domingo, 4 de outubro de 2015

Janio Bolado

Janio de Freitas decepcionou-se com Dilma Rousseff: “Não há como ver no recém-chegado Celso Pansera mais do que um representante de Eduardo Cunha e do clã Picciani, e, ainda bem, não do Congresso. Todos os novos ministros representam apenas os grupos do mercantilismo toma-lá/dá-cá, que enoja o país. E por tal condição é que foram adotados, para aplacar as voracidades ainda não atendidas. Foi aceito como bom para o ministério, portanto, o que devia ser recusado a priori. O que importa é estar tudo pronto, enfim: quanto pior, pior”. Depois de perder Dilma Bolada, porque parou de pagar-lhe o cartão de crédito, Dilma Rousseff perde também Janio Bolado.

Minha Casa Pior

O Estadão informa que o governo Dilma decidiu abandonar o programa Minha Casa Melhor, que concedia empréstimos em condições especiais para a compra de eletrodomésticos, eletrônicos e móveis para os beneficiários do Minha Casa Minha Vida. "Desde o início do ano, as contratações estavam suspensas, mas a presidente Dilma Rousseff garantiu que seriam retomadas ainda em 2015, com o lançamento da terceira etapa do Minha Casa Minha Vida. A promessa não será cumprida", informa o jornal. Falta dinheiro. A meta do governo era liberar R$ 18,7 bilhões nessa linha de crédito especial, com juros de 5% ao ano. Foram concedidos apenas R$ 2,92 bilhões. O Minha Casa Melhor foi lançado em junho de 2013 para turbinar a reeleição de Dilma.

Morreu o "porquinho" José Eduardo Dutra, ex-senador, ex-presidente da Petrobras e do PT

Nos últimos cinco anos, o político lutava contra um câncer de pele. Em 2011, ele se submeteu a uma cirurgia para a retirada de um melanoma. José Eduardo Dutra foi um dos três coordenadores da primeira campanha eleitoral da petista Dilma Rousseff, ao lado de Antonio Palocci e José Eduardo Cardozo. Os três ganharam dela o apelido "Três Porquinhos". Por que será?!!!

Vermelhos do nariz marrom reúnem meia dúzia de gatos-pingados na Paulista, pautados pela mentira e pela sem-vergonhice


Os vermelhos do nariz marrom resolveram fazer um protesto a favor do governo neste sábado. O que é um “nariz marrom”, um “brown noser”? No Brasil, hoje em dia, é um desses esquerdistas que vivem de joelhos para o governo para não perder a boquinha. E aí eles fazem qualquer coisa. Você encontra uma definição mais precisa no “Urban Dictionary”, com alguns sinônimos muito apropriados. Sigamos. Os narizes marrons resolveram organizar um protesto na Avenida Paulista contra o impeachment de Dilma, que chamam “golpe” — o que, obviamente, é mentira —, mas também vociferaram contra o ajuste fiscal, que chamaram, atenção, de “Plano Levy-Renan” — outra falácia, tão escandalosa quanto a primeira. Os manifestantes pró-governo dizem ter reunido 8 mil pessoas. Bem… Nem isso é verdade. Se havia lá mil narizes marrons, já podem se dar por satisfeitos. O protesto a favor — uma modalidade de manifestação historicamente celebrizada pelo fascismo — foi patrocinada pelo PT, pela CUT, por movimentos sociais de quatro e por partidecos de esquerda. De novo, as bandeiras que mais se destacaram foram as do PCdoB. Cheguei à conclusão de que esse é o partido que reúne, proporcionalmente, o maior número de incompetentes pendurados nas tetas do governo. É só um raciocínio lógico: se aparecem mais pecedobistas em protestos pró-Dilma do que petistas, isso quer dizer que os comunistas do Brasil têm ainda mais medo de ficar na rua da amargura caso percam a boquinha. Quando fui de esquerda, há muitos anos, era trotskista. Logo, não tinha afinidade intelectual com stalinistas e seus derivados, esse resto e essa raspa compostos hoje de petistas, pecedobistas e afins. Não que o trotskismo tenha tido melhor sorte por aqui. Mas, ao menos, conserva o charme dos que não dizem besteiras a soldo, não é mesmo? Estes o fazem quase de graça, por convicção mesmo… Vejam a que miséria foram relegadas as esquerdas que se associaram ao petismo e seus satélites. Dizem ir à rua contra um golpe que não existe e se manifestam contra um ajuste fiscal que, com efeito, existe. Como não têm coragem moral de defendê-lo e como, na prática, estão gritando em favor de Dilma, fingem, então, que ela não é responsável pelas medidas; tratam Joaquim Levy como uma espécie de interventor do governo. “Ah, isso é coisa desses pobres coitados, mamadores das tetas oficiais”, diria alguém. Não deixa de ser também, mas é mais do que isso. Os dois documentos redigidos pela Fundação Perseu Abramo, que “intelectuais petistas”, esse escandaloso paradoxo, afirmam a mesma coisa. Os textos chegam a negar que haja uma crise no Brasil; dizem que a dita-cuja é só uma invenção da conspiração neoliberal. Mais ainda: na eleição de 2014, Dilma teria sido obrigada a admitir uma crise inexistente só para fazer a vontade dos financistas. Não vou dizer que as esquerdas perderam o bom senso porque, se bom senso houvesse, esquerdistas não seriam. O que fica evidente é que perderam também qualquer senso de ridículo. Ora, se o pacote de ajuste fiscal não é de Dilma, se ele é desnecessário, se a crise é falsa e se o PT é contra, quem obriga a presidente a adotar aquelas medidas? Mas que tolice a minha! Fazer perguntas pautadas pela lógica a petistas e, mais genericamente, a esquerdistas é inútil. Ah, sim: os que foram às ruas têm em Lula a sua referência e o seu Dom Sebastião. Todos eles acreditam que, um dia, ele voltará. Não custa lembrar que, a partir desta segunda, o governo Dilma é aquele definido pelo Babalorixá de Banânia. Ele passou a ser o presidente de fato do Brasil. Por Reinaldo Azevedo

Crise econômica provocada pelo governo petista de Dilma Rousseff faz 200 mil estudantes mudarem de escola privada para pública só em São Paulo

A violenta crise econômica provada no País pelo governo da petista Dilma Rousseff e o aumento de mensalidade têm levado pais a trocarem escolas particulares pelas públicas. De janeiro a agosto deste ano, 195,7 mil estudantes fizeram esse movimento no Estado de São Paulo, segundo dados do Censo Escolar. O número já é maior que o de todo o ano passado, quando 195 mil alunos migraram de escolas privadas para públicas. Na quinta-feira (1º), primeiro dia de matrículas para 2016, a Secretaria Estadual da Educação registrou cerca de 3.000 inscrições. Dessas, a pasta estima que 90% foram de crianças e adolescentes oriundos de escolas privadas. No Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) mais recente, de 2013, a rede particular paulista teve nota 5,6 no ensino médio, em escala de zero a dez. A rede estadual, 3,7. As escolas particulares do Estado estimam que, para 2016, o reajuste na mensalidade ultrapasse a inflação, chegando à casa dos 10%. Em agosto deste ano, a inadimplência dos pais na capital chegou a 11,60% - ante 7,8% no mesmo mês do ano passado. Os dados são do Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino de São Paulo, que representa cerca de 10 mil escolas particulares do Estado. "Mesmo com a crise, não acho que haverá debandada", diz Benjamin Ribeiro, presidente do sindicato. Para ele, o mais provável é que ocorra uma migração de alunos de escolas mais caras para outras mais baratas.