quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Edson Leal Pujol é o novo general chefe do Comando Militar do Sul


Edson Leal Pujol nasceu em Dom Pedrito, em 02 de janeiro de 1955. Filho do Coronel da Brigada Militar do Rio Grande do Sul, Péricles Corrêa Pujol, e de Maria Lina Leal Pujol, estudou no Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA) de 1967 a 1970. Iniciou sua carreira militar em 1º de março de 1971, ao ingressar na Escola Preparatória de Cadetes do Exército. Em seguida, estudou na Academia Militar das Agulhas Negras, sendo declarado Aspirante-a-Oficial em 1977, sendo o primeiro colocado de sua turma decavalaria. Foi também o primeiro colocado de sua turma de cavalaria na Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais (EsAO) e na Escola de Comando e Estado-Maior do Exército (ECEME), recebendo por isso a medalha Marechal Hermes de prata dourada com três coroas. Como oficial-general, comandou a 1ª Brigada de Cavalaria Mecanizada[2] , localizada em Santiago, no Rio Grande do Sul. Entre 25 de abril de 2009 e 29 de abril de 2011 foi o Comandante da AMAN. Em seguida, chefiou o Centro de Inteligência do Exército, até março de 2013. No dia 27 de março de 2013, foi nomeado Comandante da Força de Paz na Missão de Estabilização das Nações Unidas no Haiti (MINUSTAH). Passou o Comando da MINUSTAH em 15 de março de 2014. Na ocasião, o Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, afirmou que sua dedicação, seu profissionalismo e sua liderança contribuíram de grande forma para os esforços de estabilização das Nações Unidas no Haiti. Em seguida, foi nomeado para o cargo de Secretário-Executivo do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, que exerceu de abril de 2014 a abril de 2015. Em 31 de março de 2015 foi promovido ao posto máximo da carreira.

Silas, o que você fez?

Como mostramos, Silas Rondeau trabalhou para os lobistas APS e José Ricardo da Silva, presos na Operação Zelotes. Ao mesmo tempo, Silas ocupava os conselhos de administração da Petrobras e da Engevix - uma das principais pagadoras de propina do petrolão. Engenheiro elétrico, especializado em linhas de transmissão, o ex-ministro de Minas e Energia também atuou para a Engevix como consultor em "análise estratégica de projetos e empreendimentos ligados ao setor elétrico, no Brasil e em mercados externos". Obviamente, Silas não atuou na aprovação de MPs ligadas ao setor automobilístico. O que você fez, Silas?

O comunista Aldo Rebelo, ministro da Defesa, manda Comandante do Exército demitir general chefe do Comando Militar do Sul

General Antonio Hamilton Martins Mourão
O ministro da Defesa, o comunista Aldo Rebelo, mandou o Comandante do Exército, general Eduardo Villas Boas, demitir o general Antonio Hamilton Martins Mourão, da chefia do Comando Militar do Sul e transferí-lo para a Secretaria de Economia e Finanças do Exército, em Brasília. O general Mourão, assim, perde o poder de falar para tropa. A decisão foi em virtude da palestra dada por ele para aspirantes a oficiais da reserva do CPOR de Porto Alegre, em que fez duras críticas à classe política e convocou os presentes para "o despertar de uma luta patriótica". A fala do general foi criticada nesta quinta-feira, 29, pelo senador Aloysio Nunes Ferreira, presidente da Comissão de Relações Exteriores, que questionou o ministro da Defesa, o comunista Aldo Rebelo, sobre a fala do general, que teria dito que "ainda tínhamos muitos inimigos internos, mas que eles se enganavam achando que os militares estavam desprevenidos" e que teria feito uma provocação, incitando os militares ao dizer: "eles que venham!'" Mas, o que importa mesmo é o outro incidente ocorrido no começo desta semana. O Comando da Terceira Divisão do Exército, subordinada ao Comando Militar do Sul, fez uma homenagem póstuma ao coronel Brilhante Ustra. O convite foi assinado pelo general José Carlos Cardoso, comandante da Terceira Divisão. A cerimônia ocorreu no pátio da 6ª Brigada de Infantaria Blindada, em Santa Maria (RS), cidade natal de Ustra. A presidente Dilma Rousseff foi presa e torturada nas dependências do DOI (Destacamento de Operações de Informações do 2º Exército) em São Paulo, unidade chefiada na época pelo então major Ustra. Esta postura do general Mourão acrescenta um ingrediente à crise política que o governo Dilma já vive. Só faltava também uma crise militar no Brasil. O senador Aloysio Nunes Ferreira pertenceu também a organização terrorrista de esquerda. 

Filho de Lula sai de festa do pai e é intimado em casa às 23 horas pela Polícia Federal para depor



A Polícia Federal bateu às portas do apartamento de Luis Cláudio Lula da Silva, o Lulinhazinho, filho do ex-presidente da República, às 23 horas de terça-feira (27), para intimá-lo a depor nesta quinta-feira no inquérito que apura irregularidades na Operação Zelotes. O episódio, mantido até agora em segredo, enfureceu o entorno do ex-presidente e deixou possessa a mãe do Ronaldinho II da família Lula da Silva. Luis Claudio tinha acabado de sair da festa de aniversário do pai com a mulher, Fátima, que está grávida de seis meses. Na celebração esteva também a presidente Dilma Rousseff. Pouco depois de chegar em seu luxuoso apartamento, nos Jardins, o porteiro do prédio em que mora interfonou avisando que agentes da Polícia Federal estavam no térreo e o esperavam para fazer a intimação. Ele buscou orientação de advogados e desceu para assinar o documento. O advogado de Luis Cláudio, Cristiano Martins, confirma o episódio. "Na minha opinião, infelizmente é mais um excesso que se verifica neste caso", diz ele: "Uma intimação neste horário só poderia ser feita com autorização judicial expressa". O advogado foi à polícia, narrou o ocorrido e pediu cópia integral do inquérito, afirmando precisar de mais tempo para que o cliente possa fazer um depoimento formal. O fato tem tudo para piorar ainda mais a relação entre Lula e Dilma. A família do petista está chateada com ela por acreditar que o ministro da Justiça, o "porquinho" petista José Eduardo Cardozo, não se mobiliza para "evitar abusos" da Polícia Federal em relação a ele e a seus filhos. Para integrantes do PT, a polícia fez uma ação proposital depois ser criticada pela conduta que adota na operação que também investiga Luis Cláudio.

Terroristas palestinos tentam esfaquear israelenses e são mortos por soldados


Dois terroristas palestinos foram mortos nesta quinta-feira (29) por soldados israelenses na cidade de Hebron, na Cisjordânia, ao tentarem esfaquear membros das forças de segurança durante protestos. As duas mortes devem elevar a tensão na cidade, que se tornou na última semana o maior palco de confrontos entre palestinos e israelenses. O primeiro caso ocorreu na estrada que liga o assentamento judeu de Kiriat Arba à Caverna dos Patriarcas, onde se acredita que estejam enterrados Adão e Eva, Abraão e Sara, Isaac e Rebeca e Jacó e Leia. Segundo a polícia, o terrorista palestino de 23 anos sacou a faca ao se aproximar das forças de segurança e cortou a cabeça de um guarda de forma superficial. Quando tentava atacar outro agente, ele foi baleado e morto por um soldado. A morte levou a novos protestos de moradores da região nas ruas da cidade. Durante o confronto entre os soldados e os palestinos, outro homem tentou atingir um militar com uma faca e foi morto a tiros antes de atingi-lo. Os enfrentamentos continuaram depois da segunda morte. Manifestantes palestinos queimaram pneus e atiraram paus e pedras contra as forças israelenses. Nos últimos dias, Israel começou a cercar os bairros da cidade, principalmente os mais próximos aos assentamentos de judeus. A medida é similar à tomada semanas antes em Jerusalém Oriental para evitar novos ataques. A nova série violenta teve como detonador o aumento de visitantes judeus e das restrições aos islâmicos na Esplanada das Mesquitas, em Jerusalém Oriental. O segundo local mais sagrado do islã também é reverenciado por judeus.

Grupo Gerdau fecha terceiro trimestre com um prejuízo bilionário

A siderúrgica Gerdau saiu de lucro de R$ 261,95 milhões no terceiro trimestre de 2014 para prejuízo de R$ 1,96 bilhão no mesmo período deste ano.  O resultado foi fortemente influenciado pelas baixas contábeis realizadas pela empresa no período. Gerar prejuízos é uma das formas dos grandes grupos empresariais para não pagarem impostos. O Grupo Gerdau está profundamente comprometido na Operação Zelotes. 

Ex-deputado Pedro Corrêa é condenado a 20 anos de prisão na Operação Lava Jato


O juiz federal Sergio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, condenou nesta quinta-feira o ex-deputado e ex-presidente do Partido Progressista (PP), Pedro Corrêa, a vinte anos, sete meses e dez dias de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro no escândalo do Petrolão do PT. Também foi condenado o ex-assessor do parlamentar, Ivan Vernon, a cinco anos e dezesseis dias por lavagem de cerca de 390.000 reais. Pedro Corrêa começou a negociar um acordo de delação premiada com o Ministério Público para levar novos nomes à Lava Jato. Ele já disse aos procuradores, por exemplo, que o ex-presidente Lula e a presidente Dilma Rousseff não apenas sabiam da existência do Petrolão do PT, como agiram pessoalmente para mantê-lo. Corrêa também contou que o esquema nasceu em uma reunião realizada no Planalto com a participação dele, de Lula, de integrantes da cúpula do PP e dos petistas José Dirceu e José Eduardo Dutra - à época, ministro da Casa Civil e presidente da Petrobras. Em pauta, a nomeação de Paulo Roberto Costa para a diretoria de Abastecimento da Petrobras. Conforme a Lei 12.850/2013, em caso de delação firmada depois da sentença, a pena pode ser reduzida até a metade ou admitida a progressão de regime. Segundo a acusação, Corrêa embolsou 11,7 milhões de reais em propina. Em apenas uma das 72 práticas de corrupção penalizadas pela Justiça, o ex-parlamentar recebeu 2,03 milhões de reais. "O mais perturbador em relação a Pedro Corrêa consiste no fato de que recebeu propina inclusive enquanto estava sendo julgado pelo Plenário do Supremo Tribunal Federal na Ação Penal 470 (julgamento do Mensalão do PT), havendo registro de recebimentos até outubro de 2012", disse Moro. "Nem o julgamento condenatório pela mais Alta Corte do País representou fator inibidor da reiteração criminosa, embora em outro esquema ilícito. Agiu, portanto, com culpabilidade extremada, o que também deve ser valorado negativamente. Considerando cinco vetoriais negativas, de especial reprovação, fixo, para o crime de corrupção ativa, pena de cinco anos de reclusão", completou. Na sentença, Moro determina ainda o confisco criminal dos bens do ex-deputado, até que ele reponha aos cofres da Petrobras o valor de 11,7 milhões de reais. Pedro Corrêa foi descrito pelo Ministério Público como "um dos responsáveis pela distribuição interna do PP", sendo que ele próprio embolsou propina para si e para a filha, a ex-deputada Aline Corrêa. A arrecadação de recursos ilícitos pela família Corrêa incluía a atuação do assessor parlamentar Ivan Vernon, o uso de uma funcionária fantasma e a participação de funcionários do extinto gabinete do ex-congressista. O ex-presidente do PP visitou o escritório de Youssef pelo menos 23 vezes entre 2011 e 2013, segundo as investigações. O ex-auxiliar do doleiro Alberto Youssef, Rafael Ângulo Lopes, que fechou acordo de delação premiada, foi condenado a prestar serviços à comunidade, está proibido de fazer viagens ao Exterior e deve permanecer em casa com tornozeleira eletrônica entre as 10 horas da noite e as 6 horas da manhã. Na decisão de Moro, foram absolvidos o filho de Pedro Corrêa, Fábio Corrêa, e a nora Márcia Danzi. Em depoimento ao juiz Moro em agosto, o mensaleiro eximiu a família de culpa e disse que seus parentes não tinham nenhum envolvimento com o Petrolão do PT. Em depoimento ao juiz Sergio Moro, Ângulo Lopes disse que a propina ao ex-parlamentar chegava a até 200.000 reais por mês. A acusação estima que Corrêa e auxiliares embolsaram cerca de 40 milhões de reais em dinheiro sujo entre 2004 e 2014. Na planilha de propinas do delator, os repasses de dinheiro sujo a políticos eram anotados com a abreviatura "band", em referência a "bandidos". O doleiro Alberto Youssef, por sua vez, afirmou em juízo que políticos do Partido Progressista receberam repasses mensais de até 750.000 reais em propina, a partir de dinheiro desviado na Petrobras, durante a campanha eleitoral de 2010. Entre os beneficiários, segundo o delator, estava Pedro Corrêa. "(Pedro Corrêa) Como um dos artífices do esquema criminoso desde o início, tinha total conhecimento dos detalhes, inclusive de que a propina era paga com base em percentual dos recursos obtidos pelas empreiteiras nos contratos com a Petrobras, estes por sua vez decorrentes de cartel e ajuste fraudulento de licitações", disse Moro na sentença.

Lula ironiza investigações e aproveita para lançar sua candidatura a 2018

“Ninguém precisa ficar com pena. Aprendi com a vida a enfrentar adversidade. Se o objetivo é truncar qualquer perspectiva de futuro, então vão ser três anos de muita pancadaria. E, podem ficar certos, eu vou sobreviver”. A fala é de Lula, no discurso de mais de uma hora que fez para a cúpula do PT em Brasília. Como se nota, mais uma vez, ele está tratando de sua candidatura a 2018. O diabo é diabo porque é velho, não porque sábio. E também porque é persistente, não? Nunca antes na sua história Lula teve tantas explicações a dar, mas ele aproveita o momento para lançar a candidatura à Presidência. Velho e persistente. Ironizou as investigações, aproveitando para emitir sinais para Eduardo Cunha e Renan Calheiros, como a dizer: “Estamos todos no mesmo barco, companheiros”. Afirmou: "É tudo muito incerto. Denúncias contra o presidente da Câmara, denúncias contra o presidente do Senado, denúncia contra o filho do Lula, denúncia contra Lula. Eu tenho mais três filhos que não foram denunciados, sete netos e uma nora que está grávida. Porra, não vai terminar nunca isso? E me criaram um problema desgraçado. Disseram que uma nora recebeu R$ 2 milhões. Aí vão perguntar quem está rico na família. Daqui a pouco uma nora entra com um processo contra a outra”. O filho enrolado do momento, Luiz Cláudio, descobriu-se, também mora de graça, financiado pelo mesmo Roberto Teixeira que cedia uma casa ao sindicalista Lula. O PT divulgará um documento em defesa de Lula. A Folha antecipa um trecho: “Vazamentos seletivos, prisões abusivas, investigações plenas de atropelo e denúncias baseadas em delações arrancadas a fórceps e sem provas comprobatórias, entre outros eventos, revelam a apropriação de destacamentos repressivos e judiciais por grupos subordinados ao antipetismo, que atuam com o intuito de difamar o principal partido da classe trabalhadora, seus dirigentes e o maior líder da história brasileira”. Bem, então é preciso que o partido diga quais são os alvos do ataque. É a Polícia Federal? É o Ministério Público? É quem? Em artigo publicado na Folha desta quinta-feira, Rui Falcão inclui na conspiração contra os petistas a imprensa, que estaria a serviço das elites. É mesmo? Por quê? O Apedeuta, por acaso, nesses 13 anos em que está no comando do País — sim, é ele —, brigou com qual elite exatamente? A dos bancos? A dos potentados financiados pelo BNDES? A das empreiteiras? De qual “elite” exatamente ele está falando? É espetacular que Lula, o milionário, e sua família de Lulinhas com o futuro garantido ainda sejam exibidos como exemplo de discriminação contra os coitadinhos. O PT está desesperado porque esse discurso não cola mais. Por Reinaldo Azevedo

A elite brasileira é mal-acostumada

Vera Magalhães, da Veja.com, descreve as exigências de Lula para fazer uma "palestra" em Caracas, paga pela Odebrecht: "Ele e a comitiva, que contava com José Dirceu, teriam de ser hospedados em hotéis cinco estrelas ou superior, todos no mesmo andar ou com, no máximo, dois andares abaixo ou acima. Cada suíte deveria contar com cama king size, menu de travesseiros e serviço exclusivo de quarto 24 horas. Além disso, os quartos deveriam ser abastecidos com frutas, pães, queijos, frios, castanhas, água e refrigerantes normais e tipo zero. Também era exigido para o palestrante um carro executivo de luxo com motorista para qualquer deslocamento desejado pela cidade. Para as demais viagens, além dos requisitos acima, Lula passou a exigir que o carro executivo de luxo também fosse blindado". A elite brasileira é mal-acostumada.

Sérgio Zambiasi volta ao rádio, ele estréia na segunda-feira na Rádio Caiçara

O ex-senador e ex-deputado estadual Sérgio Zambiasi, que trocou uma reeleição certa para o Senado por uma cadeira de apresentador dos programas matutinos da Rádio Farroupilha, do grupo RBS, e de onde foi defenestrado de maneira inglória, começará na segunda-feira uma nova jornada radiofônica, desta vez na Rádio Caiçara, de Porto Alegre. Ele fará sua estréia na segunda-feira, das 6 horas ao meio dia. A Caiçara é da Rede Pampa. Sérgio Zambiasi fez o anúncio na tarde desta quinta-feira, no Congresso da Agert (Associação Gaúcha de Emissoras de Rádio e Televisão), que ocorre em Gramado, na serra gaúcha. Sérgio Zambiasi é o proprietário do PTB no Rio Grande do Sul. Ele foi "gentilmente" convencido pelo então ministro petista da Justiça, o peremptório "grilo falante" e poeta onanista e tenente artilheiro Tarso Genro, a não concorrer à reeleição para o Senado Federal. A reunião foi feita no bar-restaurante do posto de gasolina de Juarez Piccinini, em Canoas. Tarso Genro comandada a Polícia Federal, a poderosa polícia política do PT, a KGB petista. Ela investigava todos os supostos adversários do PT a partir de dossiês fajutos, apócrifos, criminosos, conforme revela Romeu Tuma Jr, em seu livro "Assassinato de reputações". Tuma Jr. foi o segundo de Tarso Genro no Ministério da Justiça, dirigindo a Secretaria Nacional de Justiça. Ele achava que podia manobrar o petismo. Foi detonado pelo petismo. Sérgio Zambiasi o recado. Piccinini também foi investigado pela Polícia Federal, que chegou a invadir as casas de suas duas filhas, inclusive a da médica. Agora Sérgio Zambiasi, muito popular no rádio gaúcho, volta à sua profissão original em emissora de Otávio Dumit Gadret, que terá um enorme incremento. 

A "galega" Marisa Letícia está possessa de ódio, seu filhote Lulinhazinho foi intimado a depor hoje na Polícia Federal, logo após o fim da festa do pai


A Polícia Federal foi ao apartamento onde Lulinhazinho mora de graça (se fosse pagar, o aluguel seria de R$ 5 mil mensais), nos Jardins, em São Paulo, que pertence ao compadre de Lula, depois que ele foi à festa do pai, anteontem a noite, e intimou-o para depor hoje no inquérito que investiga a Operação Zelotes. Lulinhazinho terá que falar sobre sua participação no lobby que resultou na venda de edição da Medida Provisória que beneficiou a montadora Hyundai, da Caoa. Lula e o entorno estão possessos, e a italiana Marisa Letícia ainda mais. Agora não adiante nada o passaporte italiano que ela conseguiu para toda a família, porque a Itália está devolvendo ao Brasil bandidos petistas, como o bandido mensaleiro e grande covardaço Henrique Pizzolato, que já está hospedado na Papuda, em Brasília.

PMDB de Porto Alegre muito confiante, considera candidatas comunistas Manuela D'Avila e Luciana Genro autênticas "carnes fritas"


O PMDB de Porto Alegre já dá como favas contadas a conquista da prefeitura da capital gaúcha no próximo ano. Os peemedebistas acham que as comunistas Manuela D'Ávila (PCdoB) e Luciana Genro (PSOL) já são "carne frita". Essas são as considerações internas. Que tal, hein?!!! Soberba é coisa muito estranha ao PMDB, não é mesmo?







Polícia gaúcha investiga fraudes em licitações dentro da CGTEE, uma estatal federal; que bagunça é essa, afinal?

Delegado Joeberth Nunes, especialista em Direito Penal; os cursinhos que o digam; muito apreciado pelo PT
A operação Antracito, deflagrada na manhã desta quarta-feira em cinco cidades do Rio Grande do Sul, investiga fraudes em licitações da subsidiária da Eletrobrás, a Companhia de Geração Térmica de Energia Elétrica (CGTEE). A Polícia Civil irá intimar 10 pessoas por suspeita de crimes contra a administração pública, segundo informou o titular da Delegacia Fazendária, delegado Joeberth Nunes. O que faz a Polícia Civil investigando uma estatal federal? Além disso, a Delegacia Fazendária da Polícia Civil do Rio Grande do Sul é um notório orgão petista, a serviço do petismo e da "inteligência" do PT. "A investigação começou em fevereiro de 2015 com a indicação de diversos casos de burla do processo licitatório dentro da CGTEE. Nós acionamos a Controladoria Geral da União e descobrimos que as fraudes datam de 2012. Apuramos que agentes públicos estavam promovendo despesas indevidas dentro da empresa. É preciso esclarecer que compras de até R$ 16 mil não precisam ser licitadas, mas o que este grupo fazia era adquirir um serviço ou um produto em um valor maior e fracioná-lo, justamente para não licitar", explicou o delegado Joeberth Nunes, que sempre serviu diligentemente aos governos petistas e se mantém na direção da delegacia em governo do PMDB. Repita-se: o que faz a Delegacia Fazendária da Polícia Civil do Rio Grande do Sul investigando uma estatal federal? Esse era um trabalho para a Polícia Federal e o Ministério Público Federal. De acordo com o delegado Joeberth Nunes, muito próximo ao PT, o expediente era usado para beneficiar uma empresa específica. No entanto, "durante o processo de investigação descobrimos a relação da CGTEE com companhias de fachada", disse Joeberth Nunes. Ele afirmou que ao longo da investigação deve ser comprovada a relação de empregados públicos com sócios dessas empresas. "Uma dessas companhias foi averiguada por nós. Encontramos uma casa muito simples em Alvorada e queremos saber se a residência abriga de fato uma empresa habilitada para vender suprimentos para a CGTEE. Temos também o vínculo da dona da casa com funcionários", declarou. Este delegado é o mesmo que fez um enorme escarcéu em investigação das obras de reformas de escolas no governo do peremptório petista "grilo falante" e poeta onanista e tenente artilheiro Tarso Genro, de cuja montanha foi parido um rato. O delegado relatou que a operação não teve prisões porque a Polícia Civil entendeu que não tinha requisitos suficientes para deter pessoas. Se não tinha "requisitos suficientes" para pedir prisões, então por que fez o "carnavalito"? Parece que o delegado Joeberth Nunes, muito próximo do PT, tem especial predileção por "carnavalitos". E também um aguçado sentido na escolha de inquéritos para serem levados adiante, bastante seletivo. Inquéritos de denúncia sobre fraude em monumentais processo de lixo, por exemplo, dormiram nas gavetas da delegacia comandada por ele. "Nós teremos de averiguar os documentos apreendidos na CGTEE de Porto Alegre e de Candiota. Somente a partir daí, com a ajuda de auditores da Controladoria Geral da União, nós poderemos encaminhar alguma detenção se for necessário e até chegar ao valor do prejuízo causado", completou. Ah.... vai precisar da ajuda de auditores da Controladoria Geral da União, é? Parece que é um inquérito que dependerá muito do "ao-ao". A inexplicável ofensiva da Delegacia Fazendária da Polícia Civil gaúcha, em órgão federal, que deveria ser investigado pela Polícia Federal e Ministério Público Federal, cumpriu espetaculares (como é do estilo do delegado muito próximo do PT, Joeberth Nunes) mandados de busca e apreensão em Alvorada, Bagé, Candiota, Pelotas e Porto Alegre. O diretor financeiro da CGTEE, o histórico petista Clovis Ilgenfritz, afirmou que a operação não tem fundamento e que a suspeita de desvios é absurda: "Isso é pura cena de setores que querem aparecer e querem prejudicar a imagem da Eletrobrás. Não podemos aceitar que um monte de gente venha vasculhar coisas sem suspeita de nada. Não tem suspeita de irregularidade". Ilgenfritz vem da velha guarda petista gaúcha, acostumada nas gestões municipais e mesmo estadual a elidir processos licitatórios por meios de variados truques. O PT, nos longos 16 anos em que ficou na Prefeitura de Porto Alegre, adorava dispensar licitações. Há centenas de casos em que fez isso. Nunca foi investigado porque não tinha oposição na Câmara Municipal e fora dela disposta a fazer o seu papel. Políticos ditos oposicionistas, nesse período, adoravam fazer negocinhos com as administrações petistas, que se sentiam livres para agir como quisessem. Foi assim que o PT desviou mais de 50 milhões de reais em contratos sem licitação do lixo, por 16 anos, na prefeitura de Porto Alegre. O fato foi comprovado pelo Tribunal de Contas do Estado, que condenou o eterno petista diretor geral do DMLU (Departamento Municipal de Limpeza Urbana). A investigação teria alcançado indícios de associação criminosa entre empregados públicos e grupo de empresários, que estariam  se beneficiando com vendas de materiais para a usina Candiota II. As suspeitas são de dispensa indevida de licitação ou compra direta, licitações direcionadas aos mesmos fornecedores, superfaturamento de materiais e compras feitas de empresas de fachada, que não existem. A sede da CGTEE, em Porto Alegre, e a da usina, em Candiota, foram os locais em que os policiais civis gaúchos fizeram buscas. Também foram cumpridos mandados de busca e apreensão direcionados a empresas suspeitas, a maior parte delas situada em Pelotas, e a residências de funcionários da companhia e da usina, responsáveis por fazer as compras, por recebê-las e por aprová-las. O presidente da CGTEE, o ex-trabalhista e neopetista Sereno Chaise, levou caso à polícia por estar insatisfeito com decisões da companhia que dirige. Conforme a investigação, há indícios de associação criminosa entre empregados públicos da CGTEE e da usina e um grupo de empresários, que estaria se beneficiando com vendas de materiais para Candiota. Entre os investigados há funcionários que são ou foram dos setores de suprimento, almoxarifado e diretoria financeira. Foram mobilizdos cerca de cem policiais e também integrantes da Controladoria-Geral da União, bem ao gosto do delegado Joeberth Nunes, muito próximo do PT. "Desde 2012, as auditorias de prestação de contas apontavam dispensas indevidas, fracionamento de despesas para fugir da licitação e emergencialidades que não se configuram como emergências. Estávamos cobrando medidas para mitigar esses problemas", disse Claudio Moacir Marques Corrêa, chefe da CGU no Estado. Então, por que Claudio Moacir Marques Corrêa não levou o caso à Polícia Federal e ao Ministério Público Federal, como deveria ser sua obrigação funcional?
Conforme Corrêa, agora, a partir das apreensões, a CGU poderá verificar valores de contratos, o que, eventualmente, foi pago a mais, para então mensurar o tamanho do prejuízo. O relatório da auditoria referente ao exercício de 2014 ainda não está concluído. A investigação da Delegacia Fazendária da Polícia Civil gaúcha (aparentemente muito indevida) começou em fevereiro, a partir de apurações internas da própria companhia. As suspeitas de fracionamento de compras, de dispensas irregulares e de direcionamento foram apuradas em sindicâncias internas. Segundo a apuração, compras diretas eram realizadas sem qualquer pesquisa de preço e sem o processo regular. Só depois da entrega do material é que os responsáveis pelas compras formalizariam o processo de pedido e pagamento, ou seja, a mercadoria chegava na usina antes de existir um procedimento de pedido. Um dos pontos que a polícia civil gaúcha quer verificar a partir de documentos apreendidos é o tipo de relação dos funcionários investigados com os fornecedores favorecidos nos negócios. A polícia também descobriu que empresas pagas por supostamente terem fornecido mercadorias para a usina sequer existiam e que algumas, apesar de aparecerem em disputa como concorrentes, estavam registradas em um mesmo endereço. Foi apurado que um terço das compras realizadas para a Candiota em 2013, por dispensa de licitação, teve como beneficiárias sempre as mesmas oito empresas. Quanto ao superfaturamento, está registrado em depoimentos que um fornecedor chegou a comentar que quando o produto era para "a CGTEE, o preço subia 100%". Nas buscas autorizadas pela Justiça, os policiais procuraram por documentos que possam comprovar negociações supostamente escusas, como contratos, notas fiscais, agendas, recibos, processos de dispensa de licitação ou de compras diretas, comprovantes de depósitos e mídias. O certo é que o governador José Ivo Sartori, do PMDB, não comanda nada no seu governo. O setor de segurança pública continua completamente dominado pelo aparelho de "inteligência" do PT. Depois Sartori não sabe porque toma tanta bola nas costas durante esse seu governo, e tomará muitas outras mais. A sua Polícia Civil é incapaz de investigar os crimes estaduais, seja por falta de pessoal ou recursos técnicos, e aí se mete a pato e a ganso para investigar supostos crimes federais. É por isso que o Rio Grande do Sul segue completamente inseguro. Entre outras coisas, porque a área de segurança pública é dominada pelo petismo, que faz o que quer e bem entende. 

Construtora desiste de contrato e Rodovia do Parque está sem manutenção


Responsável pela manutenção da Rodovia do Parque, a construtora Notemper Empreendimentos, empresa do Rio de Janeiro, está cancelando o contrato com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), assinado em dezembro do ano passado. A Rodovia do Parque está sem manutenção há aproximadamente 30 dias. De acordo com a autarquia, a empresa enfrenta problemas financeiros. Além disso, reclama do valor baixo do preço do asfalto previsto em contrato. No fim de 2014, a Petrobras promoveu dois reajustes no valor do produto. O distrato deve ser publicado no Diário Oficial da União nos próximos dias. O Dnit publicou nesta quinta-feira um aviso de licitação para contratar a nova empresa que ficará responsável pela conservação e recuperação da rodovia. A abertura das propostas ocorrerá no dia 16 de novembro. A previsão é de investimento de até R$ 13,8 milhões (R$ 13.822.582,33) por dois anos de contrato. Ele pode ser prorrogado podendo chegar a até cinco anos. A expectativa do Dnit é concluir a concorrência em até 30 dias. Até lá, as construtoras Sultepa, Toniolo Busnello, Construcap e Ferreira Guedes irão realizar uma última operação de recuperação do asfalto nos lotes um e dois, entre a RS-118 e a BR-386. Estas empresas ainda não concluíram oficialmente as obras de construção da rodovia. 

Manifestantes anti-Dilma se algemaram a pilastra da Câmara


Com autorização do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), movimentos que pedem a saída da presidente Dilma Rouseff intensificaram nesta quarta-feira (28) as manifestações contra a petista no Congresso. Um grupo se algemou a uma pilastra do Salão Verde, o principal da Câmara dos Deputados e que tem acesso restrito, se diz em greve de fome e afirma que só deixará o local após Cunha decidir se dá ou não sequência ao pedido de impeachment contra Dilma. Do lado de fora do Congresso, movimentos anti-Dilma foram atacados por milícia fascista esquerdista do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto), levado ao local com apoio do PT. Os movimentos anti-Dilma são formados por vários grupos distintos, entre eles o MBL (Movimento Brasil Livre). Eles estão desde a semana passada acampados no gramado do lado de fora do Congresso com autorização de Cunha. 

The New York Times diz que operação secreta deu base legal à morte do superterrorista Bin Laden


Um grupo de advogados trabalhou em segredo durante pouco mais de um mês para dar respaldo legal à operação militar que matou o superterrorista islâmico Osama bin Laden, revelou nesta quarta-feira (28) o jornal americano "The New York Times". Os especialistas tinham a missão de encontrar base legal para, por exemplo, mandar soldados para o solo paquistanês sem o consentimento do país, autorizar explicitamente uma missão letal, não avisar o Congresso até a conclusão da operação e sepultar um inimigo de guerra no mar. Eles não podiam consultar colegas nem se reportar a Eric Holder, o procurador-geral americano. As pesquisas e os relatórios foram produzidos em computadores seguros e trocavam arquivos de mão em mão. O líder da AL Qaeda, o superterrorista Osama bin Laden, foi morto em 2 de maio de 2011, por volta de 1 hora, em Abbottabad, no Paquistão, onde estava escondido em uma mansão, por um grupo de operações especiais dos fuzileiros navais dos EUA (conhecidos como SEALs).


Os advogados responsáveis por dar respaldo legal à operação foram Stephen W. Preston, conselheiro geral da CIA; Mary de Rosa, assessora legal do Conselho de Segurança Nacional; o então Retroalmirante James W. Crawford 3º, assessor legal do Conjunto do Estado-Maior dos EUA; e Jeh C. Johnson, conselheiro-geral do Pentágono. Um dos membros da equipe soube da ação em 24 de março de 2011, pouco mais de um mês antes da operação. Ao descobrirem que Bin Laden poderia estar em Abbottabad, segundo o jornal americano, aventou-se a idéia de bombardear o local com mísseis capazes de destruir qualquer construção subterrânea. Essa opção foi descartada devido ao risco de mortes de inocentes e da dificuldade de recuperar o corpo e, consequentemente, de ter certeza de que ele havia sido atingido. O uso de um drone (avião não tripulado) também foi descartado pela chance de errar o alvo. Os advogados consideraram a ação lícita devido a um polêmico dispositivo que permite a violação da soberania de um país quando o governo é "relutante ou incapaz" de neutralizar uma ameaça a outros países proveniente de seu território. O dispositivo não é reconhecido por todos os países, sendo que o Paquistão deu apoio a boa parte das missões americanas contra a Al Qaeda em seu território, lembra o The New York Times. O grupo também encontrou base legal para uma missão de assassinato no fato de os fuzileiros navais esperarem encontrar resistência armada, além de uma autorização do Legislativo para usar força militar contra os responsáveis pelo 11 de Setembro. Entre os participantes da missão, é consenso que Bin Laden não ofereceu resistência nem se rendeu antes de morrer. Quanto ao corpo, a Convenção de Genebra pede que o inimigo seja enterrado de acordo com sua religião — o islã permite sepultamentos no mar durante viagens. Os advogados decidiram usar isso como brecha, assegurando que os Estados Unidos deveriam primeiro perguntar à Arábia Saudita se o país desejava reclamar o corpo. A resposta de Riad, como era esperado, foi negativa.

Petista Fernando Pimentel pede prisão de gerentes do Banco do Brasil para liberar depósitos judiciais


Para conseguir a liberação de quase R$ 3 bilhões em depósitos judiciais, o governo de Minas Gerais pediu à Justiça a prisão de três gerentes de uma agência do Banco do Brasil de Belo Horizonte que se recusaram a transferir o dinheiro. A disputa aconteceu por uma diferença de entendimento do valor dos depósitos que a gestão de Fernando Pimentel (PT) pode usar para pagar despesas como precatórios, previdência e dívida pública. Ao acionar a Justiça, no último dia 19, o advogado-geral do Estado, Onofre Alves Batista Júnior, pediu que, além do repasse dos valores, houvesse, "se necessária, a decretação da prisão para assegurar a efetividade da ordem". Com a recusa do banco, três gerentes tiveram a prisão decretada por um juiz da 5ª Vara da Fazenda Pública estadual na última sexta-feira (23), mas a medida foi revogada pelo Superior Tribunal de Justiça. Nesta quarta-feira (28), segundo o governo de Minas Gerais, o Banco do Brasil transferiu o dinheiro para os cofres do Estado após uma disputa judicial que chegou ao Supremo Tribunal Federal. Foram liberados R$ 2,87 bilhões. O governo tem argumentado que o montante é essencial para evitar a piora da situação dos cofres estaduais, que devem apresentar um déficit de R$ 10 bilhões este ano. Em Minas Gerais, duas leis tratam do tema, uma estadual (de julho) e uma federal (de agosto). A lei estadual, sancionada por Pimentel, afirma que o governo pode usar 75% dos depósitos em juízo das ações vinculados ao Tribunal de Justiça do Estado, inclusive entre pessoas físicas. Isso significa que o Estado não precisa ser parte da ação para poder utilizar o dinheiro. Já a lei federal aceita que os Estados usem até 70% dos depósitos, mas apenas de ações em que sejam parte. Quando o governo de Minas solicitou os R$ 2,87 bilhões, o Banco do Brasil já havia liberado outros R$ 2 bilhões e argumentou que, como segue a lei federal, não poderia transferir o restante do dinheiro, que correspondia aos depósitos judiciais que não envolviam ações do governo. A Procuradoria-Geral da República considerou a lei estadual inconstitucional e a questionou no Supremo, mas ainda não há decisão sobre o tema. 

Relatório da Receita diz que lobista tem proximidade com Lula


Relatório da Receita Federal que integra a Operação Zelotes afirma que anotações feitas pelo lobista Mauro Marcondes Machado, 79, "revelam a existência de proximidade com o ex-presidente Lula". O lobista é dono da Marcondes e Mautoni Empreendimentos e Diplomacia Empresarial, que em 2014 repassou pelo menos R$ 1,5 milhão para a microempresa de marketing esportivo pertencente a um dos filhos de Lula, Luis Claudio Lula da Silva. Para o Ministério Público Federal, o pagamento é "suspeito" porque a firma de Luis Claudio não tem nenhum funcionário registrado e o repasse coincidiu com uma série de recebimentos pela Marcondes, em um total de R$ 16 milhões, de duas empresas interessadas na renovação de uma medida provisória, em 2013, a MMC e a Caoa. O relatório que cita Lula, produzido pela Coordenação Geral de Pesquisa e Investigação da Corregedoria Geral da Receita Federal, informa que fases anteriores da Zelotes apreenderam anotações em poder de Marcondes que são um "planejamento de contato telefônico e pessoal com 'Lula'". Em um dos papéis, digitado em computador, denominado "Pendências dr. Mauro Marcondes", de 16 de agosto de 2013, aparece a mensagem "Colocar Dr.. Mauro em contato com o Presidente Lula. Instituto Lula", e seguem os números telefônicos da entidade e de "Maria Clara". A mesma anotação menciona uma "reunião com Ministro Pimentel em Brasília", para uma "apresentação Projeto ANIP", uma provável referência à Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos, com a presença de três empresas do setor de fabricação de pneus. Em 2013, o ministro de Desenvolvimento, Indústria e Comércio era Fernando Pimentel (PT), atual governador de Minas Gerais. O mesmo relatório da Receita afirma que Marcondes tem "trânsito facilitado" com "outros agentes públicos, especialmente do Partido dos Trabalhadores", o que poderia ser depreendido, segundo a Receita, de "uma lista em que consta o agendamento de reuniões" com Luiz Marinho (PT), então prefeito de São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, Antonio Palocci (PT-SP) e Aloizio Mercadante (PT-SP). Palocci foi ministro da Fazenda nos governos Lula e Dilma e Mercadante é o atual ministro da Educação. Ao final do relatório, a Receita sugeriu a quebra de sigilos bancário e fiscal de 22 empresas, incluindo a LFT Marketing, de Luis Claudio Lula, e de 28 pessoas, incluindo o ex-ministro e ex-chefe do gabinete pessoal de Lula, Gilberto Carvalho. Para a quebras serem ou não determinadas pela Justiça Federal, é necessário um pedido formal do Ministério Público Federal ou da Polícia Federal, o que não havia ocorrido até o início desta noite.

Eduardo Cunha envia outros processos de cassação para tramitar com o seu


Correndo o risco de perder seu mandato com acusações de corrupção e lavagem de dinheiro e suspeitas de esconder contas na Suíça, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) vai enviar outros processos de cassação ao Conselho de Ética da Casa. Segundo aliados, o objetivo é dispersar as atenções do seu caso, que começa a tramitar na próxima terça-feira (3) na comissão. Em um primeiro movimento neste sentido, liberou nesta quarta-feira (28), as representações do PCdoB contra os deputados Alberto Fraga (DEM-DF) e Roberto Freire (PPS-SP), após uma discussão no plenário com a deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ). Os pedidos de perda dos mandatos foram protocolados em maio e até hoje não foram despachados pela Mesa Diretora da Casa, que tem, conforme o Código de Ética, três sessões ordinárias para devolver as representações para o Conselho para que o processo se incie. Os processos contra Fraga e Freire começarão a correr também na terça, mesmo dia em que se dará andamento ao caso do presidente da Casa. A ideia de Cunha é dispersar as atenções no Conselho de seu processo. Para isso, Cunha deu início ainda a um segundo movimento. Ele pretende acelerar outros processos de cassação que não foram feitos por partidos políticos e sim por cidadãos comuns e, portanto, passam por um processo de tramitação diferente. Neste caso, ele distribuiu, na reunião da Mesa Diretora que ocorreu nesta tarde, vários processos, entre eles, um contra si próprio, para os integrantes e pediu celeridade nas análises. Essa é uma verificação preliminar, para avaliar se o caso segue para a Corregedoria da Casa, onde há uma nova apreciação. A Corregedoria então elabora um parecer prévio, devolve a peça para a Mesa Diretora que decide se acata ou não e só então envia a representação ao Conselho de Ética. A estratégia pensada por Cunha é fazer com que esse processo tenha celeridade e, ao longo dos próximos 90 dias, prazo de tramitação de cassações no Conselho de Ética, encher os membros da comissão que vai analisar seu caso de trabalho.

STF propõe que juízes eleitorais sejam proibidos de advogar


Os ministros do Supremo Tribunal Federal decidiram nesta quarta-feira (28) incluir na proposta de reforma do Estatuto da Magistratura a proibição para que ministros que ocupam as vagas nos tribunais eleitorais reservadas aos advogados não possam mais advogar enquanto estiverem exercendo a função. Em contrapartida, eles receberão salários superiores a R$ 30 mil. O Tribunal Superior Eleitoral, por exemplo, é formado por três ministros do Supremo Tribunal Federal, dois ministros do Superior Tribunal de Justiça e dois advogados indicados pelo STF e escolhidos pela Presidência da República. Atualmente, os ministros-advogados podem atuar em áreas que não sejam ligadas à Justiça Eleitoral, como penal, civil, trabalhista. Hoje, os advogados que compõem o TSE recebem um jeton de aproximadamente R$ 1.012,89 por sessão. São realizadas duas reuniões da corte por semana. A reforma do estatuto ainda será finalizada e terá ainda que passar por análise e votação no Congresso. O texto aprovado pelos ministros durante o mandato de dois anos na corte eleitoral o advogado receberá um salário fixo. No caso dos TREs, o subsídio será equivalente ao que ganha um desembargador de Tribunal de Justiça, que é R$ 30,4 mil. No caso do TSE, o advogado receberá o equivalente a um ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) - R$ 32 mil. A reforma estabelece ainda que, ao deixar o TRE ou o TSE, o advogado ficará numa chamada quarentena, sem poder atuar perante o tribunal que integrou pelo período de três anos. Um mandato de ministro dura dois anos, podendo ser reconduzido por mais dois anos.

Governo petista quer derrubar PEC que alteração o rito de demarcação de terras indígenas


O governo vai trabalhar contra a aprovação no plenário da Câmara dos Deputados da Proposta de Emenda Constitucional 215, que transfere a decisão sobre demarcação de terras indígenas do Poder Executivo para o Legislativo. A PEC também permite a revisão das terras já delimitadas e propõe mudança nos critérios e procedimentos para a demarcação das áreas indígenas, que passariam a ser regulamentados por lei e não por decreto, como é atualmente. A presidente Dilma Rousseff é contra a PEC e a orientação do Palácio do Planalto é convencer os deputados da base aliada a derrubarem esta procedimento na Câmara, por considerá-lo inaceitável. Mas o governo sabe que enfrentará muitas dificuldades com a bancada ruralista, que é muito forte e apoia a proposta. Caso não consiga reverter a PEC 215 na Câmara, o governo vai tentar derrubá-la no Senado, onde 48 dos 81 senadores, em junho passado, haviam assinado um manifesto contra a proposta. O ideal, para o Planalto, no entanto, é conseguir derrubar o texto na Câmara, ainda que tenha que negociar algo com os ruralistas, como a indenização de benfeitorias. O governo sabe que, por estar enfraquecido e em momento de reorganização da base, enfrentará muitas dificuldades para derrubar a PEC. "Só que o momento é de enfrentar e derrubar", comentou um assessor palaciano ao reconhecer que a bancada ruralista vai tentar aproveitar este momento de vulnerabilidade da base governista para peitar o Planalto. Apesar da mobilização da base parlamentar pelo Planalto, o governo prefere que o assunto seja conduzido principalmente pelo Ministério da Justiça, que é quem está orientado a falar sobre o tema, já que a Fundação Nacional do Índio (FUNAI) é subordinada à pasta. O Planalto está contra também o projeto de lei aprovado na terça-feira pela comissão especial da Câmara que revoga o Estatuto do Desarmamento e flexibiliza o porte de armas no País. O texto, além de reduzir de 25 para 21 anos a idade mínima para a compra de armas no País, estende o porte para deputados e senadores e acaba com a proibição de que pessoas que respondam a inquérito policial ou a processo criminal adquiram armas. Os destaques ao texto serão votados na semana que vem e o Planalto vai tentar mobilizar sua bancada para que esta flexibilização vá adiante. O Planalto também não concorda e vai tentar derrubar a emenda colocada no projeto de repatriação de recursos pelo governo, que permite anistia aos que querem trazer recursos que estão lá fora e foram enviados ao exterior sem aviso à Receita Federal. A modificação feita na Câmara acabou se tornando uma anistia para pessoas já condenadas por crimes como sonegação fiscal, lavagem de dinheiro e associação criminosa. Também neste caso, o Planalto vai trabalhar para retirar estes "jabutis" do texto por considerar que ele desfigura toda a proposta original.

Famurs diz que prefeituras gaúchas cobrem rombo de R$ 80 milhões com transporte escolar


Um estudo divulgado pela Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs) nesta quarta-feira revela que as cidades gaúchas tiveram prejuízo de R$ 80,3 milhões com o transporte escolar em 2014. Mais de 80% das prefeituras foram afetadas. De acordo com o presidente da Famurs, Luiz Carlos Folador, o governo de José Ivo Sartori (PMDB) repassou somente R$ 105 milhões aos municípios no Programa Estadual de Apoio ao Transporte Escolar (Peate), que beneficia crianças e jovens das áreas rurais que só podem ir às aulas com a ajuda do convênio. A projeção para 2016 é igual. Por isso, para cobrir o déficit, a Famurs vai propor uma emenda de R$ 80 milhões ao orçamento do Estado. Com o valor, as prefeituras poderiam construir, por exemplo, 70 escolas de educação básica, comprar 509 ônibus para 30 mil alunos ou adquirir uniformes para 400 mil estudantes. Luiz Carlos Folador diz que vai falar com todos os deputados e afirma que, por enquanto, não se fala em suspensão do convênio com o Piratini. Os maiores déficits são computados em Santo Ângelo (R$ 1,69 mi), Caxias do Sul (R$ 1,61 mi), Santa Rosa (R$ 1,52 mi) e Erechim (R$ 1,34 mi). Cidades como Santa Maria, Santiago e São Francisco de Assis romperam o convênio. Dos 497 municípios, apenas 16 estão fora do Peate. A Famurs cobra dívida de R$ 260 milhões em repasses de setembro e outubro em outras áreas, e também espera avanço na proposta da emenda para o transporte escolar. Conforme a Famurs, o Palário Piratini investiu R$ 630,00 para cada um dos 155 mil alunos da rede estadual, mas o custo de cada um é de R$ 1.161,00.

Padre militante e ativista do "gayzismo" acusa Vaticano de semear ódio contra homossexuais

O ex-padre polonês Krzysztof Charamsa, suspenso pelo Vaticano após admitir ser gay, revela-se como um militante e ativista total da causa "gayzista" e acusa a Igreja Católica de "semear o ódio" contra os homossexuais e fazê-los viver no "inferno" em uma carta ao papa Francisco. Mas o que esse FDP foi fazer na Igreja Católica? Alguém o obrigou a entrar para o clero? Alguém o obrigou a fazer os seus votos? Esse ex-padre é, antes de tudo, um canalha, um crápula, um ser desprezível que não reconhece votos. "Vocês, com sua Igreja, conseguiram fazer da nossa vida de homossexuais um inferno", afirma o padre nesta carta datada de 3 de outubro, dois dias antes do sínodo de bispos católicos para discutir os desafios da família. Nesse mesmo dia, Charamsa, funcionário do Vaticano e teólogo de 43 anos, declarou publicamente sua homossexualidade e apresentou à imprensa o seu companheiro, com quem vive atualmente em Barcelona (Espanha). Esta revelação levou à sua suspensão pela Igreja Católica da Polônia. "Se a salvação que a Igreja oferece não respeita a natureza dos homossexuais, eu rejeito essa salvação", diz ele em sua carta. Óbviamente, ele é um inimigo desde sempre da Igreja Católica e também da fé católica. Ninguém é contra ele ser homossexual, de adotar práticas homossexuais, mas o vagabundo ordinário não deveria ter entrado para a Igreja Católica, não deveria ter prometido seguir suas leis, sabendo que não as seguiria, que trairia seus votos. Ele propõe ajudar os homossexuais a "acordar esta Igreja adormecida, hipócrita, petrificada em suas doutrinas desumanas, sem piedade ou caridade (...) uma Igreja que sabe apenas perseguir e destruir as vidas de milhões de gays que são pessoas espirituais". Que grande hipócrita!!! "A igreja nos transformou em leprosos excluídos, como se os homens pudessem escolher sua própria orientação sexual: heterossexual ou homossexual", afirmou. Isso é uma total mentira, a Igreja Católica não rejeita os homossexuais de nenhuma orientação, ela só dita que no seu clero as relações homossexuais não são permitidas. Aliás, nenhuma relação sexual. "Eu mesmo, um homem de orientação homossexual, não posso continuar a apoiar o ódio homofóbico da Igreja, a exclusão, marginalização e estigmatização das pessoas que gostam de mim", continuou ele. Ele é muito mentiroso, muito militante gayzista traidor. Além disso, chama o Vaticano a "parar de semear o ódio contra aqueles que querem viver em paz e amor" e pede a todos os cardeais, bispos e padres gays a "ter coragem de deixar esta Igreja insensível, injusta e violenta". Que grande canalha!!!! Apesar de sua confissão destinar-se a influenciar a agenda do Sínodo da família convocado pelo Papa para atualizar a sua doutrina, a questão da homossexualidade foi discutida muito brevemente no documento final aprovado no domingo. Apenas um parágrafo de um total de 94 reitera que a igreja "respeita" os homossexuais e condena qualquer "discriminação injusta".

Chefe do organismo esquerdopata de direitos humanos da ONU teme catástrofe na crise entre palestinos e Israel

O Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Zeid Ra'ad Al Hussein, afirmou nesta quarta-feira que a crise entre Israel e os palestinos é "extremamente perigosa". Esse órgão é o sumo altar do esquerdismo militante internacional, uma espécie de Internacional Esquerdopata. Já diz o bastante sobre o órgão o fato de ser dirigido por um árabe. E qualquer um sabe que o mundo árabe não prima por defesa dos direitos humanos. "A violência entre palestinos e israelenses levará a uma catástrofe se não cessar de forma imediata", declarou Zeid, durante uma reunião especial do Conselho dos Direitos Humanos das Nações Unidas em Genebra. Para mostrar a cumplicidade do esquerdismo falsificador da realidade, na mesma reunião lá estava o presidente palestino Mahmud Abbas, o qual pediu à comunidade internacional a criação urgente de um "regime de proteção internacional para o povo palestino". Ora, quem precisa ser protegido é o povo israelense, cujos cidadãos estão sendo atacados a facadas, diariamente, nas ruas, por terroristas comandados pela organização terrorista islâmica Hamas. Abbas pediu ao Conselho de Segurança da ONU que "estabeleça um regime de proteção internacional para o povo palestino, de forma imediata". A reunião extraordinária do Conselho de Direitos Humanos da ONU foi solicitada pelos palestinos. Isso demonstra a canalhice desse órgão esquerdopata da ONU, que deveria ser simplesmente fechado. A defesa dos direitos humanos, ao longo da história, nunca foi pauta efetiva das esquerdas, porque as esquerdas são as maiores assassinas da história mundial, com um total mínimo de 200 milhões de vítimas até hoje. Ser esquerdista é sonhar com banhos de sangue todos os dias. 

Polícia detém palestino que feriu uma israelense com faca na Cisjordânia

A polícia deteve um palestino que feriu uma mulher israelense no segundo ataque com faca cometido na quarta-feira na Cisjordânia, indicaram as forças de segurança em um comunicado. O ataque ocorreu próximo às colônias israelenses de Gush Etzion, na frende de um supermercado. A vítima ficou levemente ferida, segundo a polícia. Mais cedo, um palestino que atacou um soldado israelense com uma faca em Hebron, sul da Cisjordânia, foi abatido a tiros. "Um palestino tentou atacar com uma faca um soldado em um posto militar em Hebron (...) O agressor foi atingido no local", afirma um comunicado militar.

Policial é demitido depois de agressão contra estudante negra

Um policial americano branco que prendeu de forma agressiva uma estudante negra em plena sala de aula foi expulso da corporação, indicou seu superior hierárquico. O agente Ben Fields, cuja ação na segunda-feira foi filmada por outros alunos e provocou indignação em todo o país, "cometeu uma ação que não está em conformidade com a formação (dos policiais) e que não é aceitável", declarou o xerife Leon Lott. Vários vídeos sobre a agressão "viralizaram" na internet e causou grande indignação. Em dois vídeos que circularam na internet, vê-se o policial arrancar violentamente a adolescente da carteira em sala de aula, arrastando-a em seguida pelo chão. A estudante teria-se negado a obedecer o policial, que havia pedido que ela se retirasse da sala. Na terça-feira, a justiça americana anunciou que abriria uma investigação sobre a atitude polêmica do agente. "Arrastar alguém por uma sala não está em conformidade com o nível de dor aceitável aplicável e não faz parte das coisas que ensinamos", insistiu o xerife Lott durante uma coletiva de imprensa. A interpelação ilustrou mais uma vez a brutalidade da polícia nos Estados Unidos, após uma série de casos, por vezes mortais, envolvendo policiais brancos contra homens ou adolescentes negros.

Schahin-Bumlai-Lula

Vale a pena ler de novo. O Estadão noticiou que a Lava Jato investiga um lado do petrolão que O Antagonista vem apontando já faz algum tempo: "A força-tarefa da Operação Lava Jato apura se existe relação entre a suposta dívida de R$ 60 milhões da campanha de reeleição do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2006, com o Grupo Schahin e o empréstimo de R$ 12 milhões feito pelo banco do grupo, em 2004, para o pecuarista José Carlos Bumlai – novo alvo das investigações, em Curitiba. As apurações partem da revelação dos novos delatores da Lava Jato, o ex-gerente de Internacional da Petrobras Eduardo Musa e o lobista Fernando “Baiano” Soares. Segundo eles, contrato de US$ 1,6 bilhão da estatal foi dirigido em 2011 para a Schahin, com intermediação de Bumlai e Baiano, como forma de compensar o grupo pela dívida eleitoral." Schahin-Bumlai-Lula: pegue-se essa trindade e é o fim do PT.

Desemprego no País sobe a 8,7% entre junho e agosto



A taxa de desemprego no País ficou em 8,7% no trimestre encerrado em agosto, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, do IBGE, que apresenta dados referentes a todos os estados brasileiros. É o mais alto da série histórica, iniciada em 2012. No mesmo período do ano anterior a taxa ficou em 6,9%, enquanto no trimestre encerrado em maio de 2015, que serve de base de comparação, ficou em 8,1%. A população desocupada foi estimada em 8,8 milhões de pessoas, crescendo 7,9% (mais 647 mil pessoas) em relação ao trimestre de março a maio e subiu 29,6% (mais 2 milhões de pessoas) no confronto com igual trimestre de 2014. Já a população ocupada (92,1 milhões de pessoas) ficou estável em ambas as comparações. De acordo com o coordenador de Trabalho e Renda do IBGE, Cimar Azeredo, os principais responsáveis pelo aumento da taxa de desocupação foram o grupo de pessoas em idade para trabalhar — a partir de 14 anos — que cresceu 0,3% em relação ao trimestre anterior, mais 446 mil pessoas, e cresceu 1,4%, mais 2,2 milhões de pessoas, em relação ao mesmo período do ano passado, e pessoas em idade adulta que também passaram a procurar e não estão sendo absorvidas pelo mercado de trabalho. O número de empregados com carteira assinada, que garante direitos trabalhistas, recuou 1,2% (menos 425 mil pessoas) frente ao trimestre de março a maio e caiu 3% (menos 1,1 milhão de pessoas) frente a igual trimestre de 2014. O rendimento médio real habitualmente recebido foi estimado em R$ 1.882, recuando 1,1% frente ao trimestre de março a maio (R$ 1.904,00) e ficou estatisticamente estável em relação ao mesmo trimestre de 2014 (R$ 1.864,00). A massa de rendimento médio real habitualmente recebida para o trimestre encerrado em agosto (R$ 167,8 bilhões) caiu 1,1% frente ao trimestre móvel anterior e ficou estável em relação ao mesmo trimestre de 2014. Já os contingentes de empregadores e de trabalhadores por conta própria cresceram 7,3% e 4,4%, respectivamente, frente ao trimestre de junho a agosto de 2014. Na análise da ocupação segundo os grupamentos de atividade, houve retração de 1,7% na Indústria geral (menos 223 mil pessoas) em relação ao trimestre de março a maio de 2015. Quatro grupamentos de atividade tiveram variação significativa frente ao trimestre de junho a agosto de 2014, sendo duas quedas e duas altas: Indústria geral (-3,5%), Construção (-2,9%), Alojamento e alimentação (4,6%) e Transporte, Armazenagem e Correio (3,8%). Frente ao trimestre de março a maio de 2015, os trabalhadores domésticos tiveram redução em seus rendimentos (-2,7%), assim como os empregados no setor privado com carteira de trabalho (-1,8%). Já frente ao trimestre de junho a agosto de 2014 todas as categorias de posição na ocupação mantiveram estabilidade em seus rendimentos. A força de trabalho — que considera quem está trabalhando e quem está em busca de trabalho — foi estimada em 100,93 milhões de pessoas entre junho e agosto, crescendo 0,7% com relação ao trimestre anterior, encerrado em maio, ou seja, mais 671 mil pessoas. Com relação ao mesmo trimestre do ano anterior, o crescimento foi ainda maior, de 2,2%, ou mais 2,19 milhões de pessoas. Pela Pesquisa Mensal do Emprego (PME), que engloba dados de seis regiões metropolitanas do país (Rio, São Paulo, Belo Horizonte, Recife, Salvador e Porto Alegre), a taxa de desemprego brasileira ficou em 7,6% em setembro, estável em relação a agosto. No entanto, para meses de setembro é o pior resultado desde 2009. 

Juíza federal obriga a petista Dilma a entregar documentos sobre Medidas Provisórias "vendidas" em governos do PT


A presidente petista Dilma Rousseff terá que encaminhar à Justiça Federal cópia de todos os documentos produzidos pelo Palácio do Planalto que envolvam a discussão das medidas provisórias 471/2009 e 627/2013, incluindo agendas de reuniões que trataram do tema. A determinação partiu da juíza federal Célia Regina Ody Bernardes, responsável pela Operação Zelotes, que investiga esquema de compra de normas editadas e aprovadas nos governos Lula e Dilma. Além de Dilma, a juíza também solicitou informações aos presidentes do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), onde as MPs tramitaram e foram aprovadas. E, ainda, para os ministros da Fazenda, Joaquim Levy; da Casa Civil, Jaques Wagner; do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Armando Monteiro Neto, e da Ciência e Tecnologia, Celso Pansera. As duas normas que beneficiaram a indústria automotiva prorrogando isenção fiscal foram gestadas nessas pastas. Os pedidos partiram do Ministério Público Federal que investiga, ao lado da Receita Federal e da Polícia Federal, esquema de corrupção envolvendo as Medidas Provisória. A MP 471 foi editada pelo então presidente Lula e aprovada pelo Congresso sem alterações, o que é raro. A juíza quer saber todos os detalhes da tramitação. Segundo os investigadores, há muitas informações que levam a conclusão de que a edição e aprovação dessa norma envolveu pagamento de propina a agentes públicos. A MP 627 foi editada pela presidente Dilma Rousseff. Os investigadores suspeitam que Luís Claudio Lula da Silva, filho caçula do ex-presidente Lula, pode ter recebido comissão por essa medida provisória. O jornal revelou que a LFT Marketing Esportivo, empresa da qual é sócio, recebeu R$ 2,4 milhões da Mautoni e Marcondes, empresa de lobby contratada por montadoras para viabilizar essa Medida Provisória. As investigações já comprovaram pagamento de R$ 1,4 milhão. Luís Claudio diz que o valor foi por serviços prestados na área de esporte. O Palácio do Planalto tem defendido a edição das MPs.

Terceiro colocado nas eleições argentinas acena para a oposição no segundo turno


Sergio Massa, eliminado no primeiro turno das eleições presidenciais na Argentina, evitou declarar abertamente nesta quarta-feira se vai apoiar o governista Daniel Scioli ou o opositor de Mauricio Macri no segundo turno, marcado para 22 de novembro. No entanto, o terceiro colocado no primeiro turno sinalizou que deve apoiar Macri. "A Argentina precisa de mudança, mas não de qualquer mudança, temos que construir uma mudança inteligente", disse Massa em entrevista ao lado de seus aliados em um hotel do centro de Buenos Aires. Em espanhol, a frase Massa é mais simbólica, pois ele usou a palavra "cambio" como sinônimo de mudança. "Cambiemos" ("Mudemos") é o nome da coligação política liderada por Mauricio Macri, que no domingo surpreendeu ao receber 34,3% dos votos, ficando muito próximo do candidato governista Scioli. O eleitorado de Massa, que obteve 21% dos votos no domingo passado, será o fiel da balança no segundo turno, que definirá o sucessor da peronista populista e muito incompetente Cristina Kirchner, que conclui seu segundo mandato no dia 10 de dezembro. O deputado, um ex-ministro de Cristina Kirchner que passou à oposição, destacou que os mais de cinco milhões de eleitores que votaram nele "não são gado para ser levado de um candidato para outro". Massa estimou que seus eleitores votarão em quem assumir suas propostas de campanha, que incluem o combate ao tráfico de drogas com o apoio das Forças Armadas, mudanças no sistema impositivo e combate à corrupção: "Vamos defender com unhas e dentes os sonhos destes cinco milhões que nos deram seu voto e temos a responsabilidade de defender estas idéias". Massa garantiu que não manteve contato com Macri ou Scioli: "Não buscamos cargos, o que temos é o que recebemos do povo no domingo". O governador da província de Córdoba, a segunda maior do país, o peronista José Manuel de la Sota, aliado de Massa, já disse que não votará em Scioli, mas evitou dar um apoio explícito a Macri. "O kirchnerismo não fez bem ao país", disse De la Sota a jornalistas.

Lula é sempre igual

Eu, Diogo, na Páscoa de 2007, publiquei na Veja uma coluna sobre Roberto Teixeira, o lobista que cedeu um apartamento a Lula e, vinte anos depois, cedeu outro apartamento a Lulinhazinho. O procedimento de Lula é sempre igual, com Roberto Teixeira ou com José Roberto Bumlai, a favor da Gol ou da OSX: 
Olhe Lula. Ele comemora a compra da Varig pela Gol. Olhe os donos da Gol. Eles também comemoram. Olhe essa figura de terno cinza. Quem é ele? Roberto Teixeira? O representante da Varig é Roberto Teixeira? Lula aceita ser visto ao lado dele, sem o menor constrangimento?
Alguns fatos sobre Roberto Teixeira:
• Ele é compadre de Lula. E, segundo Lula, em sua terra natal "compadre vira parente".
• Lula morou nove anos numa casa de Roberto Teixeira, sem pagar aluguel.
• Em 1997, um importante quadro do PT, Paulo de Tarso Venceslau, acusou Lula de comandar a "banda podre" do partido, porque ele teria acobertado o favorecimento de Roberto Teixeira em prefeituras petistas.
• O PT abriu um inquérito para apurar o caso. Em seu relatório final, os comissários do partido denunciaram Roberto Teixeira por "grave falta ética" e recomendaram que ele fosse punido. Ele teria cometido "abuso de confiança com aproveitamento da amizade com Lula".
• Um dos comissários encarregados de analisar o caso, Hélio Bicudo, comentou recentemente em seu livro de memórias: "Havia o risco de ser detectado o envolvimento de Lula".
• Lula desaprovou o relatório final do partido. Foi feito outro, inocentando Roberto Teixeira.
• O juiz Carlos Eduardo Mattos Barroso classificou como "nebuloso", "suspeito", "obscuro" e "impróprio" o relacionamento íntimo entre Lula e Roberto Teixeira.
• Roberto Teixeira ajudou o presidente a comprar seu apartamento de cobertura.
• Quando o sobrinho de Roberto Teixeira foi seqüestrado, Lula procurou seus amigos empresários para levantar 400 000 dólares de resgate. O caso foi resolvido antes do pagamento. Lula se recusou a dizer quem o ajudou e que fim levou o dinheiro.
Com a vitória de Lula, Roberto Teixeira aumentou seu poder de barganha. Em meados de 2005, Lula sinalizou que nomearia Airton Soares para o cargo de presidente da Infraero. Ele acabou sendo preterido por um funcionário de carreira mais afinado com os interesses da TransBrasil, empresa representada por Roberto Teixeira. Na ocasião, o jornal O Estado de S. Paulo apurou que a troca foi sugerida a Lula pelo próprio Roberto Teixeira, porque Airton Soares se comprometera a entrar na Justiça para retomar as propriedades ocupadas pela TransBrasil nos aeroportos. Ricardo Noblat complementou noticiando algo que, se comprovado, em qualquer lugar do mundo resultaria num impeachment: "Em telefonema para ministros de estado, o presidente pediu para que os interesses de Roberto Teixeira fossem atendidos". Isso é apenas uma alegre miscelânea pascoal do que já foi publicado sobre o assunto, com especial destaque para as reportagens de Luiz Maklouf Carvalho. Em resumo: o presidente da República envolveu-se num relacionamento nebuloso com um lobista do setor aéreo, que lhe concedeu regalias impróprias em troca de negócios suspeitos. O lobista abusou do "parentesco" com o presidente para defender os interesses obscuros de seus clientes numa das áreas mais podres do governo. O bacalhau ficou entalado na garganta? (O Antagonista)

O príncipe e o mendigo

Apesar de seus contratos milionários com os lobistas da CAOA, Lulinhazinho, como informa a Folha de S. Paulo, “mora, sem pagar aluguel, em um apartamento de 158 m², na alameda Jaú, nos Jardins, que pertence à Mito Participações Ltda, empresa que tem como cotistas a esposa e as filhas do advogado Roberto Teixeira”. A reportagem perguntou ao genro de Roberto Teixeira, Cristiano Martins, que é também o advogado de Lulinhazinho, se seu cliente (e inquilino) pagava aluguel. Ele respondeu: “É um acordo verbal. Ele paga as despesas [de manutenção do imóvel] até que a empresa [Mito Participações] decida vender o imóvel”.

Pior resultado em 19 anos

As contas do governo tiveram o pior resultado em 19 anos. Nos nove primeiros meses de 2015, o déficit primário foi de 20,93 bilhões de reais. É o equivalente a 41 mil apartamentos iguais àquele que Roberto Teixeira empresta a Lulinhazinho.

As propriedades de Lula

A lista de imóveis ocupados por Lula e por seus familiares:
1 - O apartamento que Roberto Teixeira emprestou a Lula, por nove anos
2 - O apartamento que Roberto Teixeira empresta a Lulinhazinho, há três anos
3 - O triplex de Lula no Guarujá, em nome da OAS
4 - A fazenda de Lula, reformada pela OAS e registrada em nome de Fernando Bittar e Jonas Suassuna
5 - O primeiro apartamento de Lulinha, registrado em nome de Jonas Suassuna
6 - O segundo apartamento de Lulinha, também registrado em nome de Jonas Suassuna
7 - O escritório emprestado a Lulinha por APS, preso pela Zelotes
8 - O escritório emprestado a Lulinha e a Lulinhazinho por José Carlos Bumlai
9 - O apartamento que, segundo Fernando Baiano, foi comprado por José Carlos Bumlai com propina da Petrobras e doado a uma nora de Lula
10 - O apartamento de Lurian em Paris, emprestado pela herdeira da Andrade Gutierrez
De quem é a sala ocupada pelas empresas de Lulinhazinho, reviradas pela PF, na Rua Padre João Manuel, 450, cj. 54/55?

Aécio deve processar o PT

O PT pediu ao TSE para investigar e desaprovar as contas eleitorais de Aécio Neves na campanha presidencial. Aécio Neves, que teve as contas auditadas previamente por iniciativa do próprio partido, deve processar o PT por litigância de má-fé. Por exemplo, o tal dinheiro em espécie que teria sido depositado na sua conta de campanha foi uma doação, via TED, de uma agência para outra do mesmo banco.

A explosão do petismo

A coluna Radar, da Veja, cita o comentário de um dos cabeças da Lava Jato sobre o teor explosivo da delação premiada de Pedro Corrêa: “Parece que ele vai escrever a história da corrupção no Brasil, em cinco tomos”. Um dos tomos tem de ser dedicado a algo que relatamos aqui, um mês atrás: Lula e Dilma Rousseff “não apenas sabiam da existência do petrolão como agiram pessoalmente para mantê-lo em funcionamento”. Foi o que disse Pedro Corrêa aos procuradores da Lava Jato, segundo a Veja. Preso desde abril, o mensaleiro pode se tornar o primeiro político a aderir à delação premiada. Pedro Corrêa contou como nasceu o Petrolão, “numa reunião realizada no Planalto, com a participação dele, de Lula, de integrantes da cúpula do PP e dos petistas José Dirceu e José Eduardo Dutra, presidente da Petrobras”. O PP pleiteava a nomeação de Paulo Roberto Costa para a diretoria de Abastecimento da estatal. Dutra defendia o nome de um petista. Lula ordenou: “É para nomear o Paulo Roberto. Tá decidido". (O Antagonista)

Emagrecimento das reservas leva governo argentino a racionar venda de dólares para empresas

O governo argentino acaba de colocar em marcha o que parece ser uma nova etapa do seu plano de evitar que a irrealidade cambial apareça com toda a sua plenitude antes do final do mandato da peronista populista e muito incompetente Cristina Kirchner, o que inclui a total falta de reservas no Banco Central. Na terça-feira, o governo cortou pela metade a entrega automática de dólares para as empresas importadoras, de US% 150 mil para US$ 75 mil. Além. Disto, o Banco Central elevou em 300% as taxas de troca de pesos por dólares para uma série de atividades. Paralelamente, foi editada nova regulamentação para que as empresas de seguros vendam 75% da suas posições em dólares. A crise de reservas em dólar é maior do que aparece. O resultado imediato será a imposição de maiores dificuldades para novas compras no Exterior e o pagamento do que já foi adquirido. Exportadores de produtos gaúchos já começaram a se queixar e a se preparar para o pior.

Sartori convida líderes do funcionalismo para falar sobre atrasos salariais

Os secretários da Fazenda e da Casa Civil, Giovani Feltes e Márcio Biolchi, recebem esta manhã as lideranças das entidades que representam os servidores estaduais. Elas foram convidadas para a reunião ontem a tarde. O governo adiou por três vezes seguidas o anúncio sobre pagamento em dia dos salários de outubro e agora quer falar diretamente com os líderes do funcionalismo. Nada vazou sobre o tema do encontro, mas tudo indica que se trata da questão dos salários. Na prática os salários já estão atrasados, porque o governo deveria fazer os depósitos nesta quinta-feira.

O Brasil transformou-se num dos piores negócios do mundo para o ambiente de negócios legais

Fazer negócios no Brasil é um dos piores negócios do mundo, desde que o empreendedor decida fazer tudo dentro da lei. É o que mostra o mais novo ranking do Banco Mundial, que avaliou o ambiente de negócios em 189 Países e colocou o Brasil na 116ª posição, a pior da história. O Brasil piorou na facilidade para abrir um negócio, expedição de alvarás de constituição, registro de propriedade, oferta de crédito, proteção a investidores minoritários, pagamento de impostos e resolução de falências. Não é pouco.

Centro de estudo do PMDB larga o braço no governo e fala em rompimento com o PT

No dia 17 de novembro, a Fundação Ulysses Guimarães, principal centro de estudos do PMDB, realiza um congresso. A entidade deve lançar uma espécie de programa de governo que vai ser um pré-anúncio de uma candidatura própria à Presidência da República. O principal articulador do texto é Moreira Franco, que preside a Fundação e trabalha em consonância com Michel Temer, vice-presidente da República. A Folha teve acesso ao texto-base que vai apontar diretrizes de um programa de governo. Ainda está sujeito a mudanças e deve ser enxugado. O fato é que o principal aliado do governo faz críticas severas ao… governo. Bem, convenham: nisso a Fundação Ulysses Guimarães não inova, certo? Sua congênere petista, a Fundação Perseu Abramo, largou o braço da política econômica de Dilma. Como a gente nota, a se considerar o que pensam os respectivos centros de pensamento dos dois principais partidos do governo, ambos deveriam estar na oposição. A exemplo do que fizeram os petistas, também os peemedebistas devem atacar o ajuste fiscal, mas não pelo viés da cascata esquerdista. O partido vai afirmar que ajuste fiscal, por si, não é indutor do desenvolvimento. Bem, indutor não é mesmo. Arrumar as contas é uma precondição. Para o PMDB, à diferença do que afirma a presidente Dilma, a crise foi provocada aqui mesmo e nada deve a fatores externos. O partido diz ainda que o PT trava uma luta fratricida e busca sempre diminuir o papel dos peemedebistas na política. Daí vem, então, a recomendação: “Em função disso, é preciso que o PMDB passe a trilhar caminhos próprios, apartando-se, com elegância, do PT. O partido não pode estar atrelado aos insucessos do governo, ocasionados por decisões que, além de não terem sido suas, foram equivocadas". Sim, pode-se dizer que tanto o texto da fundação petista como o da fundação peemedebista não traduzem exatamente a vontade do partido, mas a dos respectivos centros de estudo. Ok. Mas é claro que eles expressam a qualidade do debate interno. Que a aliança PT-PMDB chegou ao fim, isso parece já evidente. Até porque, convenham, o petismo está encontrando o seu lugar na tal lata de lixo da história. Por Reinaldo Azevedo

Apartamento em que mora Luiz Cláudio, filho de Lula, pertence a Roberto Teixeira, que o comprou de uma offshore em paraíso fiscal

Ai, ai, gente! Que divertido! Quem sai aos seus não degenera, não é? Vocês certamente se lembram que Lula tinha — e tem — um compadre: o ubíquo e universal Roberto Teixeira. Sim, lá em eras priscas, o Poderoso Chefão petista morava numa casa de seu compadre rico. E quanto pagava por isso? Nada! Escrevi aqui ontem que Lula inaugurou uma aristocracia no País, de sorte que privilégios que eram do pais passaram para os filhos, assim, por direito divino mesmo. Posso entender que o PT esteja tão interessado em taxar as grandes fortunas e heranças. Parece que a medida não vai atingir os Lula da Silva. Eles sempre estão morando bem, comendo bem, vivendo bem, mas nunca são donos de nada. Luiz Cláudio, o dono de duas empresas de marketing esportivo, a LFT e a Touchdown, mora em um apartamento nos Jardins, área nobre de São Paulo. Tem 158 metros quadrados e está avaliado em R$ 1,2 milhão. Notem: não é nada que um empresário bem-sucedido como ele não pudesse ter, claro! Afinal, só a FFT recebeu de uma empresa de lobby, que se meteu em negociações em favor de uma Medida Provisória que acabou sendo assinada por seu pai, nada menos de R$ 2,4 milhões. Entendem? Digamos que, vá lá, o sobrenome Lula da Silva abra portas para o rapaz. Seria até compreensível. Com trabalho honesto, é evidente que alguém como ele pode ter um apartamento de R$ 1,2 milhão. Ocorre que essa gente é viciada em heterodoxias. Querem ver? Segundo informam Bela Megale e Graciliano Rocha na Folha de hoje, o apartamento em que Luiz Cláudio mora com a mulher não pertence a ele, não! Está no nome de… Roberto Teixeira! Sim, o compadre que cedia uma casa a Lula cede agora o apartamento a um dos filhos do Babalorixá de Banânia. O imóvel tem peculiaridades:
– o apartamento pertence à Mito Participações, empresa de Roberto Teixeira e familiares;
– a Mito o comprou em 2011 da Peabody Trade, offshore sediada nas Bahamas, paraíso fiscal no Caribe;
– o procurador da Peabody Trade no Brasil é o empresário uruguaio André Neumann;
– André Neumann é casado com a empresária Maria Beatriz Braga, conhecida como “Rainha da Catraca” porque dona de várias empresas de ônibus em São Bernardo;
– além dos ônibus, a família de Maria Beatriz é dona de uma construtora que mantém vários negócios com a Prefeitura da cidade, cujo titular é o petista Luiz Marinho, um dos porta-vozes de Lula.
Ah, sim: Luiz Cláudio não paga aluguel a Teixeira, é claro! Afinal, sabem como é, o homem é seu padrinho. E quem tem padrinho não morre pagão. Eu fico sempre muito impressionado que nada que diga respeito a essa gente se explique por caminhos convencionais. Há sempre algo de estranho, de oblíquo, de surpreendente. Notaram a frequência com que políticos e seus familiares moram em imóveis que pertencem ou pertenceram a offshores situadas em paraísos fiscais? Se vocês procurarem nos arquivos, encontrarão uma vasta lista de, como direi?, polêmicas envolvendo o nome do compadre Roberto Teixeira. E, como a gente vê, ele segue amparando as novas gerações da aristocracia Lula da Silva. Por Reinaldo Azevedo

O MBL e o Vem Pra Rua venceram! Os zumbis do MST e do MTST foram humilhados

O MST tem todas as características de uma tropa de assalto, não de um movimento social. A começar de seu Ernst Röhm, que é Guilherme Boulos, alguém que tomou de empréstimo a causa dos ditos sem-teto. Afinal, se esse rapaz quiser, ele tem telhados demais à sua disposição. A origem endinheirada do chefão do MTST faz, sim, diferença na truculência com que ele conduz o movimento, que não hesita em invadir, incendiar, quebrar e, como se viu na quarta-feira, cercar pessoas que se manifestam pacificamente em favor do impeachment — segundo direitos assegurados pela Constituição e pelas leis. Como carrega a aura de que não quer nada para si mesmo, já que renunciou ao conforto da família que gente como ele chama “burguesa”, então tudo lhe é permitido. A luta campal que o movimento de Boulos tentou promover contra o Movimento Brasil Livre e o Vem Pra Rua expressa o seu entendimento da política. Para essa gente, é na porrada e com sangue que se resolvem os dilemas. Há muito já escrevi que as críticas que o MTST fazem ao PT só enganam trouxas. Éevidente que Boulos resolveu liderar o que supõe ser uma espécie de vanguarda revolucionária do PT. Não! Não haverá revolução nenhuma, sabemos disso. O movimento encarna só uma forma mais agressiva e supostamente mais pura de apropriação dos bens coletivos em benefício de um grupo, de uma ideologia, de uma camarilha. A diferença entre Boulos e Delúbio é de forma, não de conteúdo. A prática de Boulos se iguala à das milícias bolivarianas na Venezuela. Também o MTST se impõe por meio do terrorismo, da ameaça e da intimidação, a exemplo do que se viu na quarta-feira, quando seus militantes truculentos procuraram cercar os jovens do Movimento Brasil Livre e do Vem Pra Rua. Há largueza o bastante nos gramados do Congresso para que todos se manifestem. Ninguém iria impedir que o MTST instalasse as suas barracas. Mas não! Os terroristas, que chegaram explodindo rojões e fogos de artifício, resolveram disputar espaço com seus adversários, buscando e provocando o confronto físico. Renan Santos, um dos coordenadores, sangrou nas costas, ferido por um instrumento pontiagudo manipulado por uma senhora do PSOL. Boulos estava atendendo a um chamado, a uma convocação, a um grito de guerra, feito por Sibá Machado (AC), líder do PT na Câmara. No dia anterior, chafurdando na delinquência política, Sibá, que é um dos esbirros de Lula, anunciou aos berros: “Eu vou juntar gente e botar vocês pra correr da frente do Congresso. Bando de vagabundos! Vocês são vagabundos. Vamos pro pau com vocês agora!”. E aí Boulos Röhm mandou a sua SA entrar em ação. A atuação dos delinquentes foi um exemplo loquaz do que essa canalha entende por política e evidencia o seu ódio essencial à democracia. Por isso, eles têm de ser vencidos. Por isso, eles têm de ser derrotados. Com base na lei e na ordem. Vão perder. Já perderam. No fim da noite desta quarta-feira, os trogloditas ensarilharam as suas armas e foram embora, derrotados, humilhados, vencidos, como expressão de um exército que vinha do passado, como um bando de zumbis. Atenção! Eles vestiam camisetas do MTST, mas sua origem era uma invasão em Planaltina, no Distrito Federal, promovida pelo… MST. Tratava-se de uma espécie de joint-venture do terrorismo mixuruca, de uma associação entre Guilherme Bolos e João Pedro Stedile. A resistência pacífica do MBL os desmoralizou. Enfiaram suas bandeiras entre as pernas e foram embora. Existe um novo Brasil. O MTST e o MST já perderam. O futuro do Brasil está com o MBL, o Vem Pra Rua e outros movimentos que não suportam mais ser vampirizados pelos mortos. Por Reinaldo Azevedo

E agora, Janot?


Eduardo Cunha deixou claro. Se Rodrigo Janot pedir o seu afastamento da Presidência da Câmara, ele dá andamento ao processo de impeachment contra Dilma Rousseff. Agora veremos claramente se Janot está ao lado da lei ou está ali para defender Dilma Rousseff. Se vai dar andamento ao seu trabalho como Procurador Geral da República ou vai parar tudo para blindar a presidência. Janot está entre a cruz e a espada. Ou entre a autoridade e o serviçal. E agora, Janot? Vai encarar o Cunha ou vai fazer parte da sua cada vez maior rede de proteção?

Juíza da Operação Zelotes ordena a Dilma que informe sobre reuniões na Presidência

A juíza federal responsável pelos processos da Operação Zelotes, em Brasília, Célia Regina Ody Bernardes, determinou na terça-feira (27), em caráter urgente, à Presidência da República, quatro ministérios, Senado e Câmara dos Deputados, que sejam enviados à Justiça Federal, num prazo máximo de dez dias, todos os documentos, incluindo registro de reuniões, relativos à produção de duas medidas provisórias de 2009 e 2013. Segundo a suspeita da força tarefa da Zelotes, as medidas teriam sido "vendidas" em benefício da indústria automotiva. Em ofício dirigido à presidente Dilma Rousseff, a juíza ordenou o envio de "todos os documentos produzidos (estudos, pareceres, notas técnicas etc), inclusive registro de reuniões". A juíza acolheu um pedido da Procuradoria da República no Distrito Federal. A intenção da Operação Zelotes é encontrar indícios, na documentação, da atividade de lobistas que aparecem, em mensagens eletrônicas interceptadas e anotações apreendidas com ordem judicial, combinando ações e valores. As duas medidas provisórias sob investigação, segundo os ofícios da juíza, são a 471, de 2009, assinada pelo então presidente Lula, e a 627, de 2013, assinada pela presidente Dilma Rousseff. Ambas foram depois convertidas em lei. Ofícios com redação semelhante ao enviado a Dilma foram também dirigidos pela juíza aos presidentes do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e aos ministros Joaquim Levy (Fazenda), Armando Monteiro Neto (Desenvolvimento, Indústria e Comércio), Jaques Wagner (Casa Civil) e Celso Pansera (Ciência, Tecnologia e Inovação). Segundo relatório da Polícia Federal, a investigação coletou "informações importantes do 'trabalho de convencimento' realizado pelos sócios da SGR (Consultoria) junto à Presidência da República, Casa Civil, Ministério da Fazenda e Ministério da Indústria e Comércio". A SGR Consultoria pertence a José Ricardo da Silva, ex-conselheiro do Carf, conselho vinculado ao Ministério da Fazenda que analisa recursos de empresários multados pela Receita Federal, que atuou em conjunto com o lobista Mauro Marcondes Machado. Ele pagou, por sua empresa Marcondes e Mautoni, pelo menos R$ 1,5 milhão, em 2014, a uma microempresa de marketing esportivo de um dos filhos do ex-presidente Lula, Luis Claudio Lula da Silva. Em 23 de outubro, a Procuradoria da República no Distrito Federal solicitou à juíza que oficiasse a Presidência, os ministérios, Senado e Câmara a entregarem "todas as informações referentes aos trâmites formais das medidas provisórias" nº 471 e 627. Aos presidentes do Senado e da Câmara, a Procuradoria pediu que eles sejam instados a entregar "o suporte documental de todo trâmite legislativo" das duas MPs. Para a Procuradoria, a coleta de todo o material é "imprescindível" para "a completa elucidação dos fatos". 

Senado Federal tratora o PT e aprova projeto que tipifica o crime de terrorismo


Em sessão tumultuada, o Senado aprovou na noite desta quarta-feira o texto principal do projeto de lei que tipifica o crime de terrorismo, previsto na Constituição e ainda sem punição específica no País. A ausência de uma legislação sobre o tema, além de colocar em xeque a segurança do Brasil em eventos como as Olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016, deixa o País sob o risco de sofrer sanções internacionais, como o rebaixamento das agências de avaliação de risco. O texto relatado pelo senador Aloysio Nunes (PSDB-SP), aprovado por 34 votos a 18, define o terrorismo como "atentar contra pessoa, mediante violência ou grave ameaça, motivado por extremismo político, intolerância religiosa ou preconceito racial, étnico, de gênero ou xenófobo, com objetivo de provocar pânico generalizado". A pena prevista é de 16 a 24 anos de reclusão. Se o ato resultar em morte, a punição vai de 24 a 30 anos. Entre as práticas que podem ser equiparadas a atos terroristas estão causar explosão e incêndios em prédios ou locais com aglomeração de pessoas e destruir ou danificar hospitais, escolas, estádios ou instituições onde funcionem serviços públicos essenciais. Para parlamentares petistas, essa previsão poderia criminalizar a atuação de "movimentos sociais", na verdade milícias petistas, uma das principais bases eleitorais do partido. O texto aprovado na Câmara fazia ressalvas às manifestações populares, mas esse trecho foi retirado no Senado. Ainda assim, a orientação do Palácio do Planalto, a pedido do ministro Joaquim Levy (Fazenda), era de aprovação urgente. A pressa se deve à ameaça de sanções internacionais. O PT, no entanto, contrariou os apelos do governo e de Levy e se posicionou contra a matéria. Durante a votação, o líder do governo, senador Delcídio Amaral (PT-MS), afirmou que assumiu um compromisso pela aprovação e pediu o aval dos demais senadores petistas. Mas não foi atendido e a bancada do PT orientou o voto contrário ao texto. "No momento em que a oposição tenta ajudar o governo a aprovar uma matéria que é uma exigência internacional e pode levar nosso País a sofrer penalidades, vem o PT e encaminha contra. É difícil entender o grau de confusão eme que eles se encontram", afirmou o senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB). Sem uma legislação nacional sobre terrorismo, o País segue na mira do Grupo de Ação Financeira contra a Lavagem de Dinheiro e o Financiamento do Terrorismo (Gafi), que já ameaçou incluir o Brasil em sua "lista suja" de não cooperantes. Atrasar a matéria deixaria o Brasil mais suscetível a rebaixamentos pelas agências internacionais de avaliação de risco. O projeto aprovado pelo Senado nesta quarta-feira foi concluído pela Câmara dos Deputados em agosto deste ano, mas sofreu alterações dos senadores, o que faz a proposta retornar à análise dos deputados antes de seguir para sanção presidencial.

Delação do lobista Marcondes desespera a família Lula da Silva


A aposta de setores do Ministério Público Federal é ao mesmo tempo o motivo de desespero e de noites mal dormidas na família Lula da Silva: Mauro Marcondes Machado, lobista acusado de comprar medidas provisórias durante o governo Lula para beneficiar o setor automotivo, abalado com a prisão, sinaliza um acordo de delação premiada. Ele foi quem fez depósitos milionários na conta do filho do ex-presidente. Mauro Marcondes Machado ficou bem abalado com a prisão da sua mulher, Cristina, e está disposto a qualquer coisa para tirá-la da cadeia. Donos da Marcondes & Mautoni, Mauro e Cristina fizeram pagamentos a Luiz Cláudio Lula da Silva após comprar Medidas Provisórias do governo do pai dele. O lobista é quem tocava os negócios da Marcondes & Mautoni, mas a sociedade formal torna Cristina Mautoni co-responsável pelos malfeitos. A delação de Paulo Roberto Costa, que explodiu o Petrolão do PT, foi movida pelo seu desejo de livrar a mulher, filhas e genros de condenações.

Lulinhazinho é peixinho

Na tentativa de defender Luis Claudio Lula da Silva, o Lulinhazinho, Rui Falcão acabou marcando contra. No entendimento do presidente do PT, o problema não está no envolvimento do filho de Lula com as empresas investigadas pela Zelotes, mas no fato de ele ser peixe pequeno – um "peixinho" – num mar de tubarões. Falcão não está de todo errado. Sobre as ações da Lava Jato, comentou Sérgio Moro ainda ontem: "Tem vindo bastante peixe". Se Lulinhazinho é peixinho, Lulinha é peixe e Lula é peixão.

Os alvos de Cunha

Renan Calheiros apostou que Cunha cairia atirando. Lauro Jardim, em O Globo, aos poucos mostra os alvos do presidente da Câmara. Há duas semanas, revelou que um deles seria Chico Alencar, por suposta fraude em documentos nas contas da campanha de 2014. Agora, Jardim aponta Júlio Delgado, membro do Conselho de Ética, contra quem Cunha estaria buscando "esqueletos no armário". Também nessa tarde, Sílvio Costa, um dos mais barulhentos adversários de Cunha, foi punido pela Câmara com uma "censura escrita" por ter afirmado que o presidente da casa estava "acobertando bandido". Mas se trata de uma penalidade simbólica que pouco sujará a ficha do parlamentar. Até Cunha puxar o gatilho, tudo não terá passado de mais um dos muitos blefes do presidente da Câmara.

Repatriação sai da pauta

O Globo informa que o governo foi derrotado já na discussão sobre a retirada ou não de pauta do projeto de repatriação de dinheiro não declarado. Foram 193 votos para a oposição, enquanto a situação teve apenas 175. O problema é que essa tentativa de golpe pode voltar nesta quinta-feira.

A estratégia de Eduardo Cunha

Segundo apurou a Folha, a tática de Eduardo Cunha para se safar consiste em sobrecarregar o Conselho de Ética da Câmara. Desta forma, além de ganhar algum prazo, constrange adversários e tira um pouco o foco do próprio caso. No primeiro movimento, há representações do PCdoB contra os deputados Alberto Fraga (DEM) e Roberto Freire (PPS) que já começarão a correr na próxima terça, juntamente com o caso do presidente da Câmara. Mas há outros processos abertos por cidadãos comuns, inclusive contra o próprio Eduardo Cunha. Nestes casos, o peemedebista pedirá "celeridade" de forma que, vencida a burocracia, travem novamente o Conselho de Ética. Mais cedo, a mesma Folha informava que, esgotados os prazos regimentais possíveis, a cassação de Cunha ficaria apenas para a segunda quinzena de abril. Enquanto isso, o Brasil agoniza.

O STF pode mandar prender senador

Na próxima semana, o Supremo Tribunal Federal deve julgar a segunda leva de embargos opostos pelo senador Ivo Cassol contra sua condenação criminal por fraude a licitações, em agosto de 2013. Ao decidir estes embargos, a Corte poderá determinar o trânsito em julgado do processo e decretar, pela primeira vez, a prisão de um senador.

AGRESSÃO FASCISTA 3 – Ente os truculentos, assessores de Wyllys e de Jandira, maconheiros e tiazinha espetadeira do PSOL

Acreditem, senhoras e senhores: na tropa de choque fascista, que cercou o MBL, havia assessores dos deputados Jean Wyllys (PSOL-RJ), cada vez mais um mero empregadinho do PT, e Jandira Feghali (PCdoB-RJ). Não só: vejam este vídeo. 


Observem aí uma tiazinha que faz cara de sonsa. Ela estava com um instrumento pontiagudo na mão ferindo os manifestantes do Brasil Livre. Foi identificada pela Polícia Legislativa como servidora e militante do PSOL — o principal esbirro com o qual PT conta hoje em dia. Renan Santos, como se vê, foi ferido nas costas, embora protegido por uma camisa e uma camiseta. Aliás, a trajetória desse partido é curiosa. Quando rompeu com o petismo, havia poucas denúncias de roubalheira contra os companheiros. As divergências eram basicamente ideológicas. Hoje que o PT está mergulhado na lama, os psolentos se apresentam como linha auxiliar. Wyllys não me surpreende. Eu já tinha apurado ontem, junto a fontes na Polícia Legislativa, que ele estava estimulando os índios a ir disputar espaço com o MBL. Parece que os silvícolas de calção Adidas não caíram na conversa. Willys tem um ódio patológico do MBL. Tanto que confessou ter apresentado um requerimento para ouvir um representante do grupo na CPI dos Crimes Cibernéticos com o objetivo de “enquadrá-los”. Certamente a coisa ficou pior depois que ele resolveu provocar Kim Kataguiri, e o rapaz o chamou para um debate público. Ele saiu correndo. Seu negócio é fazer fofoca em redes sociais e engravidar jornalistas amigas — pelo ouvido… Kataguiri foi considerado pela Time um dos 30 jovens mais influentes do mundo. Wyllys é apenas o deputado do PSOL mais influente no PT. E Jandira? Ainda me lembro desta senhora, há coisa de dois meses, a gritar que havia sido agredida pelo deputado Roberto Freire (PPS-SP). É claro que não aconteceu. Nesta quarta-feira, lá estava a sua turma, em meio os tontons-macoutes, que distribuíam porradas também em mulheres. Sabem como é… Jandira deve achar que mulher só é mulher quando de esquerda. Se for uma liberal, pode tomar porrada de macho covarde. Não custa lembrar que, na noite de terça-feira, representantes da União da Juventude Socialista, do PCdoB, já haviam tentado puxar brigam com os acampados. 
Maconha
Sim, caros! Os agressores também chegaram ali para fumar a erva maldita — em meio, como eu já disse, às crianças. Depois de distribuir seus tabefes, alguns deles resolveram fazer seu cigarro e dar uma relaxada. O regime ideal dessa gente, pelo visto, é o fascismo maconheiro, integrado por maconheiros fascistas. Por Reinaldo Azevedo