segunda-feira, 30 de junho de 2014

CIENTISTAS DESCOBREM "SUPER-TERRA" A APENAS 16 ANOS-LUZ DE DISTÂNCIA

Cientistas descobriram uma Super-Terra potencialmente habitável a apenas 16 anos-luz (equivalente a 151,3 trilhões de quilômetros) do nosso planeta, o que a torna a mais próxima já descoberta. O planeta Gliese 832 c têm por volta de 5,4 vezes a massa da Terra e orbita uma estrela ao redor da qual já foi encontrado também um planeta semelhante a Júpiter. Os cientistas anunciaram a descoberta na última semana e a pesquisa, liderada por Robert Wittenmyer, astrônomo da Universidade de Nova Gales do Sul, na Austrália, será publicada no periódico The Astrophysical Journal. O novo planeta está mais próximo de sua estrela do que a Terra do Sol, mas recebe uma quantidade de calor parecida, pois orbita uma anã-vermelha, mais fria do que o Sol. O planeta foi adicionado ao Catálogo de Exoplanetas Habitáveis e foi classificado no Índice de Similaridade com a Terra (ESI) como um dos três mais parecidos com o nosso planeta. Informações ainda desconhecidas, como sua composição ou atmosfera, podem reduzir a semelhança com nosso planeta. Se ele for envolto por uma atmosfera densa, típica de Super-Terras, por exemplo, talvez suas temperaturas sejam quentes demais para torná-lo habitável.

O PETISTA GUIDO MANTEGA DIZ QUE O DÉFICIT FISCAL DE MAIO "NÃO IMPORTA TANTO ASSIM"....

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, minimizou nesta segunda-feira o déficit fiscal do setor público consolidado acima de 11 bilhões de reais em maio, que foi o pior resultado mensal para as contas públicas do Brasil desde dezembro de 2008. "O que interessa sobre o superávit primário é o resultado que teremos em dezembro deste ano", disse o ministro, referindo-se à meta consolidada do governo para o ano todo, que é de 99 bilhões de reais, ou 1,9% do Produto Interno Bruto (PIB). A afirmação do ministro foi feita durante o anúncio da manutenção do desconto no imposto sobre produtos industrializados (IPI) para veículos 1.0 nesta segunda-feira. Mantega foi questionado sobre o resultado fiscal. O déficit divulgado nesta segunda-feira se refere à economia dos governos federal, estaduais e municipais, além das empresas estatais, para o pagamento dos juros da dívida. Trata-se do primeiro déficit para meses de maio de toda a série histórica do Banco Central e também o maior rombo desde dezembro de 2008, quando o resultado negativo foi de 20,95 bilhões. Em abril, o resultado foi positivo em 16,89 bilhões de reais. Na sexta-feira, o Tesouro Nacional divulgou o resultado fiscal apenas do governo central, composto pelas contas do Banco Central, da Previdência e do Tesouro. O déficit primário acumulado em maio pelos três entes foi de 10,5 bilhões de reais — o pior resultado para meses de maio desde o início da série histórica.

EM BELO HORIZONTE, PREFEITO CONTRARIA O PSB E FECHA COM O PSDB

O prefeito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda (PSB), reafirmou seu apoio ao candidato ao governo de Minas Gerais pelo PSDB, Pimenta da Veiga. Lacerda já havia informado sua posição, mas a divulgação oficial ocorreu só nesta segunda-feira, quatro dias depois de o diretório mineiro do PSB decidir pela candidatura própria com Tarcísio Delgado. No início do encontro, o prefeito leu uma carta endereçada à direção estadual do PSB. "Coerência na vida pessoal e na vida pública. Pautado por essa coerência, externo a minha total discordância com a decisão da Executiva Estadual do PSB de lançar candidatura própria a governador nas eleições deste ano. Tal decisão desconhece a história política que vem sendo construída para os avanços que Minas Gerais têm alcançado ao longo dos últimos anos. Em nome da coerência, faço um apelo à Executiva Estadual do PSB para que reavalie a decisão de lançar candidatura própria ao governo do Estado", diz o documento. Lacerda disse que não conversou com Eduardo Campos, que disputará a Presidência pelo PSB, sobre a sua decisão. "Na quinta-feira passada, telefonei para o secretário-geral nacional do partido, Carlos Siqueira, para falar que a decisão de candidatura própria prejudicaria as eleições de deputados estadual e federal", declarou. "A questão regional tem pouco a ver com a questão nacional. Alianças regionais estão acontecendo de formas diferentes das nacionais em todos os partidos", disse ele. O prefeito de Belo Horizonte ainda comentou que, nas eleições de 2012, a direção nacional do PSB insistia em uma aliança com o PT na capital mineira, e o diretório estadual do PSB não aceitou. "Nessa época uma aliança dessa não era coerente para Minas", disse. "A relação entre governo e capital sempre foi pacífica dentro do jeito mineiro de agir. Pimenta é uma pessoa de altíssimo nível e mantém o diálogo", completou.

DÍVIDA PÚBLICA SOBE 3,6% EM MAIO E ALCANÇA R$ 2 TRILHÕES

A dívida pública interna subiu 3,57% e atingiu 2,03 trilhões de reais em maio, mês em que o governo federal não conseguiu poupar recursos para o pagamento dos juros, informou o Tesouro Nacional nesta segunda-feira. A dívida interna foi impactada pela emissão líquida (quando o volume de títulos emitidos é superior ao de resgates) de 51 bilhões de reais em títulos e a despesa de 18,8 bilhões de reais com juros, o que aumentou o endividamento público. Em maio, o setor público registrou déficit primário de 11 bilhões de reais. O Tesouro anunciou ainda que o estoque da dívida pública federal (o saldo total da dívida incluindo também a dívida externa) subiu 3,43% no período, chegando a 2,123 trilhões de reais. De acordo com a Secretaria do Tesouro Nacional, a dívida pública pode chegar ao patamar de 2,32 trilhões de reais no fim deste ano,  198 bilhões a mais em relação ao fechamento de 2013. Em maio, a participação dos títulos prefixados no estoque da dívida subiu para 39,68%, frente a 38,66% no mês anterior. A meta para o ano é que os títulos prefixados representem entre 40% e 44% do estoque total da dívida. A participação de papéis corrigidos por índices de preços na dívida caiu para 36,67% em maio ante 37,52% em abril. Para o fim do ano, a meta é que fiquem entre 33% e 37% do estoque total. Já os títulos corrigidos pela Selic corresponderam a 19,39% do total do passivo ante 19,43% em abril. Para o término deste ano a meta do governo é que fiquem entre 14% e 19%. Os dados apresentados pelo Tesouro mostram ainda que os investidores estrangeiros reduziram sua participação no estoque da dívida mobiliária interna para 18,22%, ante 18,79% em abril.

PELEGADA SINDICALEIRA PEDE PARA O ALCAGUETE LULAX9 INFLUIR MAIS NO PROGRAMA DE DILMA

A reunião entre o ex-presidente e alcaguete LulaX9 (delatava companheiros para o Dops paulista durante a ditadura militar, conforme Romeu Tuma Jr.) e lideranças sindicais, na manhã desta segunda-feira, no Instituto Lula, criou um “comitê unitário de sindicalistas” que apoiarão a presidente Dilma Rousseff nas eleições de outubro. Segundo dirigentes que participaram do encontro, LulaX9 e o ex-ministro Luiz Dulci receberam bem as reivindicações dos sindicalistas, que pleitearam maior influência no programa de governo da presidente Dilma Rousseff. “O presidente Lula se comprometeu em também influenciar na pauta trabalhista. Foi positivo não só para nós, mas principalmente para a Dilma”, afirmou o secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, o Juruna. A maioria dos dirigentes presentes era da Força Sindical, central à qual pertence o deputado federal Paulo Pereira da Silva, que recentemente declarou apoio a Aécio Neves (PSDB). “Não foi uma reunião para contrapor o Paulinho, respeitamos a decisão dele, mas ela não é unânime”, disse Jorge Nazareno, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco e filiado ao PT. Ele ressaltou ainda que o encontro foi uma “conversa de dirigentes” e que “a central é neutra”. Juruna reforça o discurso de que há um respeito dentro da Força Sindical sobre o posicionamento de Paulinho e diz que a maioria dos dirigentes presentes ao encontro com Lula apoiará o ex-presidente da Força. Além de sindicalistas da Força Sindical, havia também dirigentes de outras centrais, como a petista CUT.

TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO RESPONSABILIZA A PETISTA DILMA ROUSSEFF E DIRIGENTES DA PETROBRAS POR U$ 126 MILHÕES DE PREJUÍZO PARA O PAÍS NA COMPRA DA REFINARIA DE PASADENA

Um relatório inédito da área técnica do Tribunal de Contas da União indica que os dirigentes Petrobras causaram um dano de pelo menos US$ 126 milhões aos cofres da estatal por terem desconsiderado um laudo de avaliação da refinaria de Pasadena, elaborado por uma consultoria contratada pela própria companhia e com apontamento de um preço do empreendimento inferior ao que acabou sendo pago. O documento do TCU cita ainda que a estatal declarou ter pago US$ 170 milhões pela metade de um estoque que não valeria US$ 66,7 milhões. Os auditores do TCU consideram que, no caso dos estoques, há indício de irregularidade na maneira como a Petrobras tratou do assunto. A estatal informou ao mercado que pagou os US$ 170 milhões por estoques de produtos que estavam na refinaria na época da compra. Mas, ao analisar os detalhes do contrato, os auditores dizem que essa cifra efetivamente paga e declarada ao mercado não tinha relação com os estoques. Era de outra natureza, fazia parte de ajuste de preço na transação comercial. Os indícios de irregularidades são citados no primeiro parecer técnico elaborado pela Secretaria de Controle Externo (Secex) de Estatais do TCU, responsável pelo amplo pente-fino realizado no processo de compra da refinaria de Pasadena, no Texas. O procedimento foi instaurado em fevereiro de 2013, sob a relatoria do ministro José Jorge. Em 27 de novembro, o diretor da Secex, Bruno Lima Caldeira, supervisor da fiscalização, concluiu um documento de 17 páginas com apontamentos de indícios de irregularidades na aquisição de Pasadena. Trata-se de um “exame técnico” preliminar, a partir das primeiras descobertas das equipes de auditoria. As investigações prosseguem até a conclusão do relatório final, que será submetido ao gabinete do ministro para, então, ser apreciado em plenário. A Petrobras continua fornecendo diversos documentos para tentar derrubar os indícios de irregularidades. No documento, é possível saber pela primeira vez (todo o processo é sigiloso) quem são os gestores listados no rol de supostos responsáveis pelo negócio. Os integrantes do Conselho de Administração e da Diretoria Executiva da Petrobras na ocasião da aprovação da compra, em 2006 são listados como responsáveis a serem investigados. Entre eles estão a presidente Dilma Rousseff, que presidia o conselho quando era ministra da Casa Civil; o ex-presidente da Petrobras, o petista José Sergio Gabrielli; e os ex-diretores Nestor Cerveró, da Área Internacional, e Paulo Roberto Costa, de Abastecimento, este último preso no Paraná por conta de supostos desvios e lavagem de dinheiro de obras da estatal. (O Globo)

PP DE MALUF DEBANDA DA CANDIDATURA DO PETISTA ALEXANDRE PADILHA, POR ORIENTAÇÃO DO ALCAGUETE LULAX9

No último dia do prazo para a composição de alianças para as eleições de outubro, o PP decidiu abandonar nesta segunda-feira a campanha de Alexandre Padilha (PT) ao governo de São Paulo e apoiar o rival Paulo Skaf (PMDB). A decisão foi tomada por "maioria absoluta" da Executiva estadual, segundo nota divulgada pelo partido. Apontada pela cúpula do PT como a prioridade das eleições estaduais, a campanha de Padilha prometia formar a maior aliança do partido numa corrida ao Palácio dos Bandeirantes, mas acabou desidratada por partidos alinhados com a campanha à reeleição da presidente Dilma Rousseff. Agora, o petista reúne o apoio de PCdoB e PR. A principal opção dos "dilmistas" no maior colégio eleitoral do País foi Skaf, também escolhido por PROS, PDT e PSD. Nos bastidores, interlocutores dos partidos justificam a adesão a Paulo Skaff pelo maior capital político do peemedebista que é presidente licenciado da Fiesp e protagonizou nos últimos meses uma série de campanhas da entidade na televisão, além de ter disputado as eleições de 2010, ficando em quarto lugar, com 4,56 % dos votos. O empresário tem como principal fiador o vice-presidente da República, Michel Temer. Afilhado político do alcaguete Lula (denunciava companheiros para o Dops paulista durante a ditadura militar, conforme Romeu Tuma Jr.), o "poste" Padilha estréia em eleições e é uma aposta para quebrar os 20 anos de gestão tucana no Estado. Ele deixou o comando do Ministério da Saúde do governo Dilma no começo do ano para se tornar mais conhecido. O efeito das caravanas realizadas por mais de 100 cidades paulistas ainda não se refletiu nas pesquisas. O petista ocupa a terceira colocação, com 3% das intenções de voto, atrás de Skaf (21%) e Alckmin (44%). O QG de Padilha, no entanto, alega que a campanha só começa após a Copa e que ele deve manter o tradicional eleitorado petista em São Paulo de 30%, além de crescer. A mudança de rota do PP ocorre um mês após o partido declarar apoio a Padilha. Na época, o presidente estadual do PP, Paulo Maluf, protagonizou uma foto com o petista, que celebrou a união. O rompimento começou a ser discutido na semana passada após pressão da maioria da bancada federal do partido em São Paulo. O comando do partido era contra, mas acabou derrotado. O presidente do PP, senador Ciro Nogueira (PI), tentou reverter o quadro, chegando a discutir eventuais nomes para a vice de Padilha, mas não teve sucesso. Com a saída do PP, o PT vai retomar conversas com PR e PCdoB para definir o nome para vice na chapa que tem o senador Eduardo Suplicy (PT-SP) buscando a reeleição. Os petistas negociaram com o PR a indicação do presidente estadual da sigla, Tadeu Candelaria, para a primeira suplência de Suplicy. Nos últimos dias, após ameaça de uma nova debandada do PCdoB, tradicional aliado, o PT passou a pressionar o PR para indicar o vice. O nome seria do deputado Milton Monti (PR-SP). Já o PCdoB lançou Nivaldo Santana para o posto.

PELA UNIDADE, PSDB CONFIRMA SENADOR ALOYSIO NUNES COMO VICE NA CHAPA DE AÉCIO NEVES

O PSDB confirmou nesta segunda-feira o nome do senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) como vice na chapa de Aécio Neves na corrida pelo Palácio do Planalto. A decisão foi comunicada pelo próprio candidato tucano à Presidência, após uma reunião da cúpula do PSDB, em Brasília: “Não é apenas um homem para ser vice-presidente da República, é um homem que, em qualquer eventualidade, está preparado para assumir a Presidência do Brasil”, afirmou o senador mineiro sobre o companheiro de chapa. O prazo para a escolha se encerrava nesta segunda-feira. A reunião também confirmou a aliança dos tucanos com outros sete partidos: DEM, PTB, SD, PTC, PTN, PMN e PTdoB. Serrista, Aloysio Nunes Ferreira tem 69 anos e foi um dos primeiros aliados do ex-governador de São Paulo a apoiar o nome de Aécio Neves para a Presidência da República. A escolha de seu nome como vice é interpretada como uma tentativa de consolidar a união do PSDB e, segundo interlocutores, atende à ala paulista do partido, que pressionava por uma chapa “puro sangue”. “É uma homenagem à coerência, matéria-prima essencial à vida pública e que, lamentavelmente, está em falta no Brasil A trajetória exemplar de Aloysio durante toda a sua vida, sempre na defesa da democracia, da liberdade, da ética na vida pública faz com que, a partir de agora, nossa caminhada se fortaleça enormemente,” afirmou Aécio Neves. Ex-secretário da Casa Civil de São Paulo, o senador tem ainda boa interlocução com prefeitos do interior do Estado. A escolha de Aloysio é também uma tentativa de Aécio Neves se firmar na região Sudeste. A última pesquisa Ibope aponta vantagem confortável para Dilma em São Paulo, maior colégio eleitoral do País. Aloysio Nunes Ferreira foi eleito senador em 2010 com mais de 11 milhões de votos, e é esse capital político que a campanha de Aécio Neves pretende utilizar nas eleições de outubro. Naquele ano, Orestes Quércia (PMDB) era o candidato mais forte da coligação tucana, mas se afastou para tratamento médico e pediu votos para Aloysio Nunes Ferreira, que subiu nas pesquisas e acabou se elegendo em primeiro lugar. Apesar de a lista de potenciais vices do tucano já ter incluído opções como a ex-ministra do Supremo Tribunal Federal Ellen Gracie, a deputada Mara Gabrilli e o próprio José Serra, nos últimos meses as negociações tinham se resumido a dois nomes: o de Aloysio e o do ex-governador do Ceará, Tasso Jereissati. Com o rearranjo político, Tasso foi confirmado como candidato ao Senado pelo Ceará, em composição com o peemedebista Eunício Oliveira. O senador José Agripino Maia (RN), presidente do DEM, será o coordenador-geral da campanha. Ele também chegou a ser cotado como um possível vice de Aécio Neves, mas concordou com a indicação de Aloysio. O senador tucano foi filiado ao PMDB, elegeu-se duas vezes deputado estadual e uma deputado federal pela sigla. Em 1999, já no PSDB, conquistou por outros dois mandatos assento na Câmara em Brasília. Ele foi vice-governador de São Paulo, ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência da República e ministro da Justiça no governo de Fernando Henrique Cardoso, e chefe da Casa Civil na gestão de José Serra.

OS TRÊS JOVENS JUDEUS SEQUESTRADOS PELO HAMAS ESTÃO MORTOS. OU: ISRAEL EXISTE COM PAZ OU COM GUERRA, MAS CORRENTES PALESTINAS DEPENDEM DA GUERRA PARA EXISTIR

Jovens israelenses mortos

Lá vamos nós. Vejam estes rapazes. Trata-se dos jovens judeus Naftali Frankel, Gilad Shaar e Eyal Yifrach. Estão mortos. Foram sequestrados no dia 12 deste mês, na Cisjordânia, pelo Hamas. Os corpos foram encontrados nesta segunda perto de Hebron. Tudo indica que foram mortos a tiros, mas os corpos estavam carbonizados. Os dois primeiros tinham 16 anos, e o outro, 19. Voltavam de uma escola religiosa quando foram capturados. E aí? Pois é… Antes que eu relembre o que escrevi aqui há dias, algumas considerações sobre a abordagem asquerosa da imprensa ocidental, quase sem exceção — e vale também para o Brasil.

Desde o desaparecimento dos três rapazes, Israel empreendeu incursões na Cisjordânia. Mais de 400 pessoas já foram detidas para interrogatórios, e houve também confrontos com militantes do Hamas. Adivinhem se não há um chororô mundo afora, acusando, como de hábito, a chamada “reação desproporcional” de Israel. Conheço poucos conceitos tão canalhas como esse. Então vamos ver: o Hamas se dá o direito de sequestrar quem quiser, de assassinar três jovens e ainda reivindica o poder de determinar se o Estado agredido reage assim ou assado? Nota à margem: não se fez clamor internacional nenhum em defesa dos três rapazes e em repúdio à ação dos terroristas. A impostura vai mais longe.
Quando se anunciou que o Vaticano mediaria uma conversa entre Shimon Peres, presidente de Israel, e Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Palestina, escrevi o seguinte:
Hamas-fatah 1
Retomo
Eis aí. Abbas, que lidera a Fatah, a corrente que governa a Cisjordânia, resolveu “fazer as pazes” com o Hamas, que governa a Faixa de Gaza, sem que este houvesse renunciado às suas práticas. Depois do encontro no Vaticano, o que se tem? Sequestro e mortos. Destaco: não se trata de uma escaramuça militar, num confronto, que resulta em mortos. Aqueles garotos não eram soldados numa frente de batalha. Mas quanto tempo demoraria para o mundo reagir se Israel decidisse selecionar alguns alvos do Hamas, comprometidos com o terrorismo, e eliminá-los? “Ah, mas seria diferente! Afinal, trata-se de um Estado…” É mesmo? Não é esse o status que se defende para os territórios palestinos? Não estão lá na ONU, como observadores? “Ah, mas ainda não são um Estado…” Entendo. E se defende que sejam, com práticas como essa? É claro que Israel vai retaliar. Se há alguém com outra resposta possível — sempre lembrando que há, a esta altura, um país indignado —, que, então, diga. Como fica Habbas nesse caso? Fez o acordo com o Hamas, mas pretende não ter nada com isso? Vamos ser claros? Israel existe com paz ou com guerra. Ocorre que coisas como Fatah e Hamas dependem da guerra para existir. Por Reinaldo Azevedo

PRIMEIRO MINISTRO NETANYAHU JURA QUE ORGANIZAÇÃO TERRORISTA HAMAS VAI PAGAR PELO ASSASSINATO DOS TRÊS JOVENS ESTUDANTES DA BÍBLIA

O premiê de Israel, Benjamin Netanyahu, disse que o grupo terrorista islâmico Hamas irá pagar um preço muito alto pela morte de três adolescentes sequestrados na Cisjordânia. Israel anunciou nesta segunda-feira que encontrou os corpos dos três adolescentes perto da vila de Halhul, culminando no fim de uma frenética busca de duas semanas. Israel acusa a organização terroristas islâmica Hamas de estar por trás do sequestro. Em um comunicado, Netanyahu declarou que o "Hamas é responsável, e o Hamas irá pagar". Ele disse que os adolescentes "foram sequestrados e assassinados a sangue frio por animais selvagens". Netanyahu estava reunido com seu gabinete de segurança para discutir uma resposta ao caso. Desde 12 de junho, quando Naftali Fraenkel, Gilad Shaar e Eyal Yifrah desapareceram nas proximidades do assentamento de Alon Shvut, Israel acusava o Hamas de ter sequestrado os adolescentes e lançou grandes ações que levaram à detenção de 300 palestinos, acusados de serem integrantes do grupo terrorista islâmico. A ofensiva contra o Hamas levou tropas israelenses de volta ao centro de cidades palestinas em toda a Cisjordânia pela primeira vez desde 2002. O desaparecimento dos adolescentes provocou tensões políticas entre o presidente palestino, Mahmoud Abbas, e o Hamas. Abbas condenou o sequestro e disse que ele era uma ameaça aos interesses palestinos, ordenando que suas forças de segurança ajudassem Israel nas buscas aos garotos, medida que foi condenada pela organização terrorista Hamas.

LOBÃO FAZ MÚSICA PARA DENUNCIAR O FASCISMO DO PT, QUE ORGANIZA CAÇADA A JORNALISTAS - OUÇA, DECORE A LETRA, DIVULGUE A MÚSICA

O cantor, compositor e colunista Lobão: retrato de um tempo numa canção
O cantor, compositor e colunista Lobão: retrato de um tempo numa canção

A MARCHA DOS INFAMESAqueles que não são
E que jamais serão
Abusam do Poder,
Demência e obsessão.
Insistem em atacar
Com as chagas abertas do rancor,
E aos incautos fazer crer
Que seu ódio no peito é amor
Tanto martírio em vão,
Estupro da nação,
Até quando esse sonho ruim,
esse pesadelo sem fim?
Apedrejando irmãos
E os que não são iguais,
A destruição é a fé,
E a morte e a vida, banais.
E um céu sem esperança,
A Infâmia cobriu,
Com o manto da ignorância,
O desastre que nos pariu.
E o sangue dos ladrões
De outros carnavais
Na veia de vilões,
tratados como heróis.
E até quando ouvir
Cretinos e boçais
Mentir, mentir, mentir,
Eternamente mentir?
Mas o dia chegará
Em que o chão da Pátria irá tremer,
E o que não é não mais será
Em nome do povo, o Poder.

SÓ 17% APROVAM A GESTÃO DE HADDAD: É A VOZ DA MAIORIA DIZENDO O QUE PENSA DO PREFEITO QUE GOVERNO PARA UMA MINORIA DE MILITANTES

AVALLIAÇÃO HADDAD
Na prancheta, Fernando Haddad, como prefeito de São Paulo, estava destinado a ser um dos grandes cabos eleitorais do candidato do PT ao governo do Estado — no caso, Alexandre Padilha, outro político de perfil igualmente coxinha, também inventado por Lula. Afinal, como confessou o ex-presidente, a sua intenção era iluminar este país com os postes que vai tirando da cachola. O tiro saiu pela culatra. Não convidem o eleitor e Haddad para um mesmo evento: o resultado é vaia na certa. Padilha já tentou grudar seu nome até ao de Paulo Maluf — que está, de mala e cuia, se mudando para a candidatura de Paulo Skaf, diga-se —, mas quer distância do prefeito de São Paulo, que hoje tira votos do PT. O Datafolha explica por quê.
Pesquisa realizada entre os dias 25 e 26 deste mês mostra que apenas 17% consideram a sua gestão ótima ou boa. Está no mesmo patamar de junho do ano passado (18%), mas um ponto abaixo, dentro da margem de erro. Os que consideram a gestão ruim ou péssima são 36% (40% há um ano). E os que a avaliam como regular são 44% (antes, 35%). Os que não sabem caíram de 13% para 3%. Os dados apontam que Haddad não se recuperou da derrocada iniciada com as manifestações de rua, há um ano. Seus números rivalizam com os piores momentos de Celso Pitta. A margem de erro desta pesquisa, que ouviu 1.101 pessoas, é de três pontos para mais ou para menos.
A pesquisa revela ao menos um dado curioso: aumentou de 74%, em setembro do ano passado, para 81% agora os que acham o trânsito na cidade ruim ou péssimo. Os que dizem que ele é ótimo ou bom caíram de 9% para 4%. Não obstante, 22% dizem que ele melhorou muito depois da introdução das faixas, e 42%, que melhorou um pouco. Convenham, esses números não são compatíveis entre si, mas são explicáveis: a faixa se tornou uma espécie de questão moral. As pessoas têm certo constrangimento de criticá-las e, quem sabe?, ser acusadas de inimigas dos pobres… Só 9% dizem que o trânsito piorou muito, e 6%, que piorou um pouco.
A péssima avaliação de Haddad é, antes de tudo, uma questão de justiça. Ele prometeu criar 150 km de corredores de ônibus. Até agora, nada. Os 36 km que estão em construção foram licitados na gestão Kassab. Anunciou a construção de 243 creches. Um ano e meio depois, entregou apenas 26, e há sete em obras. Vale dizer: já cumpriu 38% do mandato e entregou apenas 8,1% da promessa. Jurou de pés juntos que faria 20 CEUS — entregou só um, e há nove em andamento. Dez deles têm o terreno meramente escolhido. Na saúde, a coisa é mais dramática: ainda não se assentou um tijolo dos três hospitais anunciados. Das 43 UBSs, Haddad entregou só quatro, e há uma em obra. Fez-se também grande estardalhaço com a chamada “Rede Hora Certa” de atendimento; seriam 32 — há apenas seis unidades fixas e quatro móveis.
Haddad avançou nos projetos que não requerem recursos, como as faixas de ônibus — basta pintar a linha no chão e infernizar a vida dos motoristas: anunciou 150 km, e já há 337,3 km. Não por acaso, a população diz o óbvio: o trânsito piorou. O prefeito também foi célere no que não estava prometido: o programa “Braços Abertos”, por exemplo, aplicado na Cracolândia. Só que há um probleminha: na disputa eleitoral, ele anunciou uma ação de combate ao crack, e a Prefeitura fez justamente o contrário: entregou um pedaço do Centro da cidade a consumidores e traficantes e promoveu a legalização informal das drogas.
E olhem que, em razão da seca, Haddad não teve de enfrentar o principal demolidor de reputações de um prefeito em São Paulo: as enchentes. Acho, no entanto, que ele não terá mais essa moleza no futuro — não parece que voltaremos a ter tão cedo um ano como este no que diz respeito às chuvas.
Para encerrar, lembro que, dada a forma como Haddad conduz a Prefeitura, o que se vê é um prefeito refém dos sectários que não aceitam reajuste de ônibus, dos movimentos de supostos trabalhadores sem-teto e dos ongueiros que pretendem proclamar a República da Cracolândia. Essa gente ajudou a fazer a sua campanha e agora quer… governar! A esmagadora maioria dos paulistanos, que não se sente representada por esses extremistas, dá a sua opinião: Haddad é um dos piores prefeitos da história até aqui. Por Reinaldo Azevedo

PTB VAI ENTRAR EM JUÍZO PARA REQUERER O INDULTO PARA ROBERTO JEFFERSON

O PTB aprovou por unanimidade na sua convenção nacional, na sexta-feira, em Salvador (Bahia), uma moção apresentada pelo advogado gaúcho Luiz Francisco Correa Barbosa (juiz de Direito aposentado), para que o partido ingresse em juizo (tem legitimidade para isso) com pedido de declaração judicial de indulto para Roberto Jefferson, que está preso, cumprindo pena pela condenação no processo do Mensalão do PT. Roberto Jefferson reúne as condições legais para ser beneficiário do que está previsto em decreto de indulto presidencial assinado por Dilma Rousseff em 2012 e repetido em 2013. Trata-se do Decretro nº 7.873, de 26 de dezembro de 2012, art. 1º, inciso X, alínea “c” e art. 9º, § 2º, repetido no Decreto nº 8.172, de 24 de dezembro de 2013, art. 1º, inciso XI, alínea “c” e art. 11, § 2º, que extinguem a pena de Roberto Jefferson, privativa de liberdade, pecuniária e de restrição de direitos políticos. Quem deve declarar o cumprimento das previsões legais do decreto é a autoridade judicial, ou seja, no caso o Supremo Tribunal Federal.

LUIZ CARLOS BUSATO, PRESIDENTE DO PTB GAÚCHO, É DESMENTIDO PELO SEU PRÓPRIO PARTIDO, POR CAUSA DA SUBMISSÃO ABJETA AO PETISTA TARSO GENRO, QUE ORDENOU A SUA INVESTIGAÇÃO

Está armado um grande banzé nas hostes do PTB do Rio Grande do Sul, onde o presidente do partido, o deputado federal Luiz Carlos Busato, desautorizou a decisão da convenção nacional partidária, que resolveu pelo apoio à candidatura de Aécio Neves (PSDB) à Presidência da República, e subordinou o partido no Estado de maneira sabuja e abjeta ao governo do peremptório petista "grilo falante" tenente brigadeiro e poeta de mão cheia Tarso Genro, que mandou a Polícia Civil investigar a sua administração na Secretaria de Obras. Luis Carlos Busato foi à convenção nacional do partido realizada em Salvador, na última sexta-feira, manobrou para que houvesse uma decisão diferente, alegando que a bancada de deputados federais era contrária à posição majoritária da convenção, o que não cabia, mas discursou apoiando a decisão final da convenção, dizendo que a endossava após a aprovação. Aí então levou um poderoso puxão de orelhas de lugares tenentes do petista Tarso Genro, que o tem como refém, e então mudou de posição no Rio Grande do Sul. Toda a história é contada a seguir na seguinte mensagem passada ao editor de Videversus, jornalista Vitor Vieira, pelo advogado Luiz Francisco Correa Barbosa, secretário nacional jurídico do PTB, na noite deste domingo, junto com cópias de e-mails enviados por ele para a editora de Política de Zero Hora, jornalista Rosane Oliveira. Acompanhe as mensagens:
"Alô, Pessoal:
Nas convenções do RS e na nacional do PTB desagravei Luiz Carlos Busato, deputado federal, ex-secretário de Estado de Tarso e presidente no RS do Partido, porque sofreu acusação do governo gaúcho de graves irregularidades em sua Secretaria de Obras, depois, reveladas como infundadas e sem qualquer aviso prévio a ele, com largas entrevistas e divulgação das supostas irregularidades criminosas pelo Chefe da Casa Civil, com o governador, então, de férias no Uruguai. Por isso, disse, não poderia atender a seu apelo de votar no candidato do PT, que defende ardorosamente. Do mesmo modo, no âmbito nacional, porque o PT meteu o presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, na cadeia. Vencido na Convenção Nacional, onde afinal declarou aceitar a decisão de coligação com o PSDB e Aécio Neves, aclamada, Busato concedeu inconformada entrevista a Rosane de Oliveira, publicada em ZH de 28 Jun-Sáb, que transcrevo abaixo, mas que sonegou à Convenção. Por isso, a direção nacional do Partido, por mim e o Secretário de Comunicações, deu-lhe resposta, que Rosane alega não poder publicar amanhã, 30, senão que 3ªf, 01 Jul, porque já fechada a edição, o que também transcrevo e peço divulgação, dada a relevância do assunto que certamente terá desdobramentos. Abraço agradecido, Barbosa.
A entrevista de Luiz Carlos Busato para Rosane Oliveira após a convenção nacional gerou a seguinte nota em Zero Hora
28 de junho de 2014 | N° 17843
POLÍTICA - Rosane de Oliveira
PTB APOIA AÉCIO À REVELIA DOS DEPUTADOS
Realizada em Salvador, a convenção nacional do PTB que aprovou o apoio a Aécio Neves (PSDB), ontem, revelou um partido dividido e lembrou o racha do PP no apoio a Dilma Rousseff. A diferença é que o PTB não tentará anular o resultado da convenção na Justiça, como fez o PP. Ontem, o Tribunal Superior Eleitoral rejeitou a pretensão do PP de anular a decisão. Representante do Rio Grande do Sul, o deputado Luiz Carlos Busato falou em nome da bancada federal e soltou o verbo no discurso que fez na convenção. Disse que o PTB estava sendo incoerente, por participar do governo até agora e, na última hora, virar a casaca:
– O problema não é o apoio a Aécio ou a quem quer que seja. É a forma obscura como o partido fez isso e que dá margem para todo tipo de especulação, inclusive para a suspeita de que houve uma grande negociata.
O diretório gaúcho não foi consultado pelo presidente do PTB, Benito Gama.
– Não recebemos sequer um telefonema. Ninguém da bancada foi consultado – reclama Busato.
O deputado avalia que o PTB “está caminhando para o fundo do poço” e que a forma como foi negociado o apoio a Aécio desmoraliza completamente o partido:
– Poucos dias antes, o PTB declarou apoio à presidente Dilma. Fizemos um almoço e lá estava a vereadora Cristiane Brasil (filha de Roberto Jefferson), abraçada na presidente. A virada de mesa indica que algo muito escuso ocorreu nos bastidores dessa negociação.
Busato diz que, por coerência, o PTB do Rio Grande do Sul vai apoiar Dilma e manter a aliança com Tarso Genro. No dia da convenção estadual, um interlocutor do PP chegou a procurar o PTB para tentar reverter a aliança com Tarso e atrair o partido para a candidatura de Ana Amélia Lemos, mas não obteve sucesso. Na próxima semana, o PTB vai indicar os suplentes de Olívio Dutra, candidato do PT ao Senado.”
Luiz Francisco Correa Barbosa respondeu para Rosane Oliveira com uma nota assinada por ele e Secretário Nacional de Comunicações do PTB, Onésimo Ferreira, pedindo publicação à resposta, nos seguintes termos:
De: Luiz Francisco Corrêa Barbosa [mailto:barbosalfc@uol.com.br]
Enviada em: domingo, 29 de junho de 2014 19:21
Para: Rosane de Oliveira
Cc: Luiz Francisco Corrêa Barbosa
Assunto: Nota de resposta à entrevista do deputado Busato, publicada no alto da página de Zero Hora, edição de 28 Jun 2014-Sáb.
Alô, Rosane:
Solicito a divulgação da nota que segue, em resposta à entrevista à sua Página 10, edição de 28 Jun 2014-Sáb. À disposição para qualquer outro esclarecimento. Abraço, Barbosa.
NOTA “O deputado Busato realmente disse na Convenção Nacional do PTB que falava em nome da Bancada federal e que lá só havia um deputado apoiando o candidato do PSDB. Soou estranho, mas ninguém quis causar constrangimento ao Companheiro, pois todos sabiam que lá estavam dois deputados que apóiam o PSDB em seus Estados, Eros Biondini (MG) e Josué Bengston (PA). O fato é que Busato não fala pela Bancada federal, pediu reunião de bancada para tirar uma nota, reunião que não houve e nota muito menos. O essencial é que não é a Bancada que decide essa questão – candidaturas à presidência da República  - a decisão é da Convenção Nacional do PTB e esta decisão foi tomada de forma inequívoca. No PTB o presidente não saiu correndo de seus convencionais que o apupavam para decidir de portas fechadas. No PTB não delegamos a decisão para uma Comissão esperar a nomeação de um ministro. Pelo contrário, dispensamos cargos e contrariamos o Poder neste processo, com independência e coragem para buscar a mudança que a maioria esmagadora da população brasileira deseja. Numa Convenção Nacional quem manda é a base do Partido, sempre muito distante dessas negociações de gabinete e insensível a elas. Pesquisem a base de todos os partidos e essa verdade aparecerá. Senão, basta ver o resultado da convenção do PMDB, que tem o Vice na chapa, cinco ministérios, o comando do legislativo federal e um “zilhão” de cargos e teve no resultado de sua convenção um placar típico de “saia justa”, ou mesmo o “volta Lula” que não cessa no PT. As suspeitas que Busato levanta na Zero Hora não foram ditas diante dos convencionais. Penso que Busato terá de responder a elas diante do Partido porque faltou com a verdade e lançou sobre o PTB graves suspeições que têm de ser apuradas e provadas. Busato preside o PTB no Rio Grande do Sul, que é o berço do nosso Partido, onde nossos Companheiros sempre defenderam a legenda com vigor e coragem contra aqueles que se lançam contra nós e por isso recebem um reconhecimento especial de todos os filiados do Brasil. Insatisfações existem sempre, divergências sempre serão toleradas, mas a vontade da maioria tem de ser respeitada e esta vontade foi manifestada de forma inequívoca e avassaladora. Busato entrou na contramão da história do PTB. Honésio P.P. Ferreira, Secretário Nacional de Comunicações; Luiz Francisco Corrêa Barbosa, Secretário Nacional Assuntos Jurídicos. 29 Jun 2014-Dom".
A jornalista Rosane de Oliveira respondeu com o seguinte e-mail:
"De: Rosane de Oliveira [mailto:rosane.oliveira@zerohora.com.br]
Enviada em: domingo, 29 de junho de 2014 19:23
Para: 'Luiz Francisco Corrêa Barbosa'
Assunto: RES: Nota de resposta à entrevista do deputado Busato, publicada no alto da página de Zero Hora, edição de 28 Jun 2014-Sáb.
Pelo adiantado da hora, só poderei publicar a sua contestação na coluna de terça ou no blog. A de amanhã já está fechada. Um abraço
Rosane"
E Barbosa concluiu: “Ok, Rosane: Então que seja em ambos, coluna e blog, logo que possível. Aguardo sua confirmação. Grato, Barbosa.
A real, real, é que Luiz Carlos Busato é um mero refém do peremptório governador petista "grilo falante" tenente brigadeiro e poeta de mão cheia Tarso Genro, que obteve sua submissão com o uso do método já conhecido da investigação policial. Foi assim na eleição que ele ganhou para o governo do Estado, quando amedrontou, previamente, todo o mundo político gaúcho, com a famigerada Operação Rodin, conhecida hoje como "Conspiração Rodin", e agora com a fuleira operação de investigação das obras de reformas das escolas públicas na Rio Grande do Sul. O tenente brigadeiro e poeta de mão cheia Tarso Genro já tinha sob seu absoluto controle o dono do PTB no Rio Grande do Sul, e obteve o controle a submissão de Luiz Carlos Busato, o presidente fantoche atual do partido no Estado, com a investigação das obras das escolas. O método é conhecido e infalível, o que demonstra a dimensão moral de parte considerável da classe política gaúcha. Na verdade, como Busato foi corrido para fora da convenção estadual do seu partido, sob vaias, é certo que o PTB do Rio Grande do Sul entregará ao peremptório petista "grilo falante" tenente brigadeiro e poeta de mão cheia Tarso Genro apenas o tempo de propaganda na televisão e no rádio, enquanto as bases seguirão a orientação da convenção nacional e darão apoio a Aécio Neves a presidente e Ana Amélia Lemos ou José Ivo Sartori a governador. Luiz Carlos Busato, que já está com a vida pessoal toda complicada, agora corre o sério risco de não conseguir reeleição a deputado federal.