sábado, 26 de setembro de 2015

Messi rompe ligamento lateral do joelho esquerdo e fica fora dos campos por dois meses

Lionel Messi desfalcará o Barcelona e a seleção argentina por até dois meses. Essa é a previsão dos médicos do clube espanhol após lesão do meia na partida deste sábado contra o Las Palmas. Messi se chocou com o zagueiro Pedro Bigas e levou a pior, torcendo o joelho esquerdo. Seu pé pode ter prendido no gramado na hora da torção. Messi permaneceu em campo durante oito minutos apenas, e não viu a vitória do seu time por 2 a 1, com dois gols de Suárez - Neymar perdeu pênalti, mandando bola por cima do travessão. O brasileiro entrou em campo um dia depois de receber a notícia de que seu nome foi pego na malha fina da Receita Federal por sonegação de impostos, com determinação da Justiça do Brasil de bloqueio de R$ 188 milhões de suas contas. Messi deixou o Camp Nou direto para uma clínica, Cruz Blanca, nas próximidades do estádio, para ser submetido a exames de imagens, que constataram lesão no ligamento lateral do joelho esquerdo. A boa notícia é que o ligamento cruzado não foi afetado. De acordo com comunicado dos médicos do Barcelona, Messi ficará fora de combate por até oito semanas. Tudo vai depender de sua recuperação. Ele deixou a clínica mancando, mas andando sem o auxílio de muletas. O meia, que está prestes a ganhar mais uma vez o título de melhor jogador do mundo, em eleição na Fifa, desfalcará o Barcelona nos próximos jogos do Espanhol e, principalmente, na Liga dos Campeões da Europa. Nesta terça-feira, o time da Catalunha fará sua primeira apresentação dentro de casa, recebe o Leverkusen pelo Grupo E. Na estreia do Barcelona na Liga, na Itália, a equipe apenas empatou com a Roma por 1 a 1. Sem Messi, Neymar assume o protagonismo do Barça. Ele e Suárez serão os responsáveis pelos gols do time. 


Messi também desfalcará a seleção argentina nas primeiras partidas das Eliminatórias para a Copa da Rússia. Muito provavelmente ele também não estará em campo no terceiro jogo do torneio sul-americano, contra o Brasil, na volta de Neymar, que está suspenso nos dois primeiros jogos do time de Dunga.

Governo da petista Dilma cortará R$ 25 bilhões em gasto social

A presidente Dilma Rousseff cortou R$ 25,5 bilhões dos gastos com programas sociais previstos em 2016, em relação ao orçamento deste ano, segundo levantamento feito pelo ‘Estado’ com números oficiais do Ministério do Planejamento. A tesourada atingiu até mesmo a construção de creches, unidades básicas de saúde e cisternas. A maior redução de aportes foi justamente em “vitrines” da gestão petista, como investimentos sociais do PAC, Minha Casa Minha Vida e Pronatec. Durante a campanha e no início do segundo mandato, Dilma repetiu à exaustão que “em hipótese alguma” cortaria recursos dos programas sociais criados pela gestão petista. Mas foi obrigada a abrir mão da promessa para tentar recuperar a confiança dos investidores na economia brasileira. Se somados os cortes adicionais em projetos do PAC que ainda não estão definidos, mas que também atingirão a área social, o enxugamento em 2016 pode chegar a R$ 29,34 bilhões. O corte dos programas expõe a contradição que vive a presidente e seus ministros nesse cenário de crise econômica e política. Por um lado, precisa provar que o governo está “cortando na carne” para garantir o esforço fiscal, como cobram parlamentares, economistas e empresários. No entanto, com a popularidade na mínima histórica e em meio a protestos e greves promovidos pelos movimentos sociais, evita falar sobre o sacrifício em programas sociais, bandeira de sua campanha à reeleição presidencial. O tamanho do corte nos programas sociais corresponde a 74% do superávit primário – economia para o pagamento dos juros da dívida – prometido pela União em 2016: R$ 34,44 bilhões. Para o economista Mansueto Almeida, especialista em finanças públicas, a presidente não teve outra saída, mesmo que tenha preferido adotar um “corte envergonhado”. “O governo tem vergonha de mostrar que está cortando em programas considerados ‘vacas sagradas’. Por isso, fica a impressão ao Congresso e ao mercado que o corte tem sido tímido”, afirmou. Por outro lado, avalia Mansueto, mesmo com os cortes nesses programas, o orçamento engessado inviabilizará o cumprimento da meta estipulada para o ano que vem. O corte nesses programas alimenta a briga dos gabinetes na Esplanada dos Ministérios na disputa de quem perde menos. A presidente tentou resistir à pressão, mas acabou cedendo, admitem interlocutores. “O ponto central é que os programas sociais se tornaram insustentáveis”, avalia Murillo de Aragão, cientista político da Arko Advice. “Os programas não acabaram, vão continuar existindo, mas nos próximos anos rodarão em ritmo mais lento diante da frustração de receitas. Por mais que haja redução no ritmo, não deixaremos de atender à população”, rebate a secretária de Orçamento do Ministério do Planejamento, Esther Dweck. Ela frisou que esses programas não existiam antes da gestão petista. O único dos programas sociais em que não houve corte no orçamento de 2016 na comparação com o deste ano foi o de financiamento estudantil. O aumento de 5,5% de um ano para outro não significa, porém, que o Fies não tenha sido reavaliado. O resultado do endurecimento das regras de acesso ao programa somente terá impacto nos próximos anos. As tesouras só não atingiram mesmo o Bolsa Família, que manteve o orçamento de R$ 28,8 bilhões em 2016, o equivalente a 2,4% das despesas totais da administração federal.

Vai sobrar para muita gente

Embora Pedro Corrêa tenha centrado forças no PT em sua delação premiada, ele também entregou vários outros partidos, como PMDB, PDT, PSB, PCdoB e o próprio PP, além dos nanicos. Corrêa contou à PF que o esquema de mesada a parlamentares só cresceu depois do mensalão, com o financiamento de campanhas e o avanço sobre novas fontes de recursos públicos. A Petrobras virou a principal "teta" do esquema, mas não apenas, como demonstram as investigações da Lava Jato.

Ministério Público Federal pede arquivamento de inquérito sobre atuação de Lula no Mensalão do PT


A Procuradoria da República no Distrito Federal pediu o arquivamento de um inquérito instaurado para investigar um suposto repasse de US$ 7 milhões da Portugal Telecom para o PT. O ex-presidente Lula X9 (ele delatava companheiros para o Dops paulista durante a ditadura militar, conforme Romeu Tuma Jr, em seu livro "Assassinato de reputações") e o ex-ministro da Fazenda, Antônio Palocci, eram suspeitos de terem participado diretamente da negociação do repasse. Essa era a última investigação em curso sobre eventual envolvimento de Lula em crimes correlatos ao Mensalão do PT. A apuração foi aberta em 2013, a partir de um depoimento do publicitário Marcos Valério, preso desde novembro daquele ano por ter sido o operador do esquema. Interessado em obter benefício de redução de pena, Marcos Valério afirmou ao Ministério Público Federal, na reta final do julgamento do mensalão, que a transferência em questão foi acertada em uma reunião no Palácio do Planalto, na presença de Lula e Palocci. Marcos Valério apontou as contas no Exterior que teriam sido indicadas ao empresário Miguel Horta, diretor da Portugal Telecom, para realizar as transações com o PT. No depoimento, Marcos Valério disse que Lula tinha conhecimento do mensalão e que o suposto empréstimo da Brasil Telecom serviria para quitar dívidas de campanhas do PT de 2002 e 2004. De acordo com o publicitário, à época, a companhia portuguesa pretendia adquirir o controle da brasileira Telemig Celular. A Polícia Federal comprovou que o publicitário viajou a Portugal, onde se reuniu com Horta. Do mesmo modo, constatou que Lula esteve com Horta, na presença de Palocci e do ex-ministro José Dirceu (Casa Civil), mas não foi possível saber o teor do que foi tratado. A polícia não conseguiu rastrear, porém, os supostos desembolsos da Portugal Telecom, "seja porque algumas das contas não foram localizadas, seja porque não foram identificadas movimentações financeiras capazes de indicar pagamentos aos ora investigados", afirma a Procuradoria no despacho de arquivamento, que data do último dia 3. De quatro contas investigadas, uma não existia e duas não puderam ser rastreadas, porque a China e a Bélgica não firmaram acordo de cooperação com o Brasil. Apenas uma conta pôde ser localizada e rastreada pela Polícia Federal: levou a uma empresa corretora de grãos, com sede em São Paulo e filial na Suíça. Não foram encontrados, no entanto, vínculos entre o dinheiro que por ali passou e a empresa portuguesa e o PT. Entre pessoas ligadas à investigação, afirma-se que não havia instrumentos para "fechar o caminho do dinheiro", e que Marcos Valério não forneceu informações suficientes. A investigação ouviu cerca de 20 pessoas em mais de dois anos, entre elas Lula, que depôs em Brasília em dezembro de 2014, e Horta, ouvido no início deste ano. Ambos negaram os repasses. Também prestaram depoimento Palocci, Dirceu e o ex-deputado Roberto Jefferson, delator do Mensalão do PT. Ao final do despacho de arquivamento, a Procuradoria conclui: "As investigações não conseguiram comprovar o desembolso de valores da empresa em favor do Partido dos Trabalhadores". Agora, o arquivamento aguarda análise da 10ª Vara Federal Criminal do Distrito Federal, especializada em casos de lavagem de dinheiro. 

Cúpula do PMDB defende ruptura com o PT em São Paulo


A cúpula do PMDB defendeu neste sábado (26), durante cerimônia de filiação da senadora Marta Suplicy ao partido, a ruptura com o PT em São Paulo. Na chegada ao Teatro Tuca, em São Paulo, integrantes do comando do PMDB afirmaram que o partido terá candidato próprio na disputa pela prefeitura de São Paulo, em 2016. "Teremos candidato à prefeitura", afirmou o ministro Eduardo Braga (Minas e Energia), ex-governador do Amazonas. Vice-presidente do partido, o senador Valdir Raupp (RO) disse que a presença de líderes nacionais é o indício de que o PMDB romperá com o prefeito Fernando Haddad (PT). Já o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (RJ), propôs neste sábado lançamento de candidatura própria para prefeituras e para a Presidência. Ele foi objeto de aclamação no evento um dia depois de mais um delator da Operação Lava Jato, Fernando Baiano, ter dito que Eduardo Cunha recebeu propina do Petrolão do PT, o que o deputado nega. "Chega de viver a reboque (do PT). Time que não joga não tem torcida", disse Cunha. O presidente do Senado, Renan Calheiros (AL), destacou que o "Brasil vive a maior crise política e econômica desde 1964". Em seu discurso, Marta afirmou que o PMDB é amplo: "Sinto que caibo aqui". O presidente da República em exercício, Michel Temer, também participou da cerimônia de filiação de Marta ao partido. O ministro de Ciência e Tecnologia, Aldo Rebelo (PCdoB), compareceu à filiação de Marta. "Vim prestigiar o PMDB. Somos aliados do PT", disse Aldo. Além do PCdoB, PTB e PSD enviaram representantes ao evento. Disposto a concorrer, o secretário municipal de Educação, Gabriel Chalita, afirmou que "o PMDB é um partido que não tem dono". Já o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PMDB), destacou que o Brasil vive hoje um desafio. Representantes do PSDB também estiveram na filiação, como Fernando Capez, presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo. Haddad tentou convencer o PMDB a não lançar a ex-petista na disputa pela prefeitura. Temendo que o eleitorado tradicional do PT possa migrar para Marta, o prefeito decidiu investir na bancada de vereadores peemedebistas e nos integrantes do diretório municipal do PMDB para impedir que eles escolham a senadora como candidata à prefeitura no ano que vem. Haddad teve uma reunião dura com os quatro vereadores do PMDB de São Paulo. No encontro, chegou a apelar para que os vereadores apoiassem a candidatura de Chalita à Prefeitura, no lugar de Marta. Ainda segundo dois participantes do encontro, Haddad disse que não é "trouxa" e ameaçou lançar cinco candidatos para disputar com os vereadores do PMDB em seus redutos.

Ex-deputado Pedro Correa revela em sua delação premiada que o petrolão nasceu com aval de Lula e foi mantido por Dilma


Expoente de uma família rica e tradicional do Nordeste, o médico Pedro Corrêa se destacou, durante quase quatro décadas, como um dos parlamentares mais influentes em negociações de bastidores. Como presidente do PP, garantiu a adesão do partido ao governo Lula e - como reza a cartilha do fisiologismo - recebeu em troca o direito de nomear apadrinhados para cargos estratégicos da máquina pública. Essa relação de cumplicidade entre o ex-deputado e o ex-presidente é notória. Ela rendeu a Corrêa uma condenação à prisão no processo do Mensalão do PT, o primeiro esquema de compra de apoio parlamentar engendrado pela gestão petista. Mesmo após a temporada na cadeia, Pedro Corrêa se manteve firme no propósito de não revelar o que viu e ouviu quando tinha acesso privilegiado ao gabinete mais poderoso do Palácio do Planalto. Discreto, ele fez questão de ser leal a quem lhe garantiu acesso a toda sorte de benesse. Havia um acordo tácito entre o ex-deputado e o ex-presidente. Um acordo que está prestes a ruir, graças à descoberta do Petrolão e ao avanço das investigações sobre o maior esquema de corrupção da história do Brasil. Como outros mensaleiros, Pedro Corrêa foi preso pela Operação Lava-Jato. Encarcerado desde abril, ele negocia há dois meses com o Ministério Público um acordo de colaboração que, se confirmado, fará dele o primeiro político a aderir à delação premiada. Com a autoridade de quem presidiu um dos maiores partidos da base governista, Pedro Corrêa já disse aos procuradores da Lava-Jato que Lula e a presidente Dilma Rousseff não apenas sabiam da existência do Petrolão como agiram pessoalmente para mantê-lo em funcionamento. O topo da cadeia de comando, portanto, estaria um degrau acima da Casa Civil, considerada até agora, nas declarações dos procuradores, o cume da organização criminosa. Nas conversas preliminares, Pedro Corrêa contou, por exemplo, que o Petrolão nasceu numa reunião realizada no Planalto, com a participação dele, de Lula, de integrantes da cúpula do PP e dos petistas José Dirceu e José Eduardo Dutra - que à época eram, respectivamente, ministro da Casa Civil e presidente da Petrobras. Em pauta, a nomeação de um certo Paulo Roberto Costa para a diretoria de Abastecimento da Petrobras. Pedro Corrêa, José Janene e o deputado Pedro Henry, então líder do PP, defendiam a nomeação. José Eduardo Dutra, pressionado pelo PT, que também queria o cargo, resistia, sob a alegação de que não era tradição na Petrobras substituir um diretor com tão pouco tempo de casa. Lula, segundo Corrêa, interveio em nome do indicado, mais tarde tratado pelo petista como o amigo "Paulinho". "Dutra, tradição por tradição, nem você poderia ser presidente da Petrobras, nem eu deveria ser presidente da República. É para nomear o Paulo Roberto. Tá decidido", disse o presidente petista Lula, de acordo com o relato do ex-deputado. Em seguida, Lula ameaçou demitir toda a diretoria da Petrobras, José Eduardo Dutra inclusive, caso a ordem não fosse cumprida. Ao narrar esse episódio, Pedro Corrêa ressaltou que o ex-presidente tinha plena consciência de que o objetivo dos aliados era instalar operadores na estatal para arrecadar dinheiro e fazer caixa de campanha. Ou seja: peça-chave nessa engrenagem, Paulinho não era uma invenção da cúpula do PP, mas uma criação coletiva tirada do papel graças ao empenho do presidente da República. A criação coletiva, que desfalcou pelo menos 19 bilhões de reais dos cofres da Petrobras, continuou a brilhar no mandato de Dilma Rousseff - e com a anuência dela, de acordo com o ex-presidente do PP.

Suíça proíbe venda de carros da Volks que enganam testes de gases poluentes; no Brasil continuarão a ser vendidos livremente?

As autoridades suíças proibiram, temporariamente, a venda de novos carros do grupo Volkswagen equipados com dispositivo que engana os testes de emissões de gases poluentes. O Swiss Federal Roads Office, agência suíça responsável pelo setor dos transportes, informou que alguns dos 180 mil veículos fabricados pelas empresas Audi, Seat, Skoda e Volkswagen entre 2009 e 2014 poderiam estar entre os que falsearam as emissões. Segundo a agência, os modelos equipados com motores diesel do tipo 1.2TDI, 1.6TDI e 2.0TDI podem estar equipados com um software capaz de enganar os testes ambientais. As autoridades suíças ressaltaram que apenas carros projetados para atender às normas de emissão EUR05 foram afetados e não os motores de EUR06. O anúncio vem após o grupo Volkswagen ter nomeado o presidente da Porsche, Matthias Mueller, como novo presidente executivo da empresa líder mundial nas vendas de carros. A escalada do escândalo ficou clara quando a Volkswagen admitiu que 11 milhões de seus carros a diesel estão equipados com os chamados dispositivos manipuladores, que, automaticamente, desligam os controles de poluição quando o carro está sendo conduzido e voltam a impedir emissões poluentes durante a realização de testes. A agência suíça disse que criou um grupo de trabalho para investigar quais os tipos de veículos vendidos no país que realmente estão equipados com o software manipulador. O grupo de trabalho tem feito contato com os importadores de veículos afetados, com os departamentos de registro de matrículas estrangeiras e com outras autoridades suíças, tanto no nível federal quanto regional.

A socialite paulistana Marta Suplicy se filia ao PMDB e diz que Michel Temer vai reunificar o País

A senadora e socialite paulistana Marta Suplicy filiou-se hoje (26) ao PMDB em cerimônia no Teatro da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (Tuca). O evento contou com liderança nacionais do partido como o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (RJ), o presidente do Senado, Renan Calheiros (AL), e do presidente da República em exercício, Michel Temer.


“O PMDB soube devolver a nós o que há de mais valioso na vida, a liberdade, o direito de ir e vir, de mudar de idéia. Isso já foi mencionado, e foi uma das coisas que eu mais gostei do PMDB. Eu senti que eu caibo por causa disso, é um partido amplo”, disse a senadora em seu discurso. A socialite Marta Suplicy falou também falou sobre a sua saída do PT, em abril. Segundo ela, a relação com o partido era conflituosa e sem perspectiva de melhora. “Vocês sabem que tem algumas decisões na vida que são muito difíceis, não são fáceis de serem tomadas. Mas eu sempre tive como norma que diante de relações conflituosas sem a menor perspectiva de melhora, e que ferem os nossos princípios, o melhor caminho a se tomar, por mais doído que seja, é o do rompimento”, disse. A senadora disse que decidiu ingressar no PMDB após uma conversa com Michel Temer, a quem Marta Suplicy chamou de líder conciliador. No seu discurso ela criticou a corrupção e disse que Temer poderá reunificar o País: "A gente quer um Brasil livre da corrupção, livre das mentiras, livre daqueles que usam a política como meio de obter vantagens pessoais. Afinal, estou no PMDB do Doutor Ulysses, que democratizou o País. E no PMDB do doutor Michel, que vai reunificar o País”. A socialite Marta Suplicy disse ainda que manterá o foco da sua atuação nas pautas sobre as mulheres e os desassistidos. E pediu apoio ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha, para a aprovação do projeto de lei de cotas para mulheres no Legislativo: “Passou no Senado mas, sem a cooperação do presidente da Câmara, nós não conseguiremos”. A senadora Marta Suplicy deixou o PT em abril deste ano, onde estava desde 1981. Nesse período, foi deputada federal, prefeita de São Paulo, ministra do Turismo, durante o segundo mandato do governo Lula, e ministra da Cultura na gestão da presidente Dilma Rousseff.

A petista Dilma Rousseff diz em Nova York que o Brasil tem reservas suficientes para lidar com a alta do dólar; agora o mercado vai querer confirmar isso

A alta da cotação do dólar preocupa a presidente petista Dilma Rousseff porque, segundo ela, existem empresas brasileiras com dívidas em moeda norte-americana. Entretanto, ela ressaltou, em Nova York, que o País tem reservas suficientes para lidar com essas oscilações do dólar.


Consequência da fala dela: a partir de segunda-feira o mercado financeiro vai querer verificar a veracidade da fala da petista Dilma Rousseff. O Brasil vai sangrar. Ao falar com os jornalistas sobre a alta do dólar, Dilma disse que o governo terá uma posição bem clara e firme, lembrando a atuação do Banco Central esta semana. “O Brasil hoje tem reservas suficientes para que não tenhamos nenhum problema, nenhuma disruptura por conta do dólar”, afirmou Dilma em entrevista à imprensa após a reunião do G4 - Brasil, Índia, Alemanha e Japão -, que discutiu a reforma no Conselho de Segurança das Nações Unidas. em Nova York. A petista Dilma Rousseff lembrou a atuação do Banco Central no leilão de dólar no mercado futuro, operação conhecida como swap, para conter a alta do dólar. “O governo terá uma posição bem clara e firme como foi essa que o Banco Central teve ao longo do final da semana passada”, disse. Nesta semana, pela primeira vez desde a criação do real, o dólar fechou acima dos R$ 4,00. Na terça-feira (22), o dólar comercial subiu R$ 0,073 (1,83%) e encerrou sendo vendido a R$ 4,054. O recorde anterior correspondia a 10 de outubro de 2002, quando a cotação tinha fechado em R$ 3,99. Na sexta-feira (25), ele fechou sendo vendido a R$ 3,976.

Youssef vai entregar Dilma ao FBI

Bill Gates decidiu processar a Petrobras, que roubou dinheiro de sua entidade filantrópica. Ele deverá contar com uma testemunha valiosa. Segundo a Época, Alberto Youssef está negociando um acordo de delação premiada com os procuradores de Nova York, que investigam o assalto petista à estatal. “As tratativas deverão ser concluídas até dezembro – e colocarão o FBI no encalço de ex-diretores e ex-conselheiros da Petrobras, incluindo a presidente Dilma Rousseff”.

O PT tenta paralisar o TCU

A Folha de S. Paulo informa que, “além de Benjamin Zymler, o governo consultou Walton Alencar quanto à possibilidade de recurso ao próprio TCU caso os ministros indiquem a rejeição das contas de Dilma em 2014. Luís Inácio Adams conversou com os ministros na quinta. O objetivo é protelar o envio do parecer do TCU ao Congresso e jogar água na fervura do impeachment”. O Antagonista, ontem, explicou que não cabe recurso no TCU. Sabemos, porém, que o PT nunca se intimidou com normas ou leis.

O governo que vem aí

A reforma ministerial de Dilma Rousseff é o assunto predileto dos jornais. Enquanto O Antagonista denunciava o jogo sujo do STF contra a Lava Jato, o resto da imprensa se ocupava de Leonardo Picciani. Dilma Rousseff, para nós, está morta politicamente, assim como todos os seus ministros. O que importa, de fato, é o que virá depois dela. O próprio Leonardo Picciani, a quem Dilma Rousseff ofereceu a indicação do próximo ministro da Saúde, concorda com isso. Ele disse, segundo a IstoÉ: “Vamos indicar para esse governo, sim. Até porque para o próximo governo que vem aí já estaremos muito bem colocados”.

Macunaíma no STF

O golpe do STF contra a Lava Jato está na capa de Época. Inicialmente, a reportagem descreve as manobras de Dias Toffoli, “o advogado do PT que chegou ao Supremo nomeado por Lula, hoje um dos alvos principais da Lava Jato; o advogado que foi reprovado duas vezes num concurso para juiz, e que se pôs a dar lições jurídicas e morais ao juiz Sergio Moro”. Em seguida, a revista relata o que ouviu de três ministros do STF. E conclui que eles concordaram em fatiar a Lava Jato porque: 
- “Pareciam incomodados com o protagonismo de Moro”.
- Estavam “aborrecidos com a dimensão que o caso tomou”.
- Teori Zavascki “já dava sinais de cansaço com o acúmulo de casos, que envolvem despachos quase diários para definir prazos e autorizar diligências”.
- “Ainda estão sob o trauma do processo do mensalão, que tomou dois anos da Corte”.
E:
- “Ninguém aguenta mais tanto processo criminal”.
Os ministros do STF, portanto, não admitem ter participado de um jogo sujo para salvar o PT. A decisão de fatiar a Lava Jato, segundo eles, foi motivada sobretudo por preguiça. Não, O Antagonista não acredita nisso.

O STF tem de voltar atrás

A reportagem de Época sobre o golpe do STF contra a Lava Jato mostra, nas entrelinhas, que os ministros atribuem toda a responsabilidade pela manobra a Dias Toffoli. Mostra também que eles querem encontrar uma maneira de voltar atrás, como dissemos ontem, neste post: A reação negativa ao fatiamento da Lava Jato já fez alguns ministros e ministras reavaliarem sua posição - e um novo debate no plenário do STF, eventualmente provocado por embargos da PGR, pode ter resultado diferente. Para esses "ministros arrependidos", a questão parece agora bem maior do que era quando foi aventada por Dias Toffoli. Consolida-se a ideia de que o debate sobre a competência do juízo do inquérito da Pixuleco II - uma das fases da Lava Jato - merece reflexão especial e nunca poderia ter sido tratado de forma banal, numa sessão apressada apoiada num voto torto de Dias Toffoli e na obscura teoria da higienização de Ricardo Lewandowski. Estamos falando de uma organização criminosa de atuação transnacional, e não de ladrões de galinha.

Lula na cadeia. Tá decidido

Lula e Dilma Rousseff “não apenas sabiam da existência do petrolão como agiram pessoalmente para mantê-lo em funcionamento”. Foi o que disse Pedro Corrêa aos procuradores da Lava Jato, segundo a Veja. Preso desde abril, o mensaleiro pode se tornar o primeiro político a aderir à delação premiada. Pedro Corrêa contou como nasceu o Petrolão, “numa reunião realizada no Planalto, com a participação dele, de Lula, de integrantes da cúpula do PP e dos petistas José Dirceu e José Eduardo Dutra, presidente da Petrobras”. O PP pleiteava a nomeação de Paulo Roberto Costa para a diretoria de Abastecimento da estatal. Dutra defendia o nome de um petista. Lula ordenou: “É para nomear o Paulo Roberto. Tá decidido". 

Seis delatores acusam Dilma

Até ontem, cinco delatores da Lava Jato acusavam Dilma Rousseff de ter sido eleita com dinheiro roubado da Petrobras. Agora, com o relato de Pedro Corrêa, são seis.

Para nomear Costa, Lula ameaçou demitir a diretoria da Petrobras

A reportagem de capa da Veja, do repórter Robson Bonin e coordenada por Policarpo Jr., relata que, para forçar a nomeação de Paulo Roberto Costa, o então presidente Lula disse a José Eduardo Dutra, então presidente da Petrobras... "Dutra, tradição por tradição, nem você poderia ser presidente da Petrobras, nem eu deveria ser presidente da República." De acordo com a Veja, na sequência Lula ameaçou demitir a diretoria da Petrobras, se a sua ordem não fosse cumprida. A tradição deveria sempre falar mais alto.

O neopeemedebismo

Marta Suplicy entendeu o recado. Em sua primeira entrevista como peemedebista, ao Estadão, ela defendeu o rompimento com o governo e o impeachment de Dilma Rousseff.

Dilma sabia e participou da roubalheira

Sempre de acordo com a reportagem da Veja, Pedro Corrêa disse que Dilma estava a par da roubalheira na Petrobras desde que era ministra-chefe da Casa Civil e integrava o Conselho de Administração da Petrobras. Em 2011, por exemplo, participou ativamente para acalmar uma guerra de facções dentro do PP, que brigavam pelas propinas pagas por Paulo Roberto Costa. Resumo do episódio: depois que uma das facções do PP conseguiu derrubar Nelson Meurer, líder da sigla na época, Paulo Roberto Costa interrompeu os pagamentos ao PP e exigiu uma autorização do Planalto para continuar a fazê-los. Dilma Rousseff mandou, então, que Ideli Salvatti e Gilberto Carvalho dissessem a Paulo Roberto Costa que era para continuar a irrigar o PP com o dinheiro roubado da Petrobras. A presidente apenas reclamava de ter recebido um "herança maldita" de Lula. Quem ainda vai dizer que Dilma Rousseff é limpinha?

O roubo não era em fatias, STF

Como afirma a reportagem da Veja, Pedro Corrêa "sabe de cor e salteado de quem é a responsabilidade pelas roubalheiras praticadas nos últimos anos na Petrobras, no Ministério da Saúde e, principalmente, no Ministério da Cidades. Ele tem na manga detalhes impressionantes de como o ex-presidente tentou melar o julgamento do mensalão". Se falar tudo o que sabe, Pedro Corrêa demonstrará que Lula não é um bandido em fatias. É um bandido por inteiro, chefe de uma organização criminosa empenhada em roubar o patrimônio do Brasil e eternizar-se no poder. Que os ministros do STF não comprometidos com o PT tenham isso em mente e voltem atrás na sua decisão de desarticular a Lava Jato.

Lula será investigado oficialmente pela Lava Jato

A Veja confirma que Lula passará a ser investigado oficialmente na Lava Jato. Os termos de colaboração de Ricardo Pessoa, da UTC, que citam Lula e são mantidos em segredo, foram remetidos pelo STF ao juiz Sergio Moro. Sergio Moro "deverá determinar a abertura de um inquérito para apurar relações do ex-presidente com o dinheiro sujo do petrolão". Se não melarem a Lava Jato, o destino de Lula será a prisão.

Hospedeiro e hóspede

Sabem o Alexandre Romano, vulgo Chambinho, aquele que pagava até o motorista particular de Gleisi Hoffmann e Paulo Bernardo e está até o pescoço envolvido num esquemão no Ministério do Planejamento? A Veja revela que, no ano passado, ele comprou um apartamento de luxo em Miami, por 671 000 dólares. A Polícia Federal suspeita de que Chambinho seja o laranja nessa compra. Em julho, o deputado petista Marcos Maia "hospedou-se" lá, juntamente com a família. E o Supremo Tribunal Federal fatiou o Chambinho...

Lula mudará de status

O Estadão deu manchete para uma notícia publicada pelo Antagonista ontem: a de que Rodrigo Janot enviou parecer ao STF, recomendando que Teori Zavascki aceite o pedido da Polícia Federal para a Lava Jato ouvir Lula como testemunha, "por ora", quanto ao delatado por Paulo Roberto Costa e Alberto Youssef. Para passar da condição de testemunha para investigado, Janot diz que "é necessário que a autoridade policial aponte objetivamente o fato a ensejar a mudança do status, o que será oportunamente avaliado". Como, segundo a Veja, o Supremo Tribunal Federal já enviou à Lava Jato os termos de colaboração em que Ricardo Pessoa entrega Lula, O Antagonista prevê que a Lula mudará de status em breve.

Brasilstão

O Estadão publica o resultado do relatório Global Law and Order 2015, do Instituto Gallup, sobre o grau de segurança dos cidadãos em diversos países. De acordo com o relatório, numa escala de sensação de segurança que vai de zero a 100, o Brasil aparece com 52 pontos, ao lado do Afeganistão. Somos o Brasilstão.

De Eduardo Cunha para Marta Suplicy

No evento de filiação de Marta Suplicy ao PMDB, Eduardo Cunha foi muito aplaudido, quando defendeu da seguinte forma uma candidatura própria do partido, em 2018... "Que o PMDB siga seu exemplo. Vamos largar o PT". Roteiro para 2018: Michel Temer ocupará o lugar de Dilma Rousseff, Eduardo Paes tentará ser candidato do partido à Presidência, mas poderá ter de competir pela vaga com José Serra, caso o tucano não consiga emplacar o seu nome pelo PSDB. As pesquisas que incluem o nome de José Serra entre os potenciais candidatos à Presidência da República, em 2018, colocam o tucano em ótima posição. (O Antagonista)

Vereador portoalegrense Cássio Trogildo é cassado pelo TSE

O TSE manteve nesta sexta-feira a cassação do mandato do vereador Cássio Trogildo, do PTB de Porto Alegre. Ele conseguiu se eleger com uma votação expressiva devido a uma campanha eleitoral também muito "visível". E foi denunciado por uso da máquina pública em benefício próprio, especialmente no asfaltamento de ruas, ruelas e vielas, para obtenção de votos. Cássio Trogildo integra a famiglia Manfrói, uma das proprietárias do PTB gaúcho. 

Surgem os ministros (as) arrependidos (as)

A reação negativa ao fatiamento da Lava Jato já fez alguns ministros e ministras reavaliarem sua posição -- e um novo debate no plenário do STF, eventualmente provocado por embargos da PGR, pode ter resultado diferente. Para esses "ministros arrependidos", a questão parece agora bem maior do que era quando foi aventada por Dias Toffoli. Consolida-se a ideia de que o debate sobre a competência do juízo do inquérito da Pixuleco II - uma das fases da Lava Jato - merece reflexão especial e nunca poderia ter sido tratado de forma banal, numa sessão apressada apoiada num voto torto de Dias Toffoli e na obscura teoria da higienização de Ricardo Lewandowski. Estamos falando de uma organização criminosa de atuação transnacional, e não de ladrões de galinha.

Guerra Fria na jogatina

Há em curso no Congresso uma poderosa batalha de lobbies de grupos de empresários do jogo dos EUA e da Rússia, que estão de olho na legalização de bingos, cassinos e jogos de azar defendida por Eduardo Cunha. O Antagonista foi informado de que o tema foi inclusive tratado na viagem de Michel Temer a Moscou...

CGU também será fatiada

A Época publicou mais cedo que a Controladoria-Geral da União deixará de existir como é hoje. A ideia do governo é fatiar suas atribuições entre a Casa Civil e o Ministério da Justiça. Em suma, a CGU deixará de existir e os acordos de leniência da Lava Jato vão virar pó. O Antagonista foi informado que os funcionários do órgão prometem reagir caso Dilma aprove a medida.

Mantega vai passar fome

Guido Mantega resolveu abrir uma consultoria chamada "Coroado Administração de Bens", informa a Época. A empresa também tem por objeto "atividades de consultoria em gestão empresarial". Mantega é, sem dúvida, um consultor de mão cheia. Há um ano, ele disse que quebraria a cara quem apostasse "na alta do dólar".

La cumparsita

Um dos negócios que rendeu pixulecos ao lobista João Augusto Henriques, como citado em post anterior, foi a venda a preço de banana da refinaria de San Lorenzo, na Argentina. O comprador foi o empresário Cristóbal López, ligado a Cristina Kirchner. Batizado de “Projeto Atreu”, o negócio formatado pelos executivos Roberto Gonçalves e José Carlos Vilar Amigo, com aval de Jorge Zelada, deu prejuízo de R$ 114 milhões à Petrobras. Henriques entrou como intermediário do negócio após a saída do advogado Sérgio Tourinho Dantas, ex-deputado conterrâneo de Sérgio Gabrielli. O advogado diz que não concordou em repassar parte do dinheiro a terceiros em offshores de executivos ligados ao empresário argentino. Tourinho tem muito a acrescentar a essa história.

Pedro Corrêa: petrolão nasceu no gabinete de Lula

A Veja traz reportagem sobre conteúdo da delação que Pedro Corrêa negocia com o Ministério Público. Ele teria dito aos procuradores que o petrolão "nasceu numa reunião" no Palácio do Planalto na presença de Lula, José Dirceu, José Eduardo Dutra e caciques do PP. Eles decidiam a nomeação do diretor de Abastecimento. O PT queria um nome seu, mas Lula concordou em nomear Paulo Roberto Costa, nome indicado por Corrêa, José Janene e Pedro Henry.

Aneel mantém bandeira vermelha para outubro

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou nesta sexta-feira que a bandeira tarifária para outubro continuará no vermelho, significando um acréscimo nas contas de luz de R$ 4,50 para cada 100 quilowatt-hora (kWh) consumidos. Devido à necessidade de despacho das usinas térmicas decorrente da longa estiagem que afeta o País nos últimos três anos, o Brasil está na bandeira vermelha desde o começo de 2015, quando o regime de cobrança adicional entrou em vigor. 


Com a melhora nos níveis dos reservatórios das hidrelétricas e a queda na consumo de energia, o Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) determinou no mês passado o desligamento de 21 usinas térmicas com potência somada 2 mil megawatts médios. Com a saída do sistema desses empreendimentos com custos de produção de eletricidade (CVU) superiores a R$ 600,00 por megawatt-hora, a economia estimada pelo governo até o fim do ano foi de R$ 5,5 bilhões. Isso se refletiu em um desconto no preço da bandeira vermelha a partir deste mês. A mudança, aprovada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) no fim de agosto, reduziu o preço da bandeira vermelha de R$ 5,50 para cada 100 quilowatts-hora consumidos para R$ 4,50. Mas, a melhora na geração hídrica ainda não suficiente para fazer a bandeira baixar para a cor amarela, na qual haveria cobrança de R$ 2,50 para cada 100 kWh consumidos. Na bandeira verde, não há cobrança adicional.