanos que tem seus familiares como reféns em Cuba. Não podemos nos esquecer que esse pessoal que, após a cassação do governo João Goulart, por parte do Congresso Nacional, sumiu do Brasil e grande parte foi para Cuba", enfatizou. 

Bolsonaro pode deixar o PP para concorrer à Presidência em 2018


Em Cuiabá para participar do encontro partidário do Partido Progressista (PP) na AMM (Associação Mato-grossense dos Municípios), o deputado federal Jair Bolsonaro (RJ) revelou que pode deixar a sigla para concorrer à Presidência da República nas eleições de 2018. Ainda revelou que outras legendas têm lhe oportunizado espaço para viabilizar o projeto de concorrer ao Palácio do Planalto. O PP é o partido que detém o maior número de parlamentares investigados pelo Supremo Tribunal Federal pela suspeita de participação no esquema de desvio de dinheiro da Petrobrás, conhecido como Petrolão, que envolve a cifra de bilhões de reais. “Se não mudar a cúpula, e encontrar uma maneira de sair sem perder o mandato, eu saio. É como um casamento, se um homem for um bandido a mulher se separa, o que nesta circunstância é autorizado até pela Bíblia. O PSC e o PHS já sinalizaram que são simpáticos a minha filiação”, disse. Bolsonaro ainda declarou que, se eventualmente sair candidato à Presidência da República nas eleições de 2018, vai firmar o compromisso de falar a verdade e não de unicamente ganhar a qualquer custo como disse para, logo em seguida, criticar a última campanha eleitoral da presidente da República, Dilma Rousseff (PT). “Não estou preocupado em ganhar. Não vou trair minha consciência. Não vou ser o Bolsonaro paz e amor a exemplo de Lula e Dilma. Lula admitiu recentemente que o PT mentiu para ganhar a eleição de 2014. E agora, veja o resultado desastroso disso na economia e a roubalheira que o PT institucionalizou com a Petrobrás para ter tudo aprovado na Câmara dos Deputados”, disse. O parlamentar classificou de chefe de quadrilha o ex-presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e a atual presidente Dilma Rousseff, ambos do PT. “O chefe da quadrilha são Dilma e Lula. São eles que lideram uma organização criminosa chamada PT”, disse. Em sua avaliação, ambos são responsáveis diretos pela corrupção desenfreada no Brasil revelada agora com o esquema do "Petrolão", desvio bilionário da Petrobrás, e pela crise econômica que se reflete no desaquecimento do PIB (Produto Interno Bruto): “A roubalheira que está aí no Brasil é responsabilidade de Lula e foi implementada por Dilma Rousseff". Embora seja favorável ao impeachment da presidente da República, Dilma Rousseff (PT), Bolsonaro não acredita que o PT e seus aliados deixem o poder de forma pacífica. O parlamentar acredita que o grupo de Dilma seja capaz até de recorrer a luta armada para se manter no poder: “Se aprovarmos o impeachment, não acredito que saiam sem resistir e sem nos lançar a uma aventura semelhante a luta que eles mesmo nos lançaram como em 1966”. Ele disse acreditar que os rumos da economia decidirão o futuro político do Brasil: “Estamos tendo 3 mil demissões por dia. Os pobres que aplicam dinheiro na poupança tem sacado R$ 5 bilhões mensais e são milhares vivendo de seguro desemprego”.